Novas postagens
Mostrando postagens com marcador CONTOS GAYS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador CONTOS GAYS. Mostrar todas as postagens

Conto erótico: pura realidade

BOM LEIO MUITOS CONTOS AQUI PELA NET NÃO SÓ NESSE SITE, MAIS EM VARIOS OUTROS E VOU SER BEM SINCERO AS VEZES PARO NO MEIO DE TÃO GRANDE É A MENTIRA QUE LEIO QUE FAZ ATÉ PERDER O TESÃO.
EM PRIMEIRO LUGAR NÃO ESTOU AQUI PRA CRITICAR OU FALAR MAL DE NILGUEM NEM MUITO MENOS QUERER ME APARECER MAIS QUERO DEIXAR CLARO QUE MEU CONTO É PURA REALIDADE.
HOJE TENHO 37 ANOS MORO NO INTERIOR DE SÃO PAULO ME CHAMO CÉSAR E DEIS DE CRIANÇA SEMPRE SENTI ATRAÇÃO PELOS MENINOS.
LEMBRO QUANDO ESTAVA NA PRIMEIRA SÉRIE, TINHA O MENINO MAIS BONITO DA CLASE QUE SE CHAMAVA FABRICIO E TODAS AS MENINAS GOSTAVAM DELE E EU NO MEU INTERIOR TAMBÉM O AMAVA, POREM NO QUETO, NAQUELA ÉPOCA ERA MUITO RARO SABER QUE ALGUEM ERA GAY OU ALGO ASSIM, POR ISSO O SENTIMENTO ERA SUPER DISCRETO.
LEMBRO QUE QUANDO TINHA UNS 13 ANOS COMECEI A TRABALHAR DEIS DE MUITO CEDO, E EM TODAS AS FIRMAS QUE EU TRABALHAVA ME APAIXONAVA PELOS MENINOS QUE TRABALHAVAM COMIGO, MAIS ERA ALGO SÓ MEU, ELES JAMAIS DESCOBRIRAM MEUS SENTIMENTOS.
QUANTO EU TINHA 16 ANOS CHEGUEI NUMA FASE EM QUE ESTAVA QUERENDO TRANSAR PELA PRIMEIRA VEZ DE VERDADE, NADA DE TROCA TROCA COISAS DE CRIANÇAS, MAIS SIM GOZAR, TER ALGUEM DE VERDADE, PENETRAR SER PENETRADO.
UM DIA VOLTANDO DA CASA DA MINHA AVÓ NUM SABADO EU E MEU PRIMO QUE É DUAS SEMANAS MAIS NOVO DOQUE EU, ANDANDO DE BICICLETA COMEÇAMOS A FALAR DE SEXO, JA ERA QUASE UMAS 6HORAS DA TARDE E COMEÇAMOS A FALAR SE O OUTRO JA TINHA TRANSADO COISAS DESSE TIPO E ASSUNTO VAI ASSUNTO VEM, E ELE FALAVA QUE NUNCA TINHA FEITO NADA QUE ERA VIRGEM E EU TB FALANDO QUE ERA VIRGEM E ELE FALAVA PRA MIM QUE PRECISAMOS ARRUMAR UMAS MENINAS PRA METER COISAS DE HOMEM E QUANDO DEREPENTE NÃO SEI O QUE ME DEU EU FALEI PRA ELE, FABIO SE VC QUISER EU DOU PRA VC TOPAS? , NOSSA SAIU DA BOCA, A VONTADE DE TRANSAR ERA TANTO QUE FALEI SEM PENSAR NAS CONSEQUENCIAS.
ELE OLHOU PRA MIM E DISSE TRANSAR EU E VC TROCA TROCA???
BOM NÃO ERA BEM ISSO QUE EU TINHA FALADO, MAIS EU DISSE SIM TA AFIM?
MAIS ONDE DISSE ELE? EU RESPONDI NÃO SEI, TEM VARIOS MATAGAIS, CASAS EM CONSTRUÇÕES, TEM UM MONTE DE LUGAR VAMOS PROCURAR.
BOM EU NA ÉPOCA TINHA 16 ANOS 1.66 UNS 50 KILOS MAGRO CABELOS CACHEADOS, BRANQUINHO, POREM O FABIO TB TINHA 16 ANOS MAIS ERA MAIOR DOQUE EU, ELE TINHA CERCA DE 1.72 E UNS 60 KILOS, CABELOS CACHEADOS COMO O MEU E PELA CLARA TB.
DEPOIS DE QUASE MEIA HORA ANDANDO DE BICICLETA JA ESTAVA ESCURECENDO E RESOLVEMOS ENTRAR NUM PASTO, BEM AFASTADO DOS BAIRROS ONDE TINHA RESIDENCIAS.
EU PULEI A CERCA ELE PASSOU MINHA BIKE POR CIMA E DEPOIS A DELE, E DEPOIS TB PULOU A CERCA.
ENTRAMOS NO MEIO DO MATO, E COMEÇAMOS A TIRAR A ROUPA.
GENTE MEU PRIMO TINHA O CORPO MUITO BONITO, PEITOS PERFEITOS, PELE DURINHA, O PINTO MEDIA UNS 19CM, TUDO PERFEITO, JA EU ERA MAGRO NÃO TÃO BELO DE CORPO COMO ELE, POREM MEU ROSTO FAZIA MAIS SUCESSO DOQUE O DELE COM AS MENINAS, MEU PAU NA ÉPOCA DEVERIA TER UNS 17CM.
OLHA SÓ, FICAMOS PELADOS UM NA FRENTE DO OUTRO DE PAU DURO E FICOU QUEM VAI PRIMEIRO??
DEPOIS DE UM FALAR EU VOU O OUTRO EU VOU, AE COMO EU TAVA LOUCO PRA SENTIR AQUILO DENTRO DE MIM EU FALEI TA BOM VC ME COMI DEPOIS EU COMU VC.
NOSSA DEITEI NO CHÃO NO MATO, TUDO PINICANDO, E ELE VEIO COM O PAU DURO PRA ENFIAR DENTRO DE MIM.
BOM NEM PRECISO FALAR QUE NÃO ENTROU DE JEITO ALGUM, NÃO TINHAMOS EXPERIÊNCIA NENHUMA, NÃO FIZEMOS SEXO ORAL NÃO FIZEMOS NADA, QUERIAMOS TRANSAR DEIXAR DE SER VIRGEM, GOZAR DE VERDADE.
ELE TENTAVA O PAU NAO ENTRAVA EU MESMO SENTINDO DOR MANDAVA ELE FORÇAR E NADA DE ENTRAR, AE ELE PASSOU CUSPE NO PAU E FOI COMEÇANDO A FORÇAR.
NOSSA COMECEI A SENTIR COMO SE ESTIVESSE ME ESTOURANDO POR DENTRE COMECEI A PEDIR PRA ELE PARAR POREM ELE COM O CORPO EM CIMA DE MIM, DISSE PRA EU FICAR PARADO ATÉ ACOSTUMAR, POREM EU PEDIA PRA TIRAR, POR FAVOR TIRA, DEPOIS VC POE DE NOVO, POREM ELE NÃO TIROU.
PASSADOS ALGUNS MINUTOS EU FUI ME ACOSTUMANDO COM O PAU DENTRO DE MIM E ELE COMEÇOU A BOMBAR, NOSSA E QUANDO ELE BOMBAVA ARDIA MUITO, MAIS JA ESTAVA COMEÇANDO TB A FICAR GOSTOSO, JA ESTAVA COM TESÃO DE SENTIR AQUELE LINDO PAU DO MEU PRIMO DENTRO DO MEU CUZINHO, QUE DELICIA, NÃO DEMOROU MUITO E ELE FALOU CÉSAR VOU GOZAR NOSSA FOI QUANDO SENTI ALGO QUENTE DENTRO DE MIM GOSTOSO, NOSSA QUE DELICIA, FOI DEMAIS.
BOM QUANDO ELE TIROU O PINTO PRA FORA, ESTAVA TODO MELADO, TODO SUJO, NÃO TINHA PAPEL, NÃO TINHA AGUA, ELE PEGOU UMAS FOLHAS E CAPIM SECO E PASSOU NO PAU E SE LIMPOU.
E DEITOU E FALOU AGORA É SUA VEZ.
NOSSA ELE TINHA UMA BUNDA PERFEITA, ÁLIAS O CORPO DELE ERA PERFEITO, COMO EU VI COMO ELE TINHA FEITO COMIGO EU FIZ COM ELE, E MEU PAU JA ESTAVA TODO MELADO DE TESÃO, ENTÃO PASSEI CUSPE NO PAU E FICOU MAIS MELADO E COMECEI A ENFIAR NO CUZINHO DO MEU PRIMO, ELE PEDIA PRA EU TIRAR E EU FALAVA AGORA É A MINHA VEZ, FICA TRANQUILO, VC ESQUECEU QUE JAJA A DOR PASSA?
NOSSA ELE FALAVA QUE NAO TAVA AGUENTANDO, QUE PRECISA CAGAR, MAIS MESMO ASSIM EU NÃO TIREI SOQUEI , E COMECEI A SOCAR CADA VEZ MAIS E ELA PEDINDO PRA PARAR FOI QUANDO ANUNCIEI QUE IRIA GOZAR.
GOZEI GOSTOSO NAQUELE CUZINHO E NEM PRECISO FALAR QUE TB SAIU TODO SUJO, NÃO TINHAMOS EXPERIENCIA NENHUMA, NÃO SABIAMOS QUE TINHA QUE USAR O BANHEIRO ANTES PRA FAZER ESSAS COISAS, QUE TINHA QUE LEVAR PAPEL PRA SE LIMPAR, NÃO FIZEMOS SEXO ORAL NAO BEIJAMOS NAO FIZEMOS NADA DISSO, APENAS COMEMOS O CU UM DO OUTRO PRATICAMENTE A SECO.
HOJE TEMOS AMBOS 37 ANOS, JA SE PASSARAM 21 ANOS JA FUI NOIVO, NAMOREI VARIAS MENINAS, NÃO SOU ASSUMIDO MAIS AINDA CURTO SAIR COM HOMENS SOU SOLTEIRO.
MEU PRIMO FABIO É AMIGADO COM UMA MULHER MAIS VELHA DOQUE ELE, E DEPOIS DESSA TRANSA DURANTE UNS SEIS MESES CHEGAMOS A FAZER MAIS UMAS TRES OU QUATRO VEZES, POREM ISSO DAI JA É OUTRA HISTÓRIA.
DEPOIS QUE PARAMOS DE SAIR UM COM O OUTRO NUNCA MAIS TOCAMOS NESSE ASSUNTO É COMO SE NUNCA TIVESSE ACONTECIDO.
BEIJOS ESPERO QUE GOSTEM DA MINHA HISTÓRIA, POIS É REAL.


