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Conto erótico: Cú de bêbada tem vários donos
Oi pessoal, meu nome é Rebeca, tenho 25 anos sou loira de cabelos cumpridos corpo bem torneado e seios médios. A história que passo a narrar aconteceu no carnaval de 2003.
No carnaval de 2003, eu e meu marido alugamos uma pousada na praia de Itamambuca, litoral paulista.
Esta praia é muito frequentada por surfistas, como o meu marido Flávio.
Flávio é apaixonado por ondas, desde o nosso namoro ele frequenta praias que oferecem este esporte.
Enquanto meu marido ficava horas pegando ondas eu aproveitava p/ me bronzear e fazer amizades com outros surfistas, e foi no segundo dia que conheci uma galera de taubaté, que haviam alugado uma mansão próximo á pousada que nos hospedamos.
O pessoal era muito animado e tambem muito bonito, eram cinco no total. Bebiam muito e logo fizeram amizade com o Flávio que tambem adorava tomar todas as cervejas que estiver a seu alcance.
Nesta noite, eles nos convidaram p/ uma festa que iriam dar em homenagem a um amigo do grupo que estava aniversariando.
Depois das dez chegamos a mansão onde estava rolando o maior som e muita bebida. A festa estava super animada e tinha muita gente bonita. Flávio se enturmou logo com o pessoal e ficamos bebendo e dançando a noite toda. As bebidas servidas eram muito variadas e algum tempo depois o Flavio começou a passar mal por misturar muitas delas.
Chegou ao estado de ser carregado p/ a pousada, mas o pessoal insistiu p/ que eu retornasse a festa, pois a mulherada estava escaceando e tinha muita noite ainda para ser aproveitada. Como o Flavio estava meio desacordado, resolvi seguir com eles p/ a festa.
Ainda estava meio animada e comecei a beber uma mistura de menta c/ vodca, como a bebida era meio doce, demorou um pouco para fazer efeito porque eu estava dançando bastante. Porém em determinado momento, não estava mais ciente dos meus atos.
E foi justamente quando sobrou só eu e os cinco rapazes que perdi as estribeiras. Hora dançava com um
e outro vinha por trás fazendo um sanduiche e me agarravam com força, esfregando seus corpos no meu e aquilo foi ficando gostoso demais. Nem pensava mais no Flavio, estava tão bêbada que nem me importava quando os rapazes começaram a me beijar na boca e passar a mão na minha bunda, seios e na buceta. Aquela brincadeira começou a ficar cada vez mais louca quando percebi que todos estavam sem roupas e começaram a pedir p/ mim fazer um strip tease.
Como já não raciocinava mais, cai no embalo e tambem comecei a me desnudar, peça por peça, que não eram muitas naquela noite muito quente. Logo começamos de novo as danças agarrados e comecei a sentir vários volumes, hora cutucando minha bunda, hora minha barriga. Me colocaram de quatro numa poltrona e fizeram uma fila para que eu chupasse todos os seus paus. Assim que chupava um ele iria por trás de mim e começava a enfiar o pau na minha buceta.
Tinha hora que chupava dois ao mesmo tempo sempre com um me fudendo por trás. Aquilo estava muito gostoso e passamos a mudar de posição, sempre chupando e sendo comida ao mesmo tempo. Não demorou muito para que uns começacem a gozar dentro da minha boca, eu estava tão fogosa que aceitava numa boa e engolia toda a porra que me era oferecida.
Depois de eu ter uns 4 orgasmos eles falaram que iriam comer o meu cú. Como fazia sexo anal com o Flavio nem me inportei, mas não me atentei p/ o tamanho dos seus pintos, eram todos muito bem dotados, e o primeiro que enfiou o pau no meu cú, foi
o aniversariante. Me colocou de 4 na poltrona, passou um lubrificante no seu pau e socou ele inteirinho no meu rabo. Doeu muito na hora mas, não tinha como sair daquela posição, o jeito foi aguentar e continuar chupando todos os pau que eram colocados em minha boca. E foi assim o resto da noite, um por um me pegava de quatro e enfiava aqueles paus enorme no meu cú, depois de algum tempo comecei a gozar tambem. Mas era muito gostoso ver eles na fila punhetando seus paus até chegar a vez de comer meu cú. Tinha uns de tão bêbado que não conseguiam achar o buraquinho sem minha ajuda. Uns faziam o movimento bem gostoso de de vai e vem com o pau no meu cú, outros porém, eram brutos, socavam o pau com muita força, tiravam e voltavam a socar de uma só vez. Meu cuzinho ficou bem dilatado, eu já tinha perdido todos os escrupulos de uma mulher casada e pedia para que fudessem o meu cú sem parar.
