C. é meu conhecido há mto tempo. Na semana pré-carnavalesca ele passou no meu trabalho e entrou na minha sala na hora que eu tinha saído rapidamente pra ir ao banheiro. Acontece que por descuido deixei uma foto da minha esposa na tela, nua, de 4, com o bundão a mostra. Ele viu e qdo voltei comentou q era uma gata, tesuda, ficou entusiasmado. Não lhe disse nada, mas no outro ele me encontrou e me disse que bateu 3 punhetas pra ela. Disse-lhe q era minha esposa, ele ficou sem jeito, mas eu falei s/a nossa fantasia de foder a 3 e ele ficou interessado. Falei s/o episódio a Yamara e resolvemos marcar um encontro na praia, só pra conhecer e bater papo. Fomos no sábado de carnaval de manhã. Yamara de fio dental, dava um show na praia, todos os machos olhavam pra aquele corpo mulato, coxas grossas, bunda grande, cintura fina, corpo talhado. C. é um negão, altura média, musculoso e Yamara olhou logo para o volume gde na sunga. Depois da 3 caipirinha o papo rolou pra sacanagem e Yamara ficou desinibida. Mais uma caipirinha e fomos dar um mergulho, ela pegou meteu a mão na sunga do negão e pegou no cacete dele. Vi q a situação ia ficar sem controle e fomos pra um motel. Chegando lá ela abocanhou logo o mastro de C. q tinha uns 25 cm e era muito grosso. Não cabia na boca dela, mas ela mamava com sofreguidão. Ele puxou ela pelos cabelos deu-lhe um chupão de língua e depois uma chupada na buceta e no cu. Ela ficou louca e sentou no mastro dele. A buceta dela tava toda melada de um melzinho branco, espesso. Ela foi sentando devagar pra aguentar aquilo tudo e a buceta dela foi engolindo a vara de C. até chegar no talo. Qdo acabou de entrar ela deu uma gozada. Depois ficou rebolando na madeirona do negão por uns 15 minutos até gozar de novo. O mastro do negão continuava teso e ele anunciou q ia foder o cuzinho dela. Eu fui preparar o roskoff dela pra receber aquela pica descomunal. Enfiei 1 dedo, depois 2, depois 3 e em seguida fodi o cu dela com força. Ai ela mandou eu sair pra comer a pica do negão. Antes ele lubrificou bem o cuzinho dela com vaselina e mandou ela lubrificar o cacete dele. Ela lubrificou com carinho aquela pica negra, brilhosa, de cabeça roxa e ficou de 4 pra receber tudo aquilo. Ele passou 10 minutos pra enfiar so a cabeça, ela urrou de dor e chorou de prazer também e ele ficou socando por mais uns 10 minutos até que o cuzinho de minha esposa botou todo aquele cacete negro, grosso e descomunal pra dentro. Ele xingava ela de puta e chifreira e de tudo qto era palavrão e ela pedia mais pica. Perdi a conta das gozadas que ela deu e eu tb gozava olhando e batendo punheta. Depois de uma meia hora o negão inundou o cuzinho de Yamara de gala branca; a gala escorria do cu pela buceta, pela bunda, pela coxas e ela gozava feito louca. Depois ela fez uma faxina na pica do negão e engoliu toda a porra (ainda era muita). Fomos pra casa e ela passou 3 dias sem sentar. Ainda quer dar pra ele.
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Conto erótico: O negão socava o cu da minha mulher
Essa é mais uma da longa carreira de chifres da minha mulher, Iamara. Fizemos uma excursão de Natal a Belo Horizonte e interior de Minas Gerais. Viagem de 5 dias. A viagem transcorria normal, fomos conhecendo as pessoas, até que no terceiro dia paramos num balneário e fomos nadar na piscina. A coisa começou a pegar aí. Um negrão alto, de 1,80m, forte, chamou a atenção de Yamara. Ele vestia uma sunga minúscula e mostrava um volume descomunal e minha mulher não conseguia esconder seu interesse. Yamara vestia um biquíni pequenininho, que mostrava sua bunda e as beirinhas da xoxota. Seus olhares atraíram a atenção de negão que ficou secando ela. Percebi o volume crescendo na sunga e ele ficou perturbada. Disse q estava com dor de cabeça e foi para o quarto. Eu a segui e comecei a bolina-la; ela já estava toda molhada e fodemos selvagemente. Ela vinha pra cima de mim com fúria e gozou como uma potranca. À tarde houve uma excursão pela mata das redondezas, o guia mostrou-nos um mapa, deu instruções e disse que cada um podia fazer o percurso que quizesse, que a mata era pequena e ninguém ia se perder. Os casais saíam acompanhados, alguns amigos também; eu fui com Yamara e percebi que o negão estava sozinho. Yamara começou a brincar comigo de se esconder, às vezes passava 5 minutos pra encontra-la. Não vimos mais ninguém da excursão, até que, com meia hora de caminhada, avistamos o negão encostado numa grande árvore, mijando. Ficamos surpresos e paramos pra olhar, meio escondidos. Ele parou de mijar e começou a punhetar Yamara arregalou os olhos. Era uma pica de mais de 20cm, grossa, negra, brilhando. Ela não conseguia tirar os olhos daquele pauzão. De repente ele parou, botou o cacete pra dentro da sunga e saiu tão rápido que nos pegou de surpresa e nos viu. Fiquei meio sem graça mas ele deve ter notado e Yamara trocou olhares significativos com ele. Nós tínhamos uma pequena bolsa, com cervejas e sanduíches e o convidamos para beber e comer num pequeno gramado. Ficamos ali, conversando, tomando cerveja, Iamara bebia muito e estava desinibida. O shortinho deixava ver um pedacinho de sua bucetinha raspadinha. O cara ficava olhando como se eu não estivesse ali e ela olhava pra sunga dele que tinha aumentado de volume. Começamos a contar anedotas de sacanagem e daí a pouco ela estava quase bêbada e eu e ele meio altos. Ela propôs voltar ao jogo de esconde-esconde e eu, não sei porque, aceitei. Cada um foi para um lado e aconteceu o que era de esperar: eu os perdi por uns 10 minutos e fui surpreendido por uns gemidos num matagalzinho fechado. Me aproximei devagar e olhei. Yamara chupava o cacete do negão. Ele segurava a cabeça dela, chamava ela de puta e enfiava a pica até ela engasgar. Com a boca cheia daquela pica descomunal ela perdia o fôlego, ele tirava pra fora e batia com o caralho na cara