Conto erótico: Trepando com o sogrão

Estou namorando uma gatinha linda, ela tem 18 aninhos, com um corpinho maravilhoso, peitinho empinadinho e durinho, perninhas grossas e um bumbum de enlouquecer. Sempre que estamos juntos percebo os olhares para ela. Seus pais são pessoas muito agradáveis, especialmente o pai. Ele tem 36 anos, é engenheiro e adora malhar e jogar futebol. Talvez por isso tenha um físico de garotão. Patrícia diz que sempre que estão juntos, todos pensam que são namorados. Sua mão tem 35 anos e também é lindíssima. Alta, corpo muito bem definido, tipo mulherão de parar o trânsito. Ela é sempre muito gentil comigo. Mas o pai de Patrícia, o seu Marcos, desde que nos conhecemos, pouco tempo depois que comecei a namorar sua filha, passou a me acompanhar todo sábado ao clube para uma pelada. Isso fez com que ficássemos cada vez mais próximos. No início eu estranhava como um cara com 12 anos a mais que eu curtisse minha companhia. Mas não me preocupava com isso, pois ele era um cara muito bacana e sempre conversávamos muito, enfim, nos dávamos muito bem. Além disso ele significava para mim uma espécie de modelo de vida, um cara bem sucedido, um bom profissional, bonitão, um físico invejável e uma aparência bem jovial. Uma vez lhe disse que admirava seu jeito e que quando estivesse mais velhos gostaria de ser como ele. Então ele ponderou que não era tão velho assim, apenas havia casado muito cedo, mas que isso não o impedia de viver sua vida. Nessa conversa fomos caminhando para o vestuário e ele me chamou para tomarmos uma água de coco na cantina e aí conversamos sobre muitas coisas. Ele aproveitou para me sondar, achei que ele estava querendo saber se eu e sua filha andávamos trepando, mas ele foi muito discreto e eu também. Para minha surpresa, ele reagiu bem à notícia de que sua filhinha não era mais virgem e que eu não era o primeiro na vida dela. Muito pelo contrário, afirmou que isso o deixava feliz e mais ainda em saber que ela sabia escolher bem seus namorados. Disse isso pousando a mão sobre minha perna por debaixo da mesa, bem na parte superior da coxa e dando um leve aperto. Aquele toque me passou uma certa intimidade entre nós, mas não achei nada de mais, afinal, há meses vínhamos nos aproximando, era natural que se sentisse tão à vontade comigo. Mas o fato é que percebi em seu olhar um brilho especial e o que me deixou mais confuso ainda foi o que senti com seu toque. Quando ele tirou sua mão, isso uns cinco segundos depois, eu queria que ele ficasse com a mão ali, ou até mesmo que me abraçasse e minha reação foi segurar seu ombro daquele jeito meio de macho pra macho e empurrar-lhe dizendo: “Vamos pro chuveiro, senão a gente fica sem almoço”. Quando chegamos no vestuário, quase todo mundo já havia saído, apenas dois caras ainda estavam lá, mas já estavam vestidos e apenas ajeitavam o cabelo na frente do espelho. Entramos logo no banho. No vestuário não havia divisórias, apenas uma bateria de chuveiros um ao lado do outro, de modo que tomávamos banho lado a lado, sem problemas. Mas naquele dia eu percebi que o seu Marcos estava diferente. Eu até o achei mais jovem, mais brincalhão. De repente encontrei seu olhar no meu e então reparei que o verde de seus olhos era muito bonito. Nunca havia reparado naquilo e saiu naturalmente: “Nossa! Seus olhos são muito bonitos, a mulherada deve ficar louca!” Então ele disse que a mulherada e os homens também. Rimos e reparei que estávamos sós no vestuário. Então, sem mais nem menos ele virou e disse: “E você tem uma vara fenomenal, minha filha deve sofrer na tua mão”. Eu, meio constrangido, até porque o pau dele era bem maior que o meu, disse: “Se o meu é fenomenal, o teu é o que então?” Então ele respondeu: “Olha aqui, o meu não é tão grande assim...” Foi aí que notei que o seu pau estava duro. Quando vi aquilo senti um frio na barriga, uma sensação esquisita, mas não deixei de olhar bem aquele pau. Não estava muito duro, o prepúcio cobria a metade da glande, estava já quase na horizontal, e estava mais grosso também, só aí foi que reparei que o pau do cara era realmente um belo cacete, devia ter uns 20 cm quando ficasse duro de vez. Fiquei imaginando a dona Letícia sentando naquele pauzão e cavalgando seu marcos, tudo isso olhando pro pau do meu sogrão. Não conseguia impedir que meu pau também ficasse duro, só que o meu ficou empinado para cima. Seu marcos também o olhava com um leve sorriso no rosto, até que quebrou o silêncio: “É, minha filhinha deve estar toda arrombadinha por causa dessa rola, seu puto!”. “Imagina a dona Letícia”, disse eu. Caímos na risada e terminamos o banho os dois ali, ainda com o pau duro, fomos os dois nos secar. Não falamos mais nada. Fomos embora juntos como sempre. Seu Marcos me deixava em casa todo sábado depois do jogo. Só que nesse sábado fizemos a viagem calados. Quando parou no meu portão, seu Marcos pôs de novo a mão na minha coxa, só que agora bem mais acima, quase atingindo meu pau inexplicavelmente ainda duro e convidou-me para passar na sua casa do domingo de tarde, pois Patrícia e sua mãe iriam num Chá-de-panela de uma amiga da família e ele queria aproveitar para instalar um ventilador de teto. Eu disse que tudo bem. No dia seguinte, no horário combinado, lá estava eu tocando o interfone. Quando entrei, seu Marcos abriu a porta da sala para mim só de cueca. Ele perguntou se eu não queria por um short seu para não sujar minha bermuda. Eu aceitei e fomos no seu quarto buscar. Ele pegou a peça e jogou para mim e disse para eu botar. Prontamente, baixei minha bermuda e quando estava vestindo o short seu Marcos passou por mim e passou a mão na minha rola e perguntou se não estava durinha como ontem. Eu fiquei meio nervoso, mas resolvi encarar com naturalidade, e fomos colocar o tal ventilador. Só que seu Marcos pediu para eu segurar a escada e ele subiu, de modo que meu rosto ficou na altura do seu pau e pude ver que o bicho estava em pondo de bala. Então resolvi brincar com ele da mesma forma que brincou comigo minutos antes, passei a mão e disse: “É, isso aqui está duro como só, heim, ta pior que ontem!”. Então ele na maior naturalidade botou o bichão para fora e eu fiquei olhando para tudo aquilo sem saber o que fazer, mas bem que estava gostando. Era uma cena no mínimo esquisita eu ali segurando a escada e meu sogro trepado com o pau para fora, bem em frente ao meu rosto. Eu sentia até o cheiro daquela rola e não sei onde eu estava com a cabeça que perguntei se quando puxava o prepúcio doía (afinal, como sou circuncidado, não sabia). Ele disse que não, que eu podia puxar que não tinha problema. Movido por uma vontade incontrolável, segurei aquela vara suavemente e puxei o prepúcio, fazendo a cabeça meladinha sar todinha para fora. O cheiro da vara de meu sogro ficou mais forte. Ele desceu da escada e pegou meu pau, botou para fora do short e começou e punhetá-lo. Depois me chamou para o quarto, me empurrou para a cama, deitou e começou a me chupar na maior. Quase que automaticamente, também abocanhei sua vara e ficamos os dois nos chupando ali por um bom tempo. De repente senti que seu Marcos começou a passar a língua pelo meu saco, virilha e desceu até meu rego, passando a língua em volta do meu anel e depois passou a meter a língua no meu cu, que piscava feito louco enquanto eu o chupava gemendo de tanto tesão. Eu melei meu dedo de saliva e comecei a massagear seu anelzinho e depois a meter meu dedo no seu cu enquanto o chupava. Meu sogrão começou a gemer, a rebolar quando eu metia o dedo, até resolvi meter dois dedos e ele ficou mais excitado. Meti mais um e fiquei com meus três dedos no seu cuzão e chupando seu pau e ele gemendo feito doido, lambendo meu cu. Depois resolveu fazer o mesmo comigo e começou a meter o dedo em mim e voltou a chupar meu pau. A essa altura já estávamos completamente entregues e começamos a dar sinais de gozo. Logo, logo começamos a estremecer juntinhos e gozamos um na boca do outro. Foram tantos jatos de porra que fiquei com a boca toda melada e o seu marcos também. Depois nos beijamos na boca com a cara melada de porra. Descansarmos um pouco e então ele me alertou que teríamos que nos arrumar e instalar o ventilador, senão nossas mulheres chegariam e poderiam desconfiar que algo estava errado. Eu disse que queria comer aquele cuzinho gostoso dele mas ele disse que naquele dia não. Disse que eu deveria ter calma que ele ia dar jeitinho durante a semana da gente ir para um lugar onde a gente pudesse trepar à vontade.