Numa determinada hora eles resolveram que iriam enfiar dois paus , um na buceta e outro no cú ao mesmo tempo. Eu topei na hora, era uma fantasia de tanto ver atrizes pornô fazendo dupla penetração.
Sentei com a buceta encaixada no pau de um rapaz que ficou deitado no tapete, enquanto outro veio por trás e com muita dificuldade, devido ao estado alcóolico, meteu seu pau no meu cú. A pressão foi muito grande, mas logo os dois paus estavam, alternadamente, entrando e saindo da minha buceta e do meu cú, enquanto os outros 3 colocavam seus paus na minha boca.
Assim que um saia do meu cú, outro vinha e atolava de novo. Mudamos tambem de posição para o sofá e dali em diante recebia sempre 3 paus de uma só vez.
Chegamos todos a muitos orgasmos até não restar mais forças. Antes do amanhecer, me levaram p/ a pousada onde meu marido Flavio continuava desmaiado de tanto beber.
Mais tarde, na praia, nos reunimos de novo. Mas todos foram discretos e meu marido nada percebeu da suruba que rolou na mansão naquela madrugada.
No carnaval de 2003, eu e meu marido alugamos uma pousada na praia de Itamambuca, litoral paulista.
Esta praia é muito frequentada por surfistas, como o meu marido Flávio.
Flávio é apaixonado por ondas, desde o nosso namoro ele frequenta praias que oferecem este esporte.
Enquanto meu marido ficava horas pegando ondas eu aproveitava p/ me bronzear e fazer amizades com outros surfistas, e foi no segundo dia que conheci uma galera de taubaté, que haviam alugado uma mansão próximo á pousada que nos hospedamos.
O pessoal era muito animado e tambem muito bonito, eram cinco no total. Bebiam muito e logo fizeram amizade com o Flávio que tambem adorava tomar todas as cervejas que estiver a seu alcance.
Nesta noite, eles nos convidaram p/ uma festa que iriam dar em homenagem a um amigo do grupo que estava aniversariando.
Depois das dez chegamos a mansão onde estava rolando o maior som e muita bebida. A festa estava super animada e tinha muita gente bonita. Flávio se enturmou logo com o pessoal e ficamos bebendo e dançando a noite toda. As bebidas servidas eram muito variadas e algum tempo depois o Flavio começou a passar mal por misturar muitas delas.
Chegou ao estado de ser carregado p/ a pousada, mas o pessoal insistiu p/ que eu retornasse a festa, pois a mulherada estava escaceando e tinha muita noite ainda para ser aproveitada. Como o Flavio estava meio desacordado, resolvi seguir com eles p/ a festa.
Ainda estava meio animada e comecei a beber uma mistura de menta c/ vodca, como a bebida era meio doce, demorou um pouco para fazer efeito porque eu estava dançando bastante. Porém em determinado momento, não estava mais ciente dos meus atos.
E foi justamente quando sobrou só eu e os cinco rapazes que perdi as estribeiras. Hora dançava com um
e outro vinha por trás fazendo um sanduiche e me agarravam com força, esfregando seus corpos no meu e aquilo foi ficando gostoso demais. Nem pensava mais no Flavio, estava tão bêbada que nem me importava quando os rapazes começaram a me beijar na boca e passar a mão na minha bunda, seios e na buceta. Aquela brincadeira começou a ficar cada vez mais louca quando percebi que todos estavam sem roupas e começaram a pedir p/ mim fazer um strip tease.