dela, xingando, chamando de chifreira, depois dava a pica pra ela chupar de novo; ela tava tarada, agarrava a bunda musculosa dele, apertava, apertava as coxas grossas e lambia a pica, cuspia nela, tinha a boca cheia de pica. Aí ele disse que queria foder o cuzinho dela. Eu me aproximei mais, via e ouvia tudo de perto, sentia até o cheiro de sexo. Ela ficou de quatro. Tremi de medo que ele arrombasse o cu dela. O negão ficou tarado quando viu aquela bunda tesuda, grande, dura, gostosa, empinada. Lambeu o cu de Yamara e o deixou todo úmido; deu a pica pra Yamara mamar e ela não deixou por menos. Depois apontou o cacetão pro cuzinho dela. Vou arregaçar teu cu, chifreira. Fode meu cu, macho. Ele enfiou um dedo, depois dois e três, deixou o cuzinho dela preparado. Começou a fuder aquele cuzinho que eu amo. O cuzinho de Yamara latejava, pulsava de tesão. Ele batia na cara dela, puxava-lhe os cabelos, mas enfiava o cacetão com cuidado, devagar; quando entrou a cabeçona ela deu um grito e tentou sair, mas ele a segurou com força e enfiou mais. Eu tremia de tesão, bem perto, vendo tudo. As lágrimas desciam dos olhos dela, mas ela pediu mais, me fode meu macho, amo essa pica. Ele enfiou tudo de uma vez, ela deu outro grito, chorou alto, mas ele continuou fudendo. O negão socava o cu de minha mulher sem piedade, com força; ela gemia, chorava, pedia mais; ele tirava o cacete todo pra fora e depois enfiava; eu ouvia a batida da pica dele no fundo do cu da minha mulher. Foderam assim uma meia hora até que ele gozou no cu dela, tirou a pica e ainda lambuzou a cara dela de porra. A porra escorria do cu , melava a buceta e escorria na cara da minha mulher. Eles caíram na grama, exaustos e suados. Me afastei um pouco, dei um tempo e então fiz barulho perto deles. Levantaram rápido, vestiram as roupas e me “encontraram”, rindo, suados. Voltamos para o hotel. Yamara dormiu a tarde inteira, tentei fodê-la, mas ela disse que estava cansada do passeio... Jantamos, encontramos o negão, conversamos um pouco, voltamos para o quarto. Tentei fodê-la de novo, ela não quis, alegou cansaço de novo. Dei um cochilo e ela tinha sumido. Pressentindo o que podia estar acontecendo, fui procura-la no mato perto. Ela estava chupando o cacete do negão, se despedindo, porque íamos voltar às 5 da manhã. Vi a porra branca saindo em jatos daquela pica negra e lambuzando a cara de minha mulher. Voltei para o quarto e daí a 10 minutos ela chegou. Dormimos a noite toda e acordamos cedo. Estava louco pra foder o cu dela, mas ela não deixou. Pra compensar me deu um boquete e me deixou lambuzar a cara dela de porra. Daí a 15 minutos estávamos voltando e só vimos o negão de longe.
Conto erótico: Minha namorada e o Negão picudo.
Meu nome é J e minha namorada se chama H, ela é muito gostosa e fogosa, tem mais ou menos 1,70 de altura 65 kilos, seios tamanho normal e uma bundona bem gostosa,Antes de começar a namorar com ela eu já havia saido com casais sendo a terceira pessoa(o outro que comia a esposa), e a algum tempo passei a desejar ver minha loirinha sendo fodida por mim e por outro macho.Conversando e falando sobre nossas fantasias ela passou a gostar da idéia e fantasiar tambem, ela chegou até a sonhar e passou a se masturbar constantemente pensando em dar pra um negão junto comigo e passou a me cobrar que arrumasse um .Decidimos colocar em pratica, mas ela disse que o outro macho deveria ter entre 25 e 35 anos ter mais de 1.80 de altura forte sarado, safado na cama e com ela, e devia ser negro, isso ela não abria mão.Após diversos contatos e desencontros neste domingo 25/09/05 ligamos para um negão que ela havia gostado das fotos do anuncio e marcamos de nos encontrarmos, fomos até perto do seu serviço, marcamos em um posto de gasolina com uma loja de conveniencia, senti que havia despertado o lado Puta dela, pois conheço bem o seu olhar o jeito de falar e tive certeza a hora que ela mandou eu ir comprar umas cervejas pra gente, fui comprar e deixei os dois conversando e quando voltei fiquei de longe olhando, os dois estavam encostado na traseira do carro e ele falando sacanagens pra ela e ela se deixando levar e falando que estava louca pra ser fodida por um negrão e que adora mamar uma rola e dar de 4 com força, o negão ficou louco.Cheguei perto com as cervejas conversamos mais um pouco, quando ela perguntou pra ele se tinha algum motel por ali que pudessemos ir ele comentou sobre alguns mais neles não tinham estacionamento privativo , desta forma chamamos ele pra ir em um perto de nossa casa , ele topou é claro .
Ja na saida ele queria que ela fosse no banco de trás com ele, ela ficou meia assim queria ir mais ficou olhando pra mim pra ver se eu deixava ,mas pedi para os dois irem com calma e esperarem até chegar ao motel, no caminho ele foi alizando ela nos seios o caminho inteiro e ela foi apertando a minha pica, nossa estavamos com muito tesão.
Chegamos no motel ele deitou no banco de tras para entrar escondido, quando chegamos no quarto eu fechei a porta da garagem entrei no quarto e fui direto pro banheiro pra deixa-los a vontade, quando sai eles estavam em um longo beijo na boca(coisa que até então ela dizia que não iria fazer), deitei na cama e deixei os dois, ele disse que ia tomar uma ducha, mas ela acabou indo na frente ele tirou a roupa e perguntou a ela se podia entrar somente para usar o banheiro(que desculpinha) lá dentro ele acabou entrando com ela no box, fiquei escutando de fora ele dizendo que ela é muito gostosa e passou a aliza-la e ela tb começou a bater uma pra ele enquanto se beijavam novamente, ele passou a bater uma siririca pra ela e ela passou a gemer gostoso, a putinha da minha namorada ficou tão louca que esqueceu que não era eu e ficou de quatro e arrebitou a bunda pra ele enfiar esquecendo-se da camisinha, ele lembrou ela da camisinha e mandou ela ir pra cama e brincar um pouco comigo.