Conto erótico: Meu primo me cumeu a força

Olá, galera, sou eu de novo, LaurinhoRJ, dos contos 022 e 023. Eu tinha cerca de 18 anos quando esta história que vou contar aconteceu. Minha infância e adolescência foram um tanto quanto atíPICA… fui criado por minha vó e tive sempre minha liberdade, para sair de casa e brincar com meu amigos na rua, muito reduzida. Em alguns horários pré-estabelecidos eu tinha permissão para ir até a casa do vizinho e brincar um pouco. Foi, inclusive, com meu vizinho e coleguinha Marcos que me iniciei sexualmente (mas isso é uma outra história). Cresci desse jeito, sempre desejando mais liberdade para participar das brincadeiras que os outros adolescentes de minha idade brincavam na rua. Sentia vontade de jogar futebol, soltar pica, digo, pipa, etc. Nesta época também calhou de vir morar conosco meu primo Luiz Fernando, que era um jovem de seus 19 anos. Bem, mas vamos ao fato propriamente dito. Calhou que, num belo dia, todos teriam que se ausentar de casa pelos mais diversos motivos: trabalho, consultas médicas, etc… e eu ia ficar sozinho em casa. Pensei logo comigo: “É hoje que vou me dar bem… vou prá rua e vou brincar até não agüentar mais”. Depois que todos saíram, fui para a frente de minha casa, onde diversos adolescentes estavam brincando, e me juntei a eles. Estava me divertindo bastante quando apareceu meu primo e, sem mais nem menos, foi em minha direção e me mandou entrar. No começo pensei que era brincadeira, mas ele falou com mais severidade na segunda vez e eu percebi que ele estava falando sério. Tentei dialogar mas foi inútel. Indignado e me sentindo humilhado, voltei para casa. Lá dentro discuti com ele. - Pô, você não podia fazer isso comigo… me humilhou na frente dos outros! - Foda-se… Sua vó te disse que não era prá você sair! - Foda-se você… eu vou sair e vou brincar!- Ah, é… então vamos ver… Dito isso ele avançou prá cima de mim, me empurrou sobre o sofá da sala e, sem que eu pudesse adivinhar suas intenções, puxou meu short, tirando, e me deixando nu da cintura prá baixo (na época eu não usava cuecas). Fiquei mais puto de raiva ainda e parti prá cima dele, tentando pegar meu short de volta. Como ele era maior e bem mais forte do que eu, não consegui meu intento. Era só ele segurar meu short com os braços levantados e eu já tinha dificuldades para pegá-lo. Durante minhas tentativas para recuperar meu short pude notar que Luiz Fernando estava diferente, bem estrovertido, excitado. Desconfiado que ele estava com segundas intenções comigo provoquei uma situação que era prá tirar a “prova dos nove”. Em determinado momento, quando ele trocava o short de mão em mão, DEI um jeito de entra no meu de seus braços e ficar de costas para ele, encostando meu traseiro no seu pau. Não tive mais dúvidas… meu primo estava de pau duro. Resolvi tirar vantagem da minha descoberta e reverter situação a meu favor: continuei entre seus braços e de costas para ele, mas com minha bunda bem grudadinha no seu pau. - Nossa, que pirocão, Fernando…! Falei, dando uma reboladinha bem assanhada no seu pau. Sua máscara caiu na hora e ele me agarrou sarrando seu pau na minha bunda, descaradamente, mostrando qual era realmente suas intenções para comigo. - Espera aí, espera aí – falei, escapando de seus braços – Vamosfazer um trato…! - Trato… Que trato porra nenhuma!- Calma… Você vai gostar! - O que é então? Fala logo, porra! - Tudo bem… É o seguinte: eu dou prá você e você deixa eu irlá prá fora brincar! Luiz Fernando pensou um pouco e topou e já foi abrindo a bermuda prá tirar a pica prá fora. - Calma – pedi, me dirigindo até ele e me ajoelhando a seus pés – Deixa que eu faço isso! Dito isto, baixei o zíper da sua bermuda, baixei-a até em baixo, deixando-o apenas de cuecas e passei a dar beijinhos na sua rola, sob a cueca. Fernando, que não esperava esse tipo de reação de minha parte, ficou super excitado com meu desempenho (ele não sabia que meu vizinho Marcos era um assíduo visitante do meu cuzinho e da minha boca). Querendo deixá-lo mais doido ainda, baixei sua cueca, liberando seu membro, que estava duro que nem um ferro, que logo soltou na direção do meu rosto. Era bem maior e mais grosso do que o do meu amiguinho Marcos, o que me deixou preocupado. Mas como quem tá na chuva é prá se molhar, parti prá cima do pauzão. Sem o auxílio das mãos, fiquei dando pequenas lambidinhas no seu pau, olhando bem sacana para seu rosto. Ele estava ficando alucinado de tanto desejo. Dava para ver pelos seus olhos. Em dado momento abocanhei, com um certo esforço (tive que abrir bem a boca), a cabeçona da sua rola e meu primo soltou um gostoso gemido de prazer. Não agüentando de tanto tesão, Fernando segurou-me pela cabeça e passou e socar sua pica dentro da minha boca, fudendo-a. Com minhas mãos em sua virinha eu limitava o acesso de seu pau na minha boca até no máximo 1/3 do seu tamanho. Seu pênis entrava e saia de minha boca num rápido vai e vem e, apesar da dificuldade que estava tendo para receber algo tão grande na minha boca, eu estava adorando a experiência de dar prá alguém bem mais velho. Num dado momento ele tirou seu pau e disse que iria me comer. Nessa hora tive medo, pois se o pau de Marcos, que era tão pequeno como o meu, já entrava doído no meu cu, quanto mais um que era o dobro. A excitação de meu primo não permitia que ele avaliasse a situação por esse lado. Com bastante energia ele me fez ficar de quatro em cima do sofá e ajeitou minha bunda para recebê-lo. Fiquei ali, submisso, esperando o pior. A dor começou assim que ele posicionou seu piru na minha entradinha. Já no ato de ficar esfregando o pau no meu cu procurando passagem eu já estava reclamando da dor. Quando seu pau forçou um pouco mais a