Como já não raciocinava mais, cai no embalo e tambem comecei a me desnudar, peça por peça, que não eram muitas naquela noite muito quente. Logo começamos de novo as danças agarrados e comecei a sentir vários volumes, hora cutucando minha bunda, hora minha barriga. Me colocaram de quatro numa poltrona e fizeram uma fila para que eu chupasse todos os seus paus. Assim que chupava um ele iria por trás de mim e começava a enfiar o pau na minha buceta.
Tinha hora que chupava dois ao mesmo tempo sempre com um me fudendo por trás. Aquilo estava muito gostoso e passamos a mudar de posição, sempre chupando e sendo comida ao mesmo tempo. Não demorou muito para que uns começacem a gozar dentro da minha boca, eu estava tão fogosa que aceitava numa boa e engolia toda a porra que me era oferecida.
Depois de eu ter uns 4 orgasmos eles falaram que iriam comer o meu cú. Como fazia sexo anal com o Flavio nem me inportei, mas não me atentei p/ o tamanho dos seus pintos, eram todos muito bem dotados, e o primeiro que enfiou o pau no meu cú, foi
o aniversariante. Me colocou de 4 na poltrona, passou um lubrificante no seu pau e socou ele inteirinho no meu rabo. Doeu muito na hora mas, não tinha como sair daquela posição, o jeito foi aguentar e continuar chupando todos os pau que eram colocados em minha boca. E foi assim o resto da noite, um por um me pegava de quatro e enfiava aqueles paus enorme no meu cú, depois de algum tempo comecei a gozar tambem. Mas era muito gostoso ver eles na fila punhetando seus paus até chegar a vez de comer meu cú. Tinha uns de tão bêbado que não conseguiam achar o buraquinho sem minha ajuda. Uns faziam o movimento bem gostoso de de vai e vem com o pau no meu cú, outros porém, eram brutos, socavam o pau com muita força, tiravam e voltavam a socar de uma só vez. Meu cuzinho ficou bem dilatado, eu já tinha perdido todos os escrupulos de uma mulher casada e pedia para que fudessem o meu cú sem parar.
Numa determinada hora eles resolveram que iriam enfiar dois paus , um na buceta e outro no cú ao mesmo tempo. Eu topei na hora, era uma fantasia de tanto ver atrizes pornô fazendo dupla penetração.
Sentei com a buceta encaixada no pau de um rapaz que ficou deitado no tapete, enquanto outro veio por trás e com muita dificuldade, devido ao estado alcóolico, meteu seu pau no meu cú. A pressão foi muito grande, mas logo os dois paus estavam, alternadamente, entrando e saindo da minha buceta e do meu cú, enquanto os outros 3 colocavam seus paus na minha boca.
Assim que um saia do meu cú, outro vinha e atolava de novo. Mudamos tambem de posição para o sofá e dali em diante recebia sempre 3 paus de uma só vez.
Chegamos todos a muitos orgasmos até não restar mais forças. Antes do amanhecer, me levaram p/ a pousada onde meu marido Flavio continuava desmaiado de tanto beber.
Mais tarde, na praia, nos reunimos de novo. Mas todos foram discretos e meu marido nada percebeu da suruba que rolou na mansão naquela madrugada.
Conto erótico: PEGUEI MINHA MULHER DANDO O CU NA COZINHA,. . .GOS
Ola , tenho 35 anos, casado, com uma bela mulher,clara, falsa magra com uma bunda maravilhosa, sempre tivemos muito tesão um pelo outro e sempre houve as maiores sacanagens em nossas trepadas. Certo dia acordamos, eu me preparando para o trabalho, ela de camisolinha, escondendo a minúscula calcinha toda enfiada na bunda, me preparando o café. Tomei rápido meu café e ao me despedir, dei um delicioso beijo, agarrando sua bunda e puxando seu corpo de encontro ao meu. Ela ficava na ponta dos pés, esfregando a xota carnuda em mim.
_Assim eu não consigo sair para trabalhar.