Ela chegou eu já estava de pica durassa, ela passou a me chupar como só ela sabe com a bundona pra cima, ele chegou viu ela naquela posição não aguentou e começou a chupar a boceta dela, ela começou a gemer abafado pois estava mamando igual uma louca minha rola, ele deitou e mandou ela colocar a buceta na cara dele, eu vendo que ela estava locona e ele tb , mandei ela fazer um 69 com ele, nosssaaa , que tesão ver minha namorada branquinha como ela é, segurando na rola preta do outro macho colocando a buceta na cara dele e começando a mamar a rola dele (com camisinha,pois por se 1º vez ela ainda não estava a vontade ), depois ela deitou e pediu pra ele chupar a boceta dela , nossa a cara de prazer dela me deixava louco,só que a safada gosta de provocar e ser provocada , então ela deitou de bruço e pediu pro negão subir em cima dela que ela queria sentir o peso dele e queria que ele beijasse seu pescoço e suas costas deixando-a bem louca e excitada, ela gemia muito , ele falava muita sacanagem no ouvido dela e a safada adorava e olhava para mim e dizia que estava adorando, ele deixou ela tão louca que ela não aguentou mais e pediu pra comer ela de quatro, o Rogério pegou ela pelas ancas levantou sua bundona e mirou a pica na bucetinha que até então só eu comia e começou a enfiar , ela gemia gostoso ai eu sentei na frente dela e coloquei minha pica na sua boca , ela quase não consegui chupar pois o Rogério enfiava e tirava com muita força e ela gemia e gritava que estava bom , ela falava : - Vai negão fodi a buceta da loirinha. - Me fode com força. - Vai negão me fode pro meu namorado ver , -Nossa negão como sua pica é grande e gostosa ... ela estava muito safada , ai eu falava pra ela , vai sua puta não era isso que vc queria, não era uma rola preta e um negão que vc queria , agora aproveita e ela gemia gostoso,ele pegava nos cabelos dela segurava como uma égua e socava com força a picona na bucetinha da minha loira safada, depois de dar bastante nesta posição ela pediu pro Rogério deitar que ela queria cavalgar na rola dele, ele deitou e foi lindo e muito gostoso ver ela descendo e encaixando a rola preta na bucetinha da minha loira , ela pulava em cima dele , rebolava e gemia como uma vagabunda , o Rogério estava adorando , dizia que ela era muito gostosa e era a puta dele , mandava ela olhar pra mim e dizer - Olha pro seu namorado e fala que esta gostando . e ela falava com a maior cara de putona falava o que ele mandava. Não estava aguentando , ai lambuzei minha rola com KY, fui pra traz dela e comecei a enfiar no seu cuzinho , pois esse era seu segundo maior desejo depois de dar pra um negrão , queria fazer uma DP, nossa que delicia colocar naquele buraquinho gostoso e sentir por dentro dela a outra rola entrando e saindo junto com a minha , ela gemia muito e dizia que estava adorando , nós chamamos ela de vadia, puta , vagabunda e ela adorava e gemia , até que eu não aguentei e enchi o cú dela com minha porra , o Rogério e ela continuaram fodendo e esqueceram que eu estava do lado , deixei os dois e fui pro banheiro e ficava escutando ele chingando ela e ela dizendo que estava muito gostoso , que a pica dele era uma delicia, ela as vezes rebolava e se esfregava na rola dele e as vezes agaixava e subia e descia na pica preta, depois de muito meterem ela começou a gozar gritando - AI NEGÃO TO GOZANDO , TO GOZANDO NEGÃO, QUE PICA GOSTOSA, .... ai ele vendo que ela havia gozado segurou na cintura dela levantou as ancas e passou a enfiar rapido e com força não aguentando muito tempo e dizendo que ia gozar pediu pra ela sair tirou a camisinha e despejou toda sua porra.
Estavamos os 3 realizados , ela por dar para um negão picudo , eu por assistir e fazer uma dp com ela e ele por comer a minha loira gostosa, como todos tinhamos que ir embora , deixamos para marcar uma proxima vez, eles dois se beijaram novamente demoradamente e fomos embora .
AGORA QUE REALIZAMOS NOSSA FANTASIA E ELA GOSTOU MUITO, PROCURAMOS UM NEGRO OU MORENO ESCURO ENTRE 23 E 35 ANOS COM MAIS DE 1.80 M DE ALTURA BEM DOTADO(MAIS DE 19 CM),SARADO, BONITO, CHARMOSO , EDUCADO E MUITO SAFADO PARA JUNTO COMIGO FODER MINHA LOIRA PUTINHA . AGUARDAMOS SEU EMAIL COM FOTOS, SUA DESCRIÇÃO E SE POSSIVEL DIZEM COMO PODERIA SER A SUA PRIMEIRA VEZ CONOSCO E O QUE QUER FAZER COM ELA
Ja na saida ele queria que ela fosse no banco de trás com ele, ela ficou meia assim queria ir mais ficou olhando pra mim pra ver se eu deixava ,mas pedi para os dois irem com calma e esperarem até chegar ao motel, no caminho ele foi alizando ela nos seios o caminho inteiro e ela foi apertando a minha pica, nossa estavamos com muito tesão.
Chegamos no motel ele deitou no banco de tras para entrar escondido, quando chegamos no quarto eu fechei a porta da garagem entrei no quarto e fui direto pro banheiro pra deixa-los a vontade, quando sai eles estavam em um longo beijo na boca(coisa que até então ela dizia que não iria fazer), deitei na cama e deixei os dois, ele disse que ia tomar uma ducha, mas ela acabou indo na frente ele tirou a roupa e perguntou a ela se podia entrar somente para usar o banheiro(que desculpinha) lá dentro ele acabou entrando com ela no box, fiquei escutando de fora ele dizendo que ela é muito gostosa e passou a aliza-la e ela tb começou a bater uma pra ele enquanto se beijavam novamente, ele passou a bater uma siririca pra ela e ela passou a gemer gostoso, a putinha da minha namorada ficou tão louca que esqueceu que não era eu e ficou de quatro e arrebitou a bunda pra ele enfiar esquecendo-se da camisinha, ele lembrou ela da camisinha e mandou ela ir pra cama e brincar um pouco comigo.