passagem eu não agüentei, dei um berro de dor e pulei do sofá indo para ocentro da sala. - Não… tá doendo muito… eu não quero dar mais não! - Vai dar sim… por bem ou por mau…! Nem bem acabou de falar e ele partiu prá cima de mim. Vendo que ele estava determinado a me comer de qualquer jeito, rapidamente, corri, mesmo nu da cintura para baixo, para os fundos da casa, tentando fugir. Como era maior e mais forte não demorou para me alcançar. Nem bem tinha conseguido sair da casa e Luiz Fernando me pegou, me ergueu no ar e me levou para dentro, pro quarto dele, onde me jogousobre a cama. - Se tentar fugir de novo vou te encher de porrada, entendeu? Falou energicamente enquanto me dava um tapa no rosto. Chorando, obedeci, totalmente submisso, quando ele me mandou ficar de quatro sobre a cama. Ele então se posicionou atrás de mim e começou novamente a forçar sua rola no meu cu. Dessa vez ele foi mais bruto e cutucou com força seu pau no meu buraquinho. Dei um grito de dor e, chorando, implorei para ele parar. Sua resposta fui um forte tapa na minha bunda e uma ameça clara de agressão, caso eu repetisse meu gesto. Sem poder fazer mais nada, procurei alcançar um travesseiro com as mãos e fiquei aguardando sem impalado por aquele lança enorme. Luiz Fernando voltou a forçar a passagem e, de tanto tentar, meu cu cedeu e a cabecinha escorregou para dentro de mim. A sensação era de que eu estava sendo dividido ao meio. Com medo de apanhar, enfiei a cara no travesseiro e começei a chorar bastante. A dor ficaca cada vez maior a medida que seu pau ia entrando dentro de mim. Quando viu que eu não ia agüentar mais do que a metade de sua rola, Luiz Fernando parou por ali e passou e me comer num vai e vem que quase me fez desmair de dor. Ficou comendo meu cu e eu inundando o travesseiro de tanto chorar até que, sem avisar gozou dentro de mim. Depois de se saciar, Luiz tirou seu pau de dentro de mim e eu senti um tremendo alívio, apesar da dor. Querendo me livrar totalmente daquela situação, pedia a ele meu short para eu poder sair para a rua (não ia conseguir brincar mas não queria ficar com ele em casa). Na maior cara de pau ele me respondeu:- O trato era que eu deixaria você ir prá rua, e não que eu ia te dar o short… se quiser pode sair, mas vai sair pelado! Fiquei puto com o que ouvi e chorei mais ainda. Algumas horas depois os primeiros parentes começaram a chegar e meu primo me devolveu o short. Não me comeu mais esse dia, mas passou a me assediar direto e impedir minhas saídas. Depois desse dia Luiz Fernando demorou mais de uma semana para poder me comer de novo e então virou freguês do meu cuzinho. Ele me comeu tantas vezes que, quando meu amigo Marcos foi me comer, estranhou o fato do seu entrar sem nunhuma resistência dentro de mim. Hoje posso dizer, com orgunho, que tá prá nascer um pau que eu não dê conta. Se você quiser pagar para ver escreva para mim e vou te provar direitinho 


Conto erótico: DEFLORANDO O FILHO do MEU VIZINHO...

Bem,tudo começou numa festinha na casa do vizinho,na beira da piscina,musica e cervejinha.Um dos filhos do meu vizinho veio puxou papo normalmente,ja tinhamos amizade de alguns anos,o nome dele e Fabricio tinha 16 anos,bonito mas,sempre achei ele muito delicado.Eu estava deitado numa espreguissadeira de sunga e ele sentado num banco do meu lado,a gente papiando,falando uma sacanagens e derrepente percebi que o garotinho nâo tirava o olho do meu cacete,ai pra sacanear eu passava a mâo toda hora ate que fiquei de pau duro e ele olhava,entâo segurei na rola,por fora da sunga,claro e perguntei em tom de brincadeira se ele estava gostando e ele comentou que pelo volume deve ser um cacetâo que a minha namorada estava bem servida,ai eu disse que era uma pena ela estar viajando que esta louco para servi-la e ele olhava admirado para o meu volume que pulava quase fora da sunga,perguntei se ele nunca tinha visto a rola de um outro homem,ele falou que so viu de garotos na escola do irmâo tudo pequeno,ai mandei,que ver a rola de um macho de verdade,ele gaguejou mas disse que tava afim.Com o pretexto de buscamos uns cds fomos ate a minha casa,chegando la ele disse"Ricardo baixa logo essa sunga e deixa eu pegar logo nesse cacete,porra!Obedeci, botei a jeba pra fora e ele alisou ,apertou e eu falei que se quizer pode chupar,no que ele caiu de boca,mamou como um bezerrinho famito,que delicia!Ai eu disse pra ele"vc gosta e de um macho,viadinho"Ele "agora tenho certeza"Eu disse que ele ia fazer a vez da minha mina que ia mete no seu cuzinho e ele falou"mete mas,bem devagar que eu nunca dei para um homem"ai fomos para meu quarto peguei um gel passei no seu cuzinho lindo meti um dedo e ele gemia meti dois,bulinei bastante.lubrifiquei a rola,foi sem camisinha mesmotava louco pra inundar de porra aquele rabinho novinho,ai eu encostei a cabeça no cu dele,por eu ter uma rola bem grossa,tava dificil a penetraçâo ai tive de forçar a entrada,qdo a cabeça violou aquele anelzinho ele deu um gritinho e pediu meter tudo logo,que ele sempre sonhou em sofrer ao ser arrombado por um macho de verdade,pra que que ele pediu,meti tudo de uma vez,ele gemia e pedia mais...ai eu bombei cavalarmente naquela bundinha lizinha e gostosa,entÂo chegou a hora de gozar,e ele falava goza no rabo do seu viadinho,ai explodi,o pau chega latejava de tesâo...tirei e olhei aquele cuzinho dilatado escorrendo um filete de esperma,e mandei ele limpar meu caralho com a boca,o q ele fez com muita satisfaçâo.Pegamos uns cds e voltamos para o churrasquinho,Fabricio se recolheu mais cedo com dores nos quadris e no cuzinho.Metemos muitas outras vezes ele virou uma putinha.Se vc gostou da minha estoria e quer ser uma putinha (ate 22 anos),me escreva.Abraço.