_Vai que quando vc voltar meu cuzinho vai estar te esperando bem lubrificadinho, pronto para vc meter esta pica gostosa em sua mulher putinha.
Apesar do tesão, sai e quando cheguei a firma, para minha felicidade ou “infelicidade” descobrimos que uma árvore havia caído na rede elétrica e não haveria expediente. Retornei feliz da vida, iria apanhar minha deliciosa esposinha e iríamos para uma lagoa aqui próximo e quem sabe, dependendo do movimento, dá uma gostosa foda em um dos vários acessos em torno a lagoa. Desci do ônibus e fui correndo para casa , entrei pelos fundos para dar a boa notícia a minha gatinha e quando entro ouço sons vindo da cozinha. Parei e me aproximei sem imaginar nada.
Os sons eram gemidos e não eram da minha esposa pois ela estava com a boca muito ocupada. Havia um negro alto, muito forte, em pé , completamente nú e ela agachada mamando a pica dele, enorme, grossa, os gemidos eram dele. Me escondi atrás das plantas e não sabia o que fazer, ela engolia a cabeça e metade do corpo da pica do cara, a baba escorrendo, com uma das mãos ela segurava a pica e a outra mexia na xota molhada.
_Isto, mama minha gostosa, tava doida para ter esta piroca de novo na boquinha, não tava. . . _Quanto mais vc me dá pica mais eu gosto, que delicia... Ela já vinha fudendo com ele a algum tempo pelo que pude perceber.
_Vem cá minha putinha, senta aqui. Abre esta bucetinha para seu macho, deixa eu dar uma linguada no seu grelinho e no seu cuzinho
. _Vc sabe que eu adoro suas linguadas, ninguém me chupa como vc. . .
Fiquei maluco ouvindo isto, ao invés de revolta fiquei muito excitado, minha pica tava dura e estava gostando de ver minha esposinha sendo fudida por aquele macho. Eu, sem ela saber tenho uma vida dupla, sou o marido que adora uma trepada em casa e não sou ruim de cama e tenho uma pica de 17 cm grossa, mas adoro tb uma foda com outro macho, se for do tipo bi, melhor ainda, mas adoro tb dar e sentir meu cuzinho todo preenchido pela pica do meu macho e sentir o gosto quente da sua porra em minha boca. A cena de ver minha esposa ali, sendo fudida, estava me deixando louco de tesão, e além do fato de gostar de estar sendo corno estava tb, muito excitado pela forma do macho, pois era muito gostoso. Ele a colocou sentada em cima da mesa, a mesma mesa que tomamos café juntos, ainda não tinha arrumado, ele devia estar esperando por perto para assim que eu sai ele entrou. Tirou a calcinha dela, e ela deitou de com as costas na mesa, levantando as pernas, totalmente aberta, ele começou uma sessão de lingada na buceta dela, que a levou a loucura. De vez em quando esfregava a cabeça da pica negra na racha dela, ela estava delirando, agora sabia porque ela ficava doidinha qdo fantasiávamos em nossas fodas um outro pirocudo negro a fudendo. Depois de algum tempo chupando seu grelo, ele a tirou da mesa, tirou sua camisola, e a abraçava chupava seus peitinhos duros e pequenos, a mão entrando na bunda, ela louca de tesão.
_Me fode meu gostoso, fode sua putinha, fode, arregaça esta bucetinha com sua pica.. .
Ele a colocou de debruçada na mesa, era alto sua pica na posição exata da altura da sua xota e do seu cuzinho. Ele empinou a bunda abrindo toda a bucetinha para ele que apontou a cabeça e começou a meter aquela tora negra na bucetinha da minha esposinha.
_Aiiiiim mete, mete meu gostoso, assim que eu gosto. _Abre esta buceta minha putinha, vou colocar até os ovos em vc, safada. . .
Eu estava louco de tesão, quase gozando, que delicia ver minha esposinha sendo fudida por aquele garanhão, que pica linda. Logo dava pra ouvir o barulho, do seu saco batendo de encontro a buceta dela, ela tava com a pica toda dentro, gemia muito. Proft. . .proft. . .proft. . . .