Ela chegou eu já estava de pica durassa, ela passou a me chupar como só ela sabe com a bundona pra cima, ele chegou viu ela naquela posição não aguentou e começou a chupar a boceta dela, ela começou a gemer abafado pois estava mamando igual uma louca minha rola, ele deitou e mandou ela colocar a buceta na cara dele, eu vendo que ela estava locona e ele tb , mandei ela fazer um 69 com ele, nosssaaa , que tesão ver minha namorada branquinha como ela é, segurando na rola preta do outro macho colocando a buceta na cara dele e começando a mamar a rola dele (com camisinha,pois por se 1º vez ela ainda não estava a vontade ), depois ela deitou e pediu pra ele chupar a boceta dela , nossa a cara de prazer dela me deixava louco,só que a safada gosta de provocar e ser provocada , então ela deitou de bruço e pediu pro negão subir em cima dela que ela queria sentir o peso dele e queria que ele beijasse seu pescoço e suas costas deixando-a bem louca e excitada, ela gemia muito , ele falava muita sacanagem no ouvido dela e a safada adorava e olhava para mim e dizia que estava adorando, ele deixou ela tão louca que ela não aguentou mais e pediu pra comer ela de quatro, o Rogério pegou ela pelas ancas levantou sua bundona e mirou a pica na bucetinha que até então só eu comia e começou a enfiar , ela gemia gostoso ai eu sentei na frente dela e coloquei minha pica na sua boca , ela quase não consegui chupar pois o Rogério enfiava e tirava com muita força e ela gemia e gritava que estava bom , ela falava : - Vai negão fodi a buceta da loirinha. - Me fode com força. - Vai negão me fode pro meu namorado ver , -Nossa negão como sua pica é grande e gostosa ... ela estava muito safada , ai eu falava pra ela , vai sua puta não era isso que vc queria, não era uma rola preta e um negão que vc queria , agora aproveita e ela gemia gostoso,ele pegava nos cabelos dela segurava como uma égua e socava com força a picona na bucetinha da minha loira safada, depois de dar bastante nesta posição ela pediu pro Rogério deitar que ela queria cavalgar na rola dele, ele deitou e foi lindo e muito gostoso ver ela descendo e encaixando a rola preta na bucetinha da minha loira , ela pulava em cima dele , rebolava e gemia como uma vagabunda , o Rogério estava adorando , dizia que ela era muito gostosa e era a puta dele , mandava ela olhar pra mim e dizer - Olha pro seu namorado e fala que esta gostando . e ela falava com a maior cara de putona falava o que ele mandava. Não estava aguentando , ai lambuzei minha rola com KY, fui pra traz dela e comecei a enfiar no seu cuzinho , pois esse era seu segundo maior desejo depois de dar pra um negrão , queria fazer uma DP, nossa que delicia colocar naquele buraquinho gostoso e sentir por dentro dela a outra rola entrando e saindo junto com a minha , ela gemia muito e dizia que estava adorando , nós chamamos ela de vadia, puta , vagabunda e ela adorava e gemia , até que eu não aguentei e enchi o cú dela com minha porra , o Rogério e ela continuaram fodendo e esqueceram que eu estava do lado , deixei os dois e fui pro banheiro e ficava escutando ele chingando ela e ela dizendo que estava muito gostoso , que a pica dele era uma delicia, ela as vezes rebolava e se esfregava na rola dele e as vezes agaixava e subia e descia na pica preta, depois de muito meterem ela começou a gozar gritando - AI NEGÃO TO GOZANDO , TO GOZANDO NEGÃO, QUE PICA GOSTOSA, .... ai ele vendo que ela havia gozado segurou na cintura dela levantou as ancas e passou a enfiar rapido e com força não aguentando muito tempo e dizendo que ia gozar pediu pra ela sair tirou a camisinha e despejou toda sua porra.
Estavamos os 3 realizados , ela por dar para um negão picudo , eu por assistir e fazer uma dp com ela e ele por comer a minha loira gostosa, como todos tinhamos que ir embora , deixamos para marcar uma proxima vez, eles dois se beijaram novamente demoradamente e fomos embora .
AGORA QUE REALIZAMOS NOSSA FANTASIA E ELA GOSTOU MUITO, PROCURAMOS UM NEGRO OU MORENO ESCURO ENTRE 23 E 35 ANOS COM MAIS DE 1.80 M DE ALTURA BEM DOTADO(MAIS DE 19 CM),SARADO, BONITO, CHARMOSO , EDUCADO E MUITO SAFADO PARA JUNTO COMIGO FODER MINHA LOIRA PUTINHA . AGUARDAMOS SEU EMAIL COM FOTOS, SUA DESCRIÇÃO E SE POSSIVEL DIZEM COMO PODERIA SER A SUA PRIMEIRA VEZ CONOSCO E O QUE QUER FAZER COM ELA
Conto erótico: Cú de bêbada tem vários donos
Oi pessoal, meu nome é Rebeca, tenho 25 anos sou loira de cabelos cumpridos corpo bem torneado e seios médios. A história que passo a narrar aconteceu no carnaval de 2003.
No carnaval de 2003, eu e meu marido alugamos uma pousada na praia de Itamambuca, litoral paulista.
Esta praia é muito frequentada por surfistas, como o meu marido Flávio.
Flávio é apaixonado por ondas, desde o nosso namoro ele frequenta praias que oferecem este esporte.
Enquanto meu marido ficava horas pegando ondas eu aproveitava p/ me bronzear e fazer amizades com outros surfistas, e foi no segundo dia que conheci uma galera de taubaté, que haviam alugado uma mansão próximo á pousada que nos hospedamos.
O pessoal era muito animado e tambem muito bonito, eram cinco no total. Bebiam muito e logo fizeram amizade com o Flávio que tambem adorava tomar todas as cervejas que estiver a seu alcance.
Nesta noite, eles nos convidaram p/ uma festa que iriam dar em homenagem a um amigo do grupo que estava aniversariando.
Depois das dez chegamos a mansão onde estava rolando o maior som e muita bebida. A festa estava super animada e tinha muita gente bonita. Flávio se enturmou logo com o pessoal e ficamos bebendo e dançando a noite toda. As bebidas servidas eram muito variadas e algum tempo depois o Flavio começou a passar mal por misturar muitas delas.
Chegou ao estado de ser carregado p/ a pousada, mas o pessoal insistiu p/ que eu retornasse a festa, pois a mulherada estava escaceando e tinha muita noite ainda para ser aproveitada. Como o Flavio estava meio desacordado, resolvi seguir com eles p/ a festa.
Ainda estava meio animada e comecei a beber uma mistura de menta c/ vodca, como a bebida era meio doce, demorou um pouco para fazer efeito porque eu estava dançando bastante. Porém em determinado momento, não estava mais ciente dos meus atos.
E foi justamente quando sobrou só eu e os cinco rapazes que perdi as estribeiras. Hora dançava com um
e outro vinha por trás fazendo um sanduiche e me agarravam com força, esfregando seus corpos no meu e aquilo foi ficando gostoso demais. Nem pensava mais no Flavio, estava tão bêbada que nem me importava quando os rapazes começaram a me beijar na boca e passar a mão na minha bunda, seios e na buceta. Aquela brincadeira começou a ficar cada vez mais louca quando percebi que todos estavam sem roupas e começaram a pedir p/ mim fazer um strip tease.