Conto erótico: O Pai do meu colega

Esta história começa quando eu tinha 16 anos e fui estudar fora de minha cidade. Era um garoto cheio de energia e de curiosidades sobre a vida, com desejos e também muito tesão. Desde mais jovem tive algumas brincadeiras eróticas com amigos e vizinhos mas nada mais que punhetas e toques, o que sempre me deixou com curiosidade e vontade de tranzar com homens. Sempre fui muito comunicativo e logo fiz vários amigos. Um deles foi muito especial, se chamava Marcelo, sempre presente me ajudou muito na adaptação à nova cidade. Tinha os pais separados mas uma ótima relação com ambos. Logo estava freqüentando a sua casa.
Foi quando conheci o pai de Marcelo. Ele se chamava Antônio, era um homem de 1,80 m, corpulento, coxas grossas, 45 anos, moreno e dono de uma voz forte mas calma, que deixava uma enorme segurança pairar no ar. Logo nos tornamos muito amigos, estava sempre na casa deles e muitas vezes dormia lá. Não demorou para me tornar intimo de Antônio. Várias vezes ficava sozinho com ele, principalmente quando Marcelo viajava com a mãe. Jantávamos, víamos filmes, passeávamos e conversávamos sobre todos os assuntos, inclusive sexo. Ele falava como gostava que tocassem, beijassem e até as posições que mais lhe davam tesão. Ele adorava sexo oral e anal, ao ponto de não tranzar com quem não gostasse de anal. Enquanto ele me relatava suas aventuras eu ficava me imaginando no lugar das mulheres que ele comia com aquele tesão todo. Não sei se ele percebia meus pensamentos mas sempre que estávamos sozinhos ele guiava o assunto até o sexo, muito malicioso e com o olhar sacana, complementado pela sua voz forte que me fazia tremer e arrepiar todo. Estava com muita vontade de ser possuído por aquele homem, tanto que todos os dias me masturbava imaginando como seria dar minha bunda virgem para Antônio e várias vezes acordei todo lambuzado de porra depois de sonhar com ele. Imaginava sendo atacado como uma fêmea, chupando seu pau, ele arrancando nossas roupas, colocando seu pau no meu cuzinho virgem. Estava com muita vontade de dar para ele. Um dia fui até a casa de Marcelo mas encontrei apenas Antônio que me falou da viagem do filho e que ficaria uma semana sozinho. Me convidou para ficar com ele para o jantar e depois ver um filme, e como era sexta-feira poderíamos ficar até mais tarde. Aceitei, meio trêmulo, e é claro que ele percebeu pois deu um sorrizo maroto e disse que nós iriamos nos divertir muito. Jantamos e fomos até a sala para beber umas cervejas e assistir um filme na TV. Depois de alguma conversa e de umas cervejas ele disse que tinha uns filmes pornô guardados e que se eu quizesse poderia escolher uma que eu gostasse para assistir. Aceitei de cara, já um pouco solto e mais calmo pelo álcool, indo com ele até o quarto onde ele tirou uma caixa do armário com várias fitas. Sentei na cama para olhar o conteúdo da caixa, então ele sentou ao meu lado e me ajudou na escolha, chegando bem perto de mim e encostando seu corpo forte no meu, deixando sua mão repousar na minha coxa. Meu coração parecia que iria sair pela boca. Antônio chegou bem perto e sussurrou no meu ouvido: “Calma, você vai gostar muito”. Dei um suspiro fundo que delatou meu desejo. Ele colocou a mão na caixa, quase se debruçando sobre mim e tirou uma fita - “Esta é muito boa, a melhor”. Levantou, colocou a fita no vídeo cassete e sentou ao meu lado, tocou minha coxa e me disse para tirar o sapato e sentar na cama. Deixou apenas a luz do abajur acesa e se deitou ao meu lado, ficando escorado na cabeceira da cama. Ele estava com uma calça leve de algodão e camiseta, tinha um perfume suave e agradável. O filme começou direto com uma chupada num pau enorme, devia ter quase 30 cm e acabou com um sexo anal em todas as posições possíveis com o cara enchendo a boca de porra. Fiquei me imaginando levando o pau do Antônio como no filme e logo me excitei. Olhei para Antônio e ele estava me observando com um sorriso sacana e com uma das mãos dentro da calça - “Que acha? Gostou né? Eu também” - e olhou para baixo em direção à cintura. Acompanhei seu olhar e tive um susto - seu pau estava duro, levantando a calça como uma tenda. “Nossa....Grande...” - comentei. “Quer ver? Só que daí vai ter que sentir também” - disse com a voz macia. “Eu sei que você quer, mas tá com medo né? Vamos ver até onde vai, te garanto que vamos nos dar bem. Também estou louco por ti”. Aquelas palavras me desarmaram completamente, virei para ele e disse: “Quero sim! E vou até onde você quizer”. Ele sorriu, passou a mão no meu rosto e começou a me beijar, primeiro com ternura, depois com desejo. Ele começou a me despir e a me acariciar, peito, barriga, coxas... Colocou a mão entre minhas pernas e acariciou meus testículos. Encolhi as pernas e ele, sem parar de me beijar, tocou meu cuzinho com o dedo, queria ele todo dentro de mim. Ele pegou algo na gaveta e voltou à ação. Lambusou o dedo e foi introduzindo bem devagar. Sentí que seria doloroso mas relaxei o máximo. Depois de alguns minutos ele já estava com 3 dedos me dilatando. Ele ficou em pé e pude ver que sua calça estava mais cheia pela sua vara, meu coração pulou. Fiquei de joelhos na frente daquele garanhão, fui baixando com dificuldade a sua calça e seu pau saltou na minha cara. Era um pouco curvo para cima, com uma veia bem saliente no lado e uma cabeça mais grossa que o corpo (depois medi: 19X15 cm). Comecei a chupar como ele havia me ensinado nos seus relatos. Alguns minutos depois ele me disse que iria gozar, tirou seu mastro da minha boca e começou a jorrar sua porra grossa e quente no meu rosto, pescoço, peito e um jato foi direto na minha boca aberta - delícia. Nunca tinha visto tanto leite, nem em filme. Segurei seu pênis ainda duro e comecei a lamber de leve até ele amolecer. Nos olhavamos nos olhos e disse que não conseguiria ficar mais sem aquele leite. Ele riu, me levantou e me beijou novamente - “Espera então eu meter ele todo nessa tua bundinha gostosa”. Fomos tomar um banho, sempre nos acariciando, beijando e nos excitando. Coloquei as mãos na parede, atirei minha bundinha para trás, abri bem as pernas e ele, de joelhos, começou a lamber minha bunda, rego e ânus. Sua língua entrava e saía do meu cuzinho me levando às nuvens, em meio à sussurros e gemidos. Eu estava com tanto tesão que quando me dei conta Antônio estava de pé e com seu pausão forçando a entrada do meu anelzinho que logo cedeu e deixou a cabeçona daquela tora abrir caminho. Quiz fugir mas ele me segurou pela cintura e minha única e deliciosa opção era atirar minha bunda mais para trás e receber cada centímetro daquele torpedo. Em alguns minutos Antônio estava estocando com força e nossos corpos eram um só, parecia um sonho. Com aquele entra-e-sai alucinante e um tesão maravilhoso, gozei sem nem tocar meu pinto juvenil, apertando com o cú, agora dilatado, a verga do meu macho e fazendo ele explodir num orgasmo gigantesco. Sentí cada pulsação e cada jato de esperma daquele homem delicioso dentro de mim. Ficamos juntos naqueles 3 dias, com muito carinho, tesão e sexo. Nos encontramos por mais 2 anos, quase diariamente, e realizamos muitas fantasias, até que tive que mudar de cidade, mas feliz e muito bem ensinado na escola do sexo.


Conto erótico: Um dente furado e um dentista furador.

Sou uma pessoa bastante descomplicada. Gosto de sentir e dar prazer não importa se a homens ou a mulheres, o importante é sexo. Tenho 1.78, 72 kg e 21 cm de rola,sou negro, tenho 23 anos, um porte físico bem interessante, pois faço natação e academia. Passei uma semana ruim, pois meu dente estava furado e por conta disse estava sentindo um pouco de dor. Resolvi ir ao dentista, mas como estava sem disposição de marcar consulta resolvi ir a um daqueles dentistas de bairro, “os açougueiros” como diziam meus amigos. Era fim de tarde, pensei de não encontrar ninguém, mas tentei assim mesmo, pois passar fim de semana sentindo dor não é nada agradável. 
Fui atendido por uma senhora gorda que logo pediu que eu entrasse, o doutor estaria comigo logo em seguida. Fiquei pensando naquela espelunca de consultório, o dentista devia ser um daqueles velhos fracassados. Fiquei pasmo quando um garoto entrou e perguntou qual era meu problema. Relatei sobre a dor e ele pediu que abrisse bastante minha boca. Fiquei ali de boca aberta e ele me examinado. “É um dente cariado”, disse. Ele começou a trabalhar em minha, como a posição não estava muito boa ele abaixou um pouco mais a cadeira. Eu agora estava não mais sentado e sim quase deitado na cadeira do dentista. Ele passava de um lado para o outro e de vez em quando roçava seu pau em meus ombros, pedindo sempre desculpa. Pelo fato de ser negro nunca pensei que um branco fosse bom de cama, por isso nunca havia tentado nada inter-racial. Quando ele terminou disse que eu poderia mastigar sem problema e que marcasse uma consulta, pois eu teria que possivelmente fazer canal no dente. Eu pergunte com a maior cara de pau: “E chupar, posso também?”. “Depende do que você vai chupar, não aconselho nada muito gelado...”, respondeu. “Refiro-me a algo quente, como aquilo que estava tocando meus ombros, tava muito gostoso, fiquei imaginando na minha boca.” Ele pediu que eu aguardasse e saiu um momento, voltando em seguida. ”Pronto, onde estávamos?”. Foi logo abrindo o zíper da calça deixando à mostra um belo volume. Seu pau era quase do tamanho do meu, um pouco menor, mas um pouco mais grosso.Aproximou-se de mim e colocou minhas mãos sobre sua cueca. Depois tirou a cueca e exibiu um lindo pau com uma cabeça bem vermelha, parecia um morango. Não resisti e cai de boca, chupava com dificuldade, efeito da anestesia. Não estava sentindo muito prazer físico, mas psicologicamente sim. Que delícia de pau. Ele tirou toda a roupa e eu tirei a minha também. Ele se aproximou outra vez de mim e dessa vez cai de boca em meu pau. Nossa! Que boca quente aquele, que talento. Resolvemos fazer um 69. Ficamos assim por algum tempo. Ele passou a língua em minha bunda. Era uma sensação deliciosa. Perguntou se eu tinha preservativo. Abri minha carteira peguei. Seu mastro estava duro como ferro e o meu Tb. Ele me conduziu a sua cadeira, dessa vez para colocar outro tipo de ferro em outra boca, minha bunda. Fiquei de frango assado e ele foi metendo, em princípio bem devagar, e depois dando estocadas cada vez mais fortes. Eu fui ao delírio, meu dente careado havia me dado um foda e tanto. Ficou metendo em mim por uns 30 minutos, era insaciável o cara e que fogo. Quando terminou perguntou se eu curtia comer também, pois era versátil. Eu apenas peguei a camisinha e comecei a colocar no meu pau. Ele ficou de quatro e eu fui penetrando como um cavalo penetra uma égua. Meu dentista era o encaixe perfeito, era um belo conjunto: pau gostoso, boca quente e bunda bem receptiva e gulosa. Penetrei aquele homem como se fosse a minha última foda, como se fosse morrer logo em seguida. Era uma delícia sentir ele apertando o cu a cada estocada. Coloquei-o na posição de frango assado e penetrei olhando em seus olhos. Meti tudo. Quando estava tudo enfiado dei-lhe um selinho, não sabia se ele curtia beijo, mas ele me agarrou pelo pescoço e deu-me um beijo de língua. Era o ápice da foda. Gozei como louco, aliás, gozamos como loucos. Limpamos-nos e eu disse que marcaria outra consulta. Ele pediu que eu voltasse se possível sempre ao final do dia, pois como naquele dia ele poderia dispensar a sua secretaria e teria tempo pra um trato especial. E que trato. Acabei me tornando cliente fixo e vip do consultório de dentista do bairro. Gosto de ir ao “açougue” buscar e levar lingüiça, ovos e ainda beber leite e dar leitinho quente.


Conto erótico: QUE PADRE SAFADO

Antes de relatar me conto aqui quero deixar bem claro que não sou pedófilo e não concordo com quem é, mais pelo que venho acompanhando muitos casos na minha opinião não e pedofilia, e me explico o porque, nesta nova onda de caça aos pedofalos estão confundindo corrupção de menor com pedofilia, pois na minha opinião uma pessoas que já sabe responder seus pais e andar dizendo que esta ficando com alguém mesmo sendo de menor e fica ate as altas madrugada na rua e só gosta de estar com pessoas mais velhas que ele já sabe o que quer, o que vemos hoje pessoas tirando proveito desta onda e recriminando pessoas pelos seus actos, mais o que as autoridades não estão levando em conta e que em pais mais civilizados pedofilia e quando o menor não tem noção do que estão lhe fazendo ou acontecendo agora vir me dizer que uma garota ou um garoto com 15 anos ou mais esta sendo induzido a fazer algo me poupe conta outra, o porque estou falando tudo isto para vocês, pois agora vou relatar um fato que me aconteceu comigo quando na época tinha 15 anos olha que hoje estou com 57 anos e por ver o que vem acontecendo que quero deixar aqui este meu relato e meu desabafo contra o que vem acontecendo, dizer mais sou de uma época que tudo era pecado mais aconteceu e tudo com o meu consentimento.
Sempre que podia ia até a casa paroquial e ficava conversando com o padre Marcos as coisas que queria saber da vida até que um dia ao chegar la o mesmo e ter liberdade de entrar casa dentro vendo que não tinha ninguém na sala e ouvido barulho de agua caindo do chuveiro fui até la e para minha surpresa o Padre Marcos estava tomando banho, fiquei a espreita vendo aquele homem bonito ali de baixo d'agua e quando percebi estava de pau duro, para que não me visse voltei e la da sala chamei seu nome o que me respondeu que já viria me atender e ali fiquei a sua espera o que não demoro e veio vestido com sua batina e me pergunto o que eu queria o que lhe falei conversar sobre uma coisa que me vinha deixando sem sono o que me respondeu falei ai lhe contei do meu desejo por outro homem o que me falou que isto era normal pela minha formação sexual e começamos conversar.
Onde me perguntou se já havia tido alguma coisa com outros meninos o que lhe respondi que sim, onde um amigo me batei uma punheta para mim e eu para ele e depois fizemos um troca troca onde um comeu o outro, o que Padre Marcos me falou isto não e certo mais acontece, olhei para ele e falei sabe sempre que venho aqui fico imaginado coisas, o que me perguntou o que por exemplo, ai me soltei e lhe falei nos dois junto Padre onde fazemos como faço com meus amigos quando vamos nadar, Padre Marcos veio e se assentou ao meu lado e me falou como imagina nos dois filho eu lhe contei minha imaginação para o mesmo onde nos dois fazemos de tudo na cama onde ele me comi e vicie verso, conversamos sem um tocar no outro e depois Padre Marcos me falou que tal você vir aqui a noite depois das oito onde já estou mais a vontade e podemos conversar melhor sobre nos dois o que acabai concordando, antes de sair perguntei ao Padre se era errado lhe pedir um beijo o que me falou que não e acabamos nos beijando na boca pois era o que eu queria fazer e que delicia que foi pois o Padre Marcos me beijo e meteu sua língua em minha boca o que adorei aquilo e sai todo todo dali na espera de voltar mais tarde o que acabou acontecendo.
No horário combinado la estava eu na casa paroquia, o Padre Marcos quando me viu me falou me espera que já vamos ficar mais a vontade viu o que concordei e fiquei ali assistindo TV na sala enquanto o mesmo atendia umas carolas da Igreja, só de pensar o que ia acontecer fiquei de pau duro que tinha que me disfarçar para esconder o volume que ficou na frente, e assim que o Padre Marcos dispensou as carolas e ficamos só me falou pronto agora a noite e só nossa meu lindo e indo até o seu quarto e voltando estava só de cuecas e me pediu para ficar a vontade onde também tirei minha roupa e por não usar cuecas fiquei nua em sua frente e Padre Marcos quando viu minha pica me falou nossa vou me dar bem nesta noite, e se abaixando na minha frente começou a me chupar e fazer carinho na minha bunda e meter o dedo no meu cuzinho o que eu estava adorando e segurando sua cabeça comecei a fazer o movimento de entra e sai na sua boca o que adorou e tirando um pouco o meu pau da sua boca me falou nossa você e safadinho em sabe fazer a coisa certa e voltando a me chupar o que acabou metendo o dedo no meu cuzinho e colocando até o meu saco em sua boca que delicia e chupando e me dizendo isto e para deixar você mais excitado e vai demorar para ficar mole meu menino, foi ai que o alertei que ia gozar e o mesmo balançando a cabeça como me dizendo goza que vou beber seu leitinho e não deu outra.
Depois daquela gostosa mamada fomos para seu quarto onde deitamos e ali fizemos um 69 gostoso e depois como uma putinha senvergonha lhe pediu para me enabar onde me falou espera tudo a sua hora meu menino, a visita aqui e que come primeiro e ficando de quatro em cima da cama me pediu para que o enrabasse o que adorei e ficando de joelho atrás dele comecei a penetração e ao mesmo tempo batendo uma punheta para o mesmo, antes de gozarmos comi ele de frango assado onde gozei em seu cuzinho e o mesmo em nossas barrigas nossa foi de mais, ai foi minha vez e quando vi aquela pica linda antes de recebe-la no meu cuzinho dei mais uma chupada e fiquei de quatro onde pedi vem meu Padreco me come o que quando começou a me penetrar doeu um pouco mais como um bom viadinho aguentei firme e quando vi estava tudo dentro de mim e comecei a rebolar naquela pica gostosa, e gemer pedindo para que não parasse de me comer, Padre Marcos me comeu de todo jeito ali em sua cama e foi tão gostoso que o tempo que o mesmo ficou em nossa cidade fomos um amante do outro, quero deixar bem claro que tudo aconteceu com o meu consentimento e minha aprovação, tanto e que depois que Padre marcos foi embora me tornei amante do novo Padre pois fiquei tarado por Padre só que este eu mais comi do que dava para ele, hoje quando vejo um Padre me da o maior tesão que já quero meter com ele...


Conto e erótico: MEU VIZINHO, ENFIOU SUA VARA EM MIM

Meu vizinho é um cara muito gostoso, mais sua mulher faz marcação cerrada. Ele quando me vê, sempre lança um sorriso, daqueles que quer dizer; Ainda vou te comer! ´da uma pegada na rola por cima da calça, e vai embora.Certo dia, ele chega em casa, e já esta tinha bebido umas, e nos encontramos no portão. Papo vem, papo vai, ele me convida para entrar em sua casa. Ele dizia; vamos, não tem ninguem em casa. minha mulher e meu filho, não vão voltar hoje. Essa noite dormirei sozinho. Então resolvo entrar, meu corpo ardia de vontade, queria sentir aquela vara dentro de mim. Aquela seria a oportunidade, vou aproveitar. Assim que ele fecha a porta, me agarra, e me tasca um beijo na minha boca. O abraço forte, sentindo aquele corpo junto do meu, e ele tambem me abraça forte, quase querendo entrar com seu corpo dentro do meu. Sabia que eu estva louco por isso? Eu quero te comer como nunca comi ninguem. Você não sai da minha mente. Ouvindo tudo isso, digo a ele para aproveitarmos cada minuto, e ele concorda. Minutos depois, estava eu passando a minha lingua por todo o seu corpo, e ouvindo seus gemidos. chupei cada cantinho daquele corpo; seus mamilos, seu abdomem, sua virilha, suas bolas e por fim aquela rola. Chupei com vontade aquela vara dura. Você está gostando Luciano? perguntava Alessandro para mim. Eu com a boca cheia, respondia apenas , hummm!! tirava a boca daquela rola, e dizia; estou adorando, então chupa mais! vai, chupa que daqui a pouco quero meter ela todinha no seu cuzinho. Aquela palavras me deixa louco de tezão, e eu chupei o quanto quis, e derrepente, ele se levanta, e me coloca de quatro, enquanto dizia; Nem acredito que essa bundinha vai ser todinha minha. Ia ficar louco se eu não comesse esse cuzinho. É vai ser todinha sua, vai, Alessandro, me come! castiga esse cuzinho que é todinho seu. Ele prepara aquela rola com bastante saliva, enquanto eu ardo de vontade de ter aquela vara dentro de mim. Alessandro advinhando meus desejos, mirou sua rola na entradinha do meu cú, e começa a enfiar. Sinto o inicio da penetração, me contraio um pouco, e ele diz, relaxa, eu vou colocar bem devagar, para você ir sentindo cada pedacinho da minha rola entrando. E cada pedacinho que ele enfia eu dou uma gemidinha, acompanhado de um gritinho. Está bom assim? você vai aguentar ela todinha, não vai? Vou sim Alessandro. isso! bom menino. Mais uma estocada e seu pau está todinho dentro do meu cú. Dava para sentir sua bolas do lado de fora bem na entradinha do meu cú. Alessndro colado em mim, sinto, ele começar o vai e vem, e os meus gemidos aumentam a cada estocada, Isso! Alessandro, castiga esse cuzinho, vai! to castigando, que delicia de cuzinho. E todinho seu, vai, come! começo a contrair a musculatura do meu cú, dando pequenas mordidas no pau dele, isso, Luciano, vai, morde mais o meu pau. Que tesão. Enquanto eu mordo sua rola com meu cú, ele enfia com força no meu cuzinho, arrancando de mim longos gemidos e gritinhos. Deixando assim Alessandro com mais tesão. Essa brincadeira deliciosa continuou por mais alguns minutos, até eu ouvir da boca dele que ele estva quase gosando. Então vamos gosar juntos, e ele pega no meu pau e começa a me masturbar, sem para de socar aquela rola em mim, com vontade e força. Estamos prestes a gosar, nossos gemidos sairam de controle, nossos corpos ardiam em tesão, quando juntos começamos a gozar. Meu cú começou a contrair com mais força, enquanto eu gosava, e alessandro dizia; isso!! morde mais , morde com força, continua a morder, eu estou gosandoooo. Que delicia, eu sabia que não ia me arrepender. Luciano você é a minha melhor transa. caimos exaustos, felizes por aqueles momentos. Luciano? humm!! quero que você seja só meu. E assim adormeceram.


Conto erótico: O caminhoneiro cacetudo

 O que vou contar aconteceu comigo , bom tenho 19 anos .sou loirinho tenho olhos azuis pele clara . há cinco anos atraz eu morava perto de um posto de gozolina onde varios caminhoneiros parava para dormir , como eu estudava do outro lado sempre tinha que atravessar o posto pra chegar até o colégio , até entao nesta epoca eu era completamente virgem , tinha meus desejos de ficar com homens mas nao passava so de desejo , um dia estava voltando do colegio e resolvi parar no posto para ficar observando os caminhoes que ali parava , andei por varios lugares do posto , e resolvi entrar no banheiro . ao entrar tinha ums tres homen la dentro , um estava saindo com uma toalha pendurada no ombro , e persebi que tinha outros tomando banho pois fazia barulho de chuveiro . fiquei no lavatorio fingindo que estava lavando minha mao , escutei um dos chveiros desligar e a porta do banheiro abrir , ao olhar pra traz meu coraçao desparou e minha perna ficou bamba , fiquei totalmente sem açao . vi um coroa ele devia ter uns 40 anos por ai de barba e pelado ele estava se enxugando . ele percebeu como eu tinha olhado , mas nao falou nada pegou a toalha e começou a secar seu pau . nossa eu nao estava conseguindo sair do lugar . eu nunca tinha visto um pau de outro homem antes e o dele mesmo mole era grande , ele olhou pra mim e sorriu .. vestiu uma bermuda e saiu .. e eu continuei ali . o outro chuveiro tambem desligou . e eu me virei de costas pra ninguem perceber . saiu outro coroa este tinha bigode era branco grandao deveria ter tambem uns 40 anos . no lavatorio tinha um espelho onde eu podia ver tudo , ele estava com a toalha enrolada na cintura . ele mexeu em uma bolsa q estava pendurada tirou uma cueca azul de dentro dela . e olhou direto pro espelho e me viu olhoando ele . ele começou a asoviar . e tirou a toalha e começou a se secar , e sempre olhava pro espelho . ele pegou no seu pau e ficou balançando ele . nossa neste hora pensei que meu coraçao iria sair pela boca . fiquei com medo mas nao conseguia sair dali . e ele muito sacana ficou pegando no pau dele e olhando pra mim . nunca tinha visto um pauzao daquele . o pau dele tinha ficado meio duro . ai ele vestiu a cueca colocou uma bermuda e foi ate o lavatorio , começou a lavar suas maos e me perguntou . oque faz aq ?? eu gagueijando disse vim lavar minhas maos . e ele falou , mas tem mais de 20 minutos que vc ta aqui . eu estava te vendo pelo buraco da porta .. eu fiquei gelado .. e sem açao . ele chegou perto de mim apertou minha bunda e falou .. esta bundinha ja levou ferro ?? eu nao conseguia falar so balancei a cabeça dizendo que nao .. ele deu um sorriso e falou . quer levar ferro nesta bundinha ?? nesta hora meu coraçao foi a mil . balancei a cabeça dizendo que sim ,, mas nen sabia oque estava dizendo , pois estava completamente , paralizado . ele falou no meu ouvido vou sair e vc me segue até meu caminhao . vou dar uma mamadeira pra vc . e saiu . eu joguei agua no meu rosto e pensei em ir embora , mas minha vontade era maior , e resolvi ir . quando sai do banheiro ele estava parado na porta de um caminhao grande vermelho , e fez sinal pra mim . fui até la , entrei ele fechou a porta e foi arrumando as cortinas do caminhao . eu estava gelado . ele tirou e bermuda e ficou de cueca . e disse pra mim tira este short fica peladinho que vou te dar um trato . ai eu falei que nunca tinha feito aquilo . ai ele falou mas voce quer ?? eu balancei a cabeça dizendo que sim . ai ele pegou minha mao pois no pau dele e disse olha o tamanho da sua mamadeira tirou a cueca e eu vi um pau imenso que mal cabia na minha mao , e ele disse mama gostoso . eu sem jeito coloquei minha boca no pau dele e ele começou a gemer e forçava minha cabeça pra baixo e fui chupando chupando até q ele parou e falou deita aq de bundinha pra cima deixa eu ver seu cuzinho . deitei e ele abriu minha bundinha e falou nossa mas que cuzinho lindo todo rosinha hummmm . e começou a passar a lingua nossa foi a sensaçao mais deliciosa q eu ja tinha sentido , ele lambia meu cuzinho e falava . hoje voce sai daq sem seu cabacinho vou arrombar este cuzinho lindo . hoje voce vai ser minha putinha . ele falava isso e eu ficava com mais medo doq ja estava .. ai ele pegou um gel q estava embaixo do banco passou no meu cuzinho e no pau dele , e falou vai doer um pouquinho mas depois voce vai gostar .. e veio pra cima de mim . encaixou seu pau no meu cuzinho e foi forçando , nossa na hora q começou a entrar eu comecei a gritar dizendo q nao queria mais , que estava doendo . ele falou vc quer sim vc vai aguentar meu cacetao todinho neste cuzinho sim vc nao queria dar ?? agora vai dar sim e soltou seu corpo em cima do meu e eu senti meu cuzinho sendo rasgado . tentei fugir ele me segurou . com uma mao tapou minha boca e falou vou por tudo no seu cuzinho minha putinha , e foi empurrando aquele pauzao todo . nossa cada pedaço q entrava parecia que estava estalando algo parecia que meu cuzinho estava arebentendo 
, eu comesei a chorar , mesmo asim ele nao parou . enfiou tudo ate eu sentir seus pentelhos bater na minha bundinha . ai ele falou ta vendo , nao falei q vc aguentava , agora relaxa que ja ta tudo dentro da sua bundinha .. e começou a bombar . dizendo q meu cuzinho era maravilhoso que eu era sua putinha manhosa , e foi almentando o ritimo . até q ele soltou um grito e falou toma leitinho no cuzinho toma .. eu ja nao tinha mais forças .. ele saiu de cima de mim eu ainda estava chorando e ele falou .. depois disto vc vai me agradecer . me deu um beijo vesti minha roupa . ia descendo do caminhao ele segurou no meu braço e falou daq a 15 dias estou de volta e sei que voce vai contar os dias pra vir dar seu cuzinho pra mim de novo .. desci do caminhao todo arrombado . fiquei uns 4 dias com dor na minha bundinha . depois de cinco dias comecei a contar os dias pra ele voltar e dei pra ele de novo ...


Conto erótico: Sexo anal com primo

Minha primeira vez com uma pessoa do mesmo sexo, aconteceu quando eu tinha 18 anos, minha mãe viajou e pediu para que meu primo ficasse na minha casa me fazendo companhia. Eu já sabia o que ia rolar, pois meu primo era um pervertido e havia muito tempo que eu o admirava e fantasiava dormir com ele. Ele sempre se gabou por ter um pênis enorme e eu não via a hora de confirmar a veracidade da informação. Lá pelas 23h decidimos ir "dormir". Fomos ao belixe, ele na parte de cima e eu embaixo. Ficamos deitados e calados por alguns minutos, até que ele me perguntou: -Bruno, você bate punheta?
-Às vezes, porque?
-É que eu tou batendo uma agora (Não respondi, porém coloquei um sorriso no rosto).
-Você quer ver?- perguntou ele sussurrando.
-Aham, respondi meio sem jeito.
Subi para a parte superior do belixe, de imediato ele colocou a mão no meu calção e segurou meu pênis. Ele começou a me masturbar e pediu que eu fizesse o mesmo com ele, ficamos nisso por um tempinho. Depois ele disse:
-Eu deixo você meter na minha bunda, se você deixar eu meter na sua depois. (É claro que foi só uma tática que ele usou para conseguir me penetrar já que eu não tinha a menos experiência, o contrário dele.)
Aceitei a proposta, mas não logrei muito, e logo ele pediu que eu saísse de cima dele, não cheguei a penetra-lo, mas senti um tesão imenso, por ser minha primeira vez. 
Ele me deitou com a bunda pra cima, e deitou-se por cima de mim. Seu pau era realmente grande e fez um esforço para entrar, eu estava totalmente a vontade e relaxado, quando senti aquilo dentro de mim quase delirei, era maravilhoso, principalmente depois que ele começou a bombar. Sentia seu saco repousar no meu rabo, não senti dor, apenas prazer. Ele gemia e pedia pra eu fazer o mesmo, não fiz pois sentia vergonha. Ele gozou dentro de mim e fomos tomar um banho (separados). Depois ele me disse:
-A gente fez isso aqui mas ninguém é veado não, viu.
Concordei, mas no fundo eu sabia, que era aquilo realmente o que eu queria.
-ESSA É A HISTÓRIA REAL DA MINHA PRIMEIRA VEZ, POR ISSO NÃO É MUITO EXCITANTE. Porém eu e ele voltamos a ficar a sós, e eu diz coisas que nunca havia sonhado em fazer. Tipo:
"filme pornô, sexo oral, Sozinhos em casa, posições diversas, uma semana inesquecível de muito sexo, sozinhos no meio do mato. Se estiverem afim de saber todos os detalhes dessas fodas reais e todos os seus detalhes sórdidos, comentem que eu CONTO. Digam sobre quais dos assuntos acima você quer saber.

 
Support : Creating Website | Johny Template | Mas Template
Copyright © 2011. Anal Amador - All Rights Reserved
Template Created by Creating Website Published by Mas Template
Proudly powered by Blogger