_Puta gostosa, gosta de sentir uma pica de verdade te fudendo, toma delicia. . .
_Mete, soca gostoso, é assim que eu gosto meu macho. . .
A porta da cozinha é muito perto da mesa, eles estavam de costas para mim, eu podia me expor um pouco mais, dava para ver, de onde eu estava abaixado ao lado da entrada, a pica dele entrando e saindo da bucetinha dela, os lábios abertos, engolindo toda a vara negra.
Depois de socar um bom tempo, ele tirou e mantendo ela sobre a mesa abriu sua bundinha e metia a lingua no seu cu, imaginei o que ele iria fazer. Sabia porque em nossas fodas qdo comia o cu dela, minha pica estava entrando fácil, já não usava nem mais lubrificante, era a pica dele que estava arrombando o cuzinho dela
. _Hummm, delicia, de cu, adoro socar nele. Ta cada vez mais gostoso.
_Adoro dar meu cu para esta pica grossa mas meu marido está desconfiando, pois meu cuzinho ta ficando muito aberto. Semana passada mesmo ele comentou.
_Aquele corninho não vai desconfiar de nada minha putinha ou vc quer que eu pare de comer teu cu. . .
_Não, isso não, mete gostoso, arromba mais, eu adoro. . .
Não acreditava no que ouvia e via : um macho negro linguando o cuzinho da minha mulher e ela implorando para ele socar a pica na bunda, meu tesão quase explodiu em gozo, na verdade nunca me senti assim, sempre soube que gostava de pica, mas agora estava me descobrindo corno e gostando da experiência. Ele salivou bastante o cu dela e mandou ela babar bem a pica dele, ela então empinou o cuzinho a brindo as bandas da gostosa bunda com as mãos expondo seu anel rosadinho, que tantas vezes eu comi. Ele apontou a cabeça larga da pica e forçou a entrada, que no mesmo instante fez com que ela desse um gritinho. _Aiiiii, meu cu, vc ta rasgando ele, seu maldoso. . _Aguenta que eu sei que vc adora esta pica no rabo, minha putinha. . .
_Sim, adoro e sou sua puta, me fode o cu, mete tudo como só vc sabe fazer. ..
Eu já não aguentava mais de tesão, meu pau latejava dentro da calça e meu cuzinho piscava querendo ser invadido como o dela. Logo ele socava como se estivesse comendo uma buceta de puta de rua, só parava para salivar e lubrificar a pica e o cu dela.
_Toma minha puta, teu cu ta arrombado, gostoso demais. . ..vou te dar o que vc gosta. .
_Vai rebola vadia, vou encher teu cu de leite. . .
_Enche meu macho, vou gozar tb, só vc para me fazer gozar com um pau no cu. .
Enquanto ele socava no cuzinho dela, suas mãos dedilhavam sua bucetinha, que pingava de tesão, logo ela em um gemido longo anunciou o gozo e ele apertando o corpo de encontro ao dela, jorrou seu leite quente dentro do cuzinho da minha esposa. Eu não aguentei tb e gozei dentro da calça, melecando a cueca toda. Gozei vendo um negro encher o cu da minha mulher de leite, que delicia. _Haaaarr. . . toma putinha, sente minha porra. . . Quando ele tirou de dentro do cuzinho dela, deu para ver o buraco que estava seu cuzinho e a quantidade de leite escorrendo dele
. _Aiiii amor, vc está acabando comigo, esta semana chega ouviu, não vai comer mais meu cuzinho não .. .
_Rs rs rs . . até parece que é verdade que vc aguenta fuder sem dar este rabo delicioso. .
Os dois riram e se abraçaram e eu sai mansamente ( mansamente mesmo rs rs rs ) para não me denunciar, todo melado. Esta historia é verídica, foi assim que descobri que além de amar minha esposa adoro tb ser corno. Semanas depois, tive o prazer de ver esta mesma pica arrombando minha amada em um churrasco em que minha mulher me apresentou seu amante como um amigo do trabalho... .



