Como já não raciocinava mais, cai no embalo e tambem comecei a me desnudar, peça por peça, que não eram muitas naquela noite muito quente. Logo começamos de novo as danças agarrados e comecei a sentir vários volumes, hora cutucando minha bunda, hora minha barriga. Me colocaram de quatro numa poltrona e fizeram uma fila para que eu chupasse todos os seus paus. Assim que chupava um ele iria por trás de mim e começava a enfiar o pau na minha buceta.
Tinha hora que chupava dois ao mesmo tempo sempre com um me fudendo por trás. Aquilo estava muito gostoso e passamos a mudar de posição, sempre chupando e sendo comida ao mesmo tempo. Não demorou muito para que uns começacem a gozar dentro da minha boca, eu estava tão fogosa que aceitava numa boa e engolia toda a porra que me era oferecida.
Depois de eu ter uns 4 orgasmos eles falaram que iriam comer o meu cú. Como fazia sexo anal com o Flavio nem me inportei, mas não me atentei p/ o tamanho dos seus pintos, eram todos muito bem dotados, e o primeiro que enfiou o pau no meu cú, foi
o aniversariante. Me colocou de 4 na poltrona, passou um lubrificante no seu pau e socou ele inteirinho no meu rabo. Doeu muito na hora mas, não tinha como sair daquela posição, o jeito foi aguentar e continuar chupando todos os pau que eram colocados em minha boca. E foi assim o resto da noite, um por um me pegava de quatro e enfiava aqueles paus enorme no meu cú, depois de algum tempo comecei a gozar tambem. Mas era muito gostoso ver eles na fila punhetando seus paus até chegar a vez de comer meu cú. Tinha uns de tão bêbado que não conseguiam achar o buraquinho sem minha ajuda. Uns faziam o movimento bem gostoso de de vai e vem com o pau no meu cú, outros porém, eram brutos, socavam o pau com muita força, tiravam e voltavam a socar de uma só vez. Meu cuzinho ficou bem dilatado, eu já tinha perdido todos os escrupulos de uma mulher casada e pedia para que fudessem o meu cú sem parar.
Numa determinada hora eles resolveram que iriam enfiar dois paus , um na buceta e outro no cú ao mesmo tempo. Eu topei na hora, era uma fantasia de tanto ver atrizes pornô fazendo dupla penetração.
Sentei com a buceta encaixada no pau de um rapaz que ficou deitado no tapete, enquanto outro veio por trás e com muita dificuldade, devido ao estado alcóolico, meteu seu pau no meu cú. A pressão foi muito grande, mas logo os dois paus estavam, alternadamente, entrando e saindo da minha buceta e do meu cú, enquanto os outros 3 colocavam seus paus na minha boca.
Assim que um saia do meu cú, outro vinha e atolava de novo. Mudamos tambem de posição para o sofá e dali em diante recebia sempre 3 paus de uma só vez.
Chegamos todos a muitos orgasmos até não restar mais forças. Antes do amanhecer, me levaram p/ a pousada onde meu marido Flavio continuava desmaiado de tanto beber.
Mais tarde, na praia, nos reunimos de novo. Mas todos foram discretos e meu marido nada percebeu da suruba que rolou na mansão naquela madrugada.
No carnaval de 2003, eu e meu marido alugamos uma pousada na praia de Itamambuca, litoral paulista.
Esta praia é muito frequentada por surfistas, como o meu marido Flávio.
Flávio é apaixonado por ondas, desde o nosso namoro ele frequenta praias que oferecem este esporte.
Enquanto meu marido ficava horas pegando ondas eu aproveitava p/ me bronzear e fazer amizades com outros surfistas, e foi no segundo dia que conheci uma galera de taubaté, que haviam alugado uma mansão próximo á pousada que nos hospedamos.
O pessoal era muito animado e tambem muito bonito, eram cinco no total. Bebiam muito e logo fizeram amizade com o Flávio que tambem adorava tomar todas as cervejas que estiver a seu alcance.
Nesta noite, eles nos convidaram p/ uma festa que iriam dar em homenagem a um amigo do grupo que estava aniversariando.
Depois das dez chegamos a mansão onde estava rolando o maior som e muita bebida. A festa estava super animada e tinha muita gente bonita. Flávio se enturmou logo com o pessoal e ficamos bebendo e dançando a noite toda. As bebidas servidas eram muito variadas e algum tempo depois o Flavio começou a passar mal por misturar muitas delas.
Chegou ao estado de ser carregado p/ a pousada, mas o pessoal insistiu p/ que eu retornasse a festa, pois a mulherada estava escaceando e tinha muita noite ainda para ser aproveitada. Como o Flavio estava meio desacordado, resolvi seguir com eles p/ a festa.
Ainda estava meio animada e comecei a beber uma mistura de menta c/ vodca, como a bebida era meio doce, demorou um pouco para fazer efeito porque eu estava dançando bastante. Porém em determinado momento, não estava mais ciente dos meus atos.
E foi justamente quando sobrou só eu e os cinco rapazes que perdi as estribeiras. Hora dançava com um
e outro vinha por trás fazendo um sanduiche e me agarravam com força, esfregando seus corpos no meu e aquilo foi ficando gostoso demais. Nem pensava mais no Flavio, estava tão bêbada que nem me importava quando os rapazes começaram a me beijar na boca e passar a mão na minha bunda, seios e na buceta. Aquela brincadeira começou a ficar cada vez mais louca quando percebi que todos estavam sem roupas e começaram a pedir p/ mim fazer um strip tease.
Como já não raciocinava mais, cai no embalo e tambem comecei a me desnudar, peça por peça, que não eram muitas naquela noite muito quente. Logo começamos de novo as danças agarrados e comecei a sentir vários volumes, hora cutucando minha bunda, hora minha barriga. Me colocaram de quatro numa poltrona e fizeram uma fila para que eu chupasse todos os seus paus. Assim que chupava um ele iria por trás de mim e começava a enfiar o pau na minha buceta.
Tinha hora que chupava dois ao mesmo tempo sempre com um me fudendo por trás. Aquilo estava muito gostoso e passamos a mudar de posição, sempre chupando e sendo comida ao mesmo tempo. Não demorou muito para que uns começacem a gozar dentro da minha boca, eu estava tão fogosa que aceitava numa boa e engolia toda a porra que me era oferecida.
Depois de eu ter uns 4 orgasmos eles falaram que iriam comer o meu cú. Como fazia sexo anal com o Flavio nem me inportei, mas não me atentei p/ o tamanho dos seus pintos, eram todos muito bem dotados, e o primeiro que enfiou o pau no meu cú, foi
o aniversariante. Me colocou de 4 na poltrona, passou um lubrificante no seu pau e socou ele inteirinho no meu rabo. Doeu muito na hora mas, não tinha como sair daquela posição, o jeito foi aguentar e continuar chupando todos os pau que eram colocados em minha boca. E foi assim o resto da noite, um por um me pegava de quatro e enfiava aqueles paus enorme no meu cú, depois de algum tempo comecei a gozar tambem. Mas era muito gostoso ver eles na fila punhetando seus paus até chegar a vez de comer meu cú. Tinha uns de tão bêbado que não conseguiam achar o buraquinho sem minha ajuda. Uns faziam o movimento bem gostoso de de vai e vem com o pau no meu cú, outros porém, eram brutos, socavam o pau com muita força, tiravam e voltavam a socar de uma só vez. Meu cuzinho ficou bem dilatado, eu já tinha perdido todos os escrupulos de uma mulher casada e pedia para que fudessem o meu cú sem parar.
Numa determinada hora eles resolveram que iriam enfiar dois paus , um na buceta e outro no cú ao mesmo tempo. Eu topei na hora, era uma fantasia de tanto ver atrizes pornô fazendo dupla penetração.
Sentei com a buceta encaixada no pau de um rapaz que ficou deitado no tapete, enquanto outro veio por trás e com muita dificuldade, devido ao estado alcóolico, meteu seu pau no meu cú. A pressão foi muito grande, mas logo os dois paus estavam, alternadamente, entrando e saindo da minha buceta e do meu cú, enquanto os outros 3 colocavam seus paus na minha boca.
Assim que um saia do meu cú, outro vinha e atolava de novo. Mudamos tambem de posição para o sofá e dali em diante recebia sempre 3 paus de uma só vez.
Chegamos todos a muitos orgasmos até não restar mais forças. Antes do amanhecer, me levaram p/ a pousada onde meu marido Flavio continuava desmaiado de tanto beber.
Mais tarde, na praia, nos reunimos de novo. Mas todos foram discretos e meu marido nada percebeu da suruba que rolou na mansão naquela madrugada.
Conto erótico: O Cuzinho da mulher do amigo
Isso aconteceu comigo a uma semana. Minha esposa e eu temos um casal amigo que vamos sempre visitar. Somos muito amigo mesmo. Na semana passada meu amigo me perguntou se estava tudo certo para a visita que faríamos à casa dele no sábado, eu disse que sim mas talvez minha esposa não fosse. No final da aula na faculdade que fazemos juntos ele me disse que tinha um assunto muito sério para conversar comigo, e me perguntou se eu faria um grande favor pra ele, depois de enrolar bastante por fim ele me perguntou se eu filmaria ele e a esposa dele transando. Levei um tremendo susto, masele passou a explicar que era um sonho deles etc. Por fim eu acabei topando.
No bendito sábado, ficou marcado para as 14:00 da tarde, cheguei e só estava minha amiga esposa dele na casa. Conversamos um pouco até que ela perguntou se meu amigo ja tinha falado o motivo da minha vinda la. Eu disse que sim e ela agradeceu muito e disse só confiavam em mim para isso, ela perguntou se minha esposa sabia e eu disse que não... Depois de uns 15 minutos meu amigo ligou pra ela avisando que ia demorar e percebi que ela fingiu que eu não estava lá. Então ela me falou que tinha saído no dia anterior para comprar langerie para a gravação e perguntou se podia me mostra-las. Eu estranhei mas disse que queria ver sim, e ainda expliquei: afinal daqui a pouco vou ver mesmo. Rimos... Pouco depois lá vem ela com o primeiro conjunto. Minha amiga não é bonita, é gordinha, cabelo curto e baixinha, mas quando olhei, ela estava com uma camisola semi-transparente branca e a calcinha e o soutien também brancos e pequenos, fiquei morrendo de vontade de comer ela. Depois de algumas amostras de langerie, nas quais me deliciei com o corpo da minha amiga (10 anos mais velha que eu), ela entra com um conjuntinho delicioso, a calcinha pequeniníssima pretinha, uma camisola preta totalmente transparente. A bunda dela ficou praticamente descoberta, os seios fartos quase saltavam pelo pequeno soutien. Meu pau quase saia pela cueca e bermuda. Ela perguntou de qual eu gostei mais e eu logicamente falei que foi da última. Ela disse: percebi mesmo e olhou para meu pau, e ela continuou, poxa vai ser com esta mesmo. Ela me convidou para comer alguma coisa na cozinha mas não tirava aquela langerie (pois já sabia que meu amigo só viria à noite), eu estava com medo dele chegar, mas meu pau continuava como uma pedra e ela não parava de olhar pra ele. No sofá na sala ela sentou ao meu lado e disse: Amigo eu acho que vou trocar de roupa pra dar um descanço pra ele, apontando para o meu pau, fiquei todo sem jeito , mas disse a ela que ficasse daquele jeito pois estava linda, disse a ela que estava louco para vê-la transando e que iria filmar bem de perto. Falei: E com repeito a ele (falei apontando pro meu pau) só uma coisa pode acalmá-lo. Ela perguntou o que e eu disse que um boca bem gostosa daria um jeito nele.
No mesmo instante ela se abaixou e colocou a boca no meu pau, engoliu tudinho de uma vez, foi uma chupada deliciosa. Despi ela totalmente enquanto ela chupava, fodi na boca dela. Depois disso coloquei minha amiga de quatro no sofá e sem pensar duas vezes tentei colocar no cuzinho dela, não entrou, me abaixei e lambi o cuzinho dela aproveitando para lubrificar, depois perguntei no ouvido dela se ela já tinha dado o cuzinho, ela disse que nunca, então eu falei a ela que iria descabaçar o cuzinho dela e ele ia ser meu. Passeia enfiar, e foi uma luta para entrar a glande, mas depois que ela entrou coloquei tudo, minha amiga estava tão tarada que não reclamou muito, meti demais, judiei da minha amiga, meti sem pena, e depois que gozei tomamos um banho junto e novamente eu comi o cuzinho dela, nesse dia, até as seis horas da tarde quando sai de lá, fiz de tudo com ela, tudo que meu amigo não tinha feito, ela me masturbou com os seios, o cuzinho comi umas três vezes, a boceta umas duas, saí com o pau dolorido de lá.
A gravação ficou para o sábado que vem.
No bendito sábado, ficou marcado para as 14:00 da tarde, cheguei e só estava minha amiga esposa dele na casa. Conversamos um pouco até que ela perguntou se meu amigo ja tinha falado o motivo da minha vinda la. Eu disse que sim e ela agradeceu muito e disse só confiavam em mim para isso, ela perguntou se minha esposa sabia e eu disse que não... Depois de uns 15 minutos meu amigo ligou pra ela avisando que ia demorar e percebi que ela fingiu que eu não estava lá. Então ela me falou que tinha saído no dia anterior para comprar langerie para a gravação e perguntou se podia me mostra-las. Eu estranhei mas disse que queria ver sim, e ainda expliquei: afinal daqui a pouco vou ver mesmo. Rimos... Pouco depois lá vem ela com o primeiro conjunto. Minha amiga não é bonita, é gordinha, cabelo curto e baixinha, mas quando olhei, ela estava com uma camisola semi-transparente branca e a calcinha e o soutien também brancos e pequenos, fiquei morrendo de vontade de comer ela. Depois de algumas amostras de langerie, nas quais me deliciei com o corpo da minha amiga (10 anos mais velha que eu), ela entra com um conjuntinho delicioso, a calcinha pequeniníssima pretinha, uma camisola preta totalmente transparente. A bunda dela ficou praticamente descoberta, os seios fartos quase saltavam pelo pequeno soutien. Meu pau quase saia pela cueca e bermuda. Ela perguntou de qual eu gostei mais e eu logicamente falei que foi da última. Ela disse: percebi mesmo e olhou para meu pau, e ela continuou, poxa vai ser com esta mesmo. Ela me convidou para comer alguma coisa na cozinha mas não tirava aquela langerie (pois já sabia que meu amigo só viria à noite), eu estava com medo dele chegar, mas meu pau continuava como uma pedra e ela não parava de olhar pra ele. No sofá na sala ela sentou ao meu lado e disse: Amigo eu acho que vou trocar de roupa pra dar um descanço pra ele, apontando para o meu pau, fiquei todo sem jeito , mas disse a ela que ficasse daquele jeito pois estava linda, disse a ela que estava louco para vê-la transando e que iria filmar bem de perto. Falei: E com repeito a ele (falei apontando pro meu pau) só uma coisa pode acalmá-lo. Ela perguntou o que e eu disse que um boca bem gostosa daria um jeito nele.
No mesmo instante ela se abaixou e colocou a boca no meu pau, engoliu tudinho de uma vez, foi uma chupada deliciosa. Despi ela totalmente enquanto ela chupava, fodi na boca dela. Depois disso coloquei minha amiga de quatro no sofá e sem pensar duas vezes tentei colocar no cuzinho dela, não entrou, me abaixei e lambi o cuzinho dela aproveitando para lubrificar, depois perguntei no ouvido dela se ela já tinha dado o cuzinho, ela disse que nunca, então eu falei a ela que iria descabaçar o cuzinho dela e ele ia ser meu. Passeia enfiar, e foi uma luta para entrar a glande, mas depois que ela entrou coloquei tudo, minha amiga estava tão tarada que não reclamou muito, meti demais, judiei da minha amiga, meti sem pena, e depois que gozei tomamos um banho junto e novamente eu comi o cuzinho dela, nesse dia, até as seis horas da tarde quando sai de lá, fiz de tudo com ela, tudo que meu amigo não tinha feito, ela me masturbou com os seios, o cuzinho comi umas três vezes, a boceta umas duas, saí com o pau dolorido de lá.
A gravação ficou para o sábado que vem.
Conto erótico: Minha mulher dando o cuzinho na praia
Hoje vou contar, como minha mulher perdeu o medo de dar o cuzinho
Em um verão há muitos anos, minha mulher estava no nosso apartamento na praia, em São Vicente, com meus filhos e uma prima dela, a Vera que morava no Paraná e era divorciada. A Vera sabia que minha mulher tinha um amante na época, o Ricardo que para quem já leu meus relatos anteriores o conhece. A prima da minha mulher era um pouco mais nova que nós, tinha vinte e poucos anos, e havia ficado casada por 2 anos apenas. Ela é loira, bonitona e muito sapeca. Ela adorava a minha mulher, e após saber o tipo de casamento que tínhamos, o respeito e a admiração dela para com minha mulher aumentou muito. Na sexta feira eu telefonei para minha mulher perguntando como estava indo, se precisava de alguma coisa, pois eu iria descer no final da tarde. Ela me disse que não precisava de nada, mas que eu tentasse chegar cedo, pois ela queria sair com a Vera a noite e iria deixar as crianças sozinhas no apartamento. Eu disse para ela ir sossegada que eu chegaria cedo. Perguntei se o Ricardo tinha ligado, ela respondeu que o cara devia estar sem muita vontade de vê-la, pois não conseguia dar uma desculpa para a lambisgóia (a noiva dele). Pelo tom de voz percebi que ela estava muito puta com o namorado. Perguntei onde ela iria levar a Vera, ela disse, meia evasiva, que iria em a um barzinho, para a prima e ela também se distraírem. Desliguei mas fiquei com a pulga atras da orelha. Cheguei no apartamento às 20:30, e elas já não estavam. As crianças estavam de pijamas assistindo televisão. Eles foram dormir e eu fiquei esperando elas voltarem. As horas foram passando e eu fui vencido pelo sono, cansaço e dormi. Acordei com barulho de cochicho, quando elas chegaram, tentando fazer pouco barulho, falando e rindo baixinho. Quando minha mulher entrou no quarto e acendeu a luz, eu vi que já passavam das 5 horas da manhã. Ela estava vestida, com um topezinho branco e uma mine saia vermelha, com a barriguinha de fora. Muito sexo e descabelada. Rosto vermelho de quem tinha bebido e fudido muito. Ela se aproximou e me deu um beijo perguntando se estava tudo bem. No beijo, senti o gosto de chopes e pau, que eu já conhecia bem. Eu disse que sim que as crianças foram dormir lá pelas 11 horas. Perguntei e com você? Ela se despiu e com o maior cara de safada, pôs minha mão na boceta úmida e inchada dela e disse. Que tinha dado muito para uns surfistas mas que estava com saudades do cacete do corninho dela. Eu fiquei transtornado com tesão, e cai de boca na boceta dela, dizendo me conta mais. Ela disse, olha na porta de trás, também recebeu visitante. Incrédulo olhei para ela e perguntei? Você deu o cu? O seu cuzinho que ainda não consegui comer? Então enquanto eu a chupava, ela começou a contar o que havia acontecido. Segue agora nas palavras dela.
"Quando chegamos na segunda feira a noite, jantamos e colocamos as crianças para dormir, a Vera ficou comigo no nosso quarto enquanto você ficava em São Paulo. Ao desfazer a mala, a Vera me mostrou uns ‘brinquedinhos’ que ela tinha comprado. Ela disse que ao chegar em São Paulo, foi para a casa da minha irmã, a Vânia, que mora só, em Pinheiros. A minha irmã, é muito liberal, solteira, mas nada sabe da nossa vida. Continuando, a vera conversando com Vânia, perguntou se ela conhecia a Rua 24 de maio. A Vânia disse que sim, que ficava no centro velho, e perguntou por que. A Vera respondeu mostrando uma revista masculina que trouxera do Paraná, dizendo que queria compras uns brinquedos eróticos. A Vânia riu, abriu o armário e mostrou uns vibradores que ela tinha, Disse que era ótimo, coisa e tal. No sábado, minha irmã foi com a Vera na loja, que fica em uma galeria decadente no Centro de São Paulo. Em resumo, ela comprou um consolo com vibrador e um plug anal. Eu perguntei, como eu não conhecia, para que servia aquele consolo estranho. A Vera respondeu que era uma espécie de alargador de cu. Nós rimos, eu perguntei a ela , para que? Ela me respondeu que vários namorados que ela teve, pedia para comer o cuzinho, mas que por ser muito apertado, ela nunca conseguiu. Ela me falou, que uma amiga dela no Paraná recomendou ela usar o tal plug. Eu disse a ela que comigo acontecia o mesmo. Agora que eu estava liberada, sempre que conhecia um homem, ele sempre perguntava se eu fazia anal. Parece uma preferência nacional. Disse a ela que até você, no começo do casamento, e até quando namorávamos, me pedia o cuzinho. Lembra? Tentamos varias vezes, mas eu nunca consegui?. Pois então, ela me ofereceu o plug e disse não quer tentar? Eu sei que passamos a primeira e as noites seguintes brincando com os brinquedinhos e eu posso dizer que funcionou. Ela também me mostrou os biquínis, fio dental, que comprara. . Ela tirou a roupa e vestiu um dos biquínis Achei-os lindos e indecentes. Ela esta com um ótimo corpo, tirando o bronzeado que não havia, ela estava espetacular. Pedi para experimentar um também, e quando tirei minha roupa e coloquei o biquíni, me senti muito sexy. A Vera disse que eu estava com um corpo e um bronzeado espetaculares. Disse que nem parecia que eu era mãe de 3 pimpolhos. Eu disse que era o amor e muito sexo. Rimos e fomos dormir. No dia seguinte, estávamos na praia, as crianças brincando na água e nós duas tomando banho de sol, a apreciando a paisagem. Havia uns rapazes, de corpos perfeitos, cheios de saúde, jogando vôlei perto de onde estávamos. A vera descaradamente, flertava com um rapagão, alto, de bermuda clara, pernas peludas corpo lindo, ombros largos, cabelo curto e uma tatuagem no ombro. Meio que de propósito, a bola foi jogada perto de onde estávamos. O rapaz veio pegar a bola, se desculpou e puxou um papo com a gente. De maneira meio inexperiente o mesmo grosseira, ele perguntou o que duas beldades fazia sozinhas na praia e bla bla bla. Eu disse que não estávamos sozinhas, que meus filhos estavam na água. Os outros amigos dele, ficaram olhando para nós, talvez aguardando um sinal do amigo. Sei que no meio deles, havia um moreno, que eu achei um gato, meu número. Filhos? Ele disse, meio que surpreso Rimos, mas eu disse que a minha prima estava só. Ele riu e voltou as atenções para a Vera, que meio tímida entabulou uma conversa com o rapaz. Aos poucos eles se levantaram e foram caminhar pela praia. Quando voltamos para o apartamento, a Vera não parava de falar do Júlio, nome do rapaz. Dizendo que o achou lindo, que queria muito tirar uma casquinha dele. Mas ela não sabe porque, talvez por medo de se envolver, apesar que essa era a finalidade dela quando veio a São Paulo, ela não quis marcar nada com ele. Falei para ela, que ela era muito doidinha. Mas disse a ela que provavelmente iríamos encontra-los outros vezes. Não vimos os rapazes nem na quarta nem na quinta feira. Apesar de outros homens interessantes passarem por nós com ar de conquista, a Vera estava obcecada pelo rapaz, o Júlio, que não ligava e nem reparava nos outros homens.
Na Sexta feira pela manhã, fui a praia com um biquíni emprestado da Vera, um fio dental vermelho. Estava me sentindo muito sexy, carente, quase uma semana sem sexo, pois o filho da puta do Ricardo me deu bolo novamente. Pedimos uma caipirinha e tomamos uma cerveja quando vimos uma caminhonete, com pranchas de surfe no teto estacionar. Então vimos descer o Júlio e o meu ‘moreno’. Eles nos viram acenaram cumprimentando e foram se juntar a outros rapazes na areia. Começaram a jogar vôlei novamente, e apesar dos olhares de Vera, eles não se aproximaram. Como o tempo ia passando e nem ele nem a Vera davam o primeiro passo, eu me levantei e disse a Vera para ficar tomando conta das coisas que eu iria ao mar. Passei pelos rapazes, olhando fixamente para o moreno que também ficou me fitando. Dei um sorrisinho para ele, abaixei a cabeça e segui para o mar, sem olhar para trás, rebolando mais do que o normal, confiando no meu charme. Quando entrei na água, senti a presença do moreno e me virei. Ele estava logo atrás, com um sorriso meio sem graça, disse OI. Eu respondi, como vai. Me apresentei e disse a ele que estávamos esperando eles desde quarta feira. Ele deu uma risada e disse, Jura, pensei que vocês não queriam nada com nós. Eu disse que a minha prima estava louca para falar com o Júlio. Disse a ele, fala para o Júlio convidar a Vera para um encontro hoje a noite. Ele falou. Ah então eu sou só o pombo correio? Eu disse que nada bobo, se eles saírem eu irei junto. Ele ficou pensando, cheio de esperança e falou. Mas e as crianças? Você não é casada? Eu disse que não se preocupasse com as crianças. Que eu era casada sim, mas se ele não sabia que o sonho de consumo da maioria das donas de casa é um surfistas sarado? Ele riu, me abraçou, e chegando junto perguntou se eu não estava zombando dele. Eu disse , não meu lindo. Se seu amigo convidar minha prima, juro que nós sairemos juntos. Falando isso me livrei dos braços fortes e quentes do Mário, esse é o nome dele, Dei um beijo rápido e molhado em sua boca, e sai da água. Ele ficou um tempo parado. Como que processando as informações recebida, percebi que um volume considerável se formava em seu calção. Voltei e Vera me falou. Eu vi você conversando com aquele rapaz. Eu disse para ela ficar fria e deitei-me ao sol. Logo depois o Júlio e Mário chegaram. O Júlio foi logo cumprimentando a Vera e perguntou se nós não queríamos nos encontrar com eles a noite, para batermos um papo, tomarmos umas cervejinhas. A vera ia dizendo que ela poderia sim, mas que a prima não, quando eu disse, tudo bem., Vamos sin. Eles sentaram com a gente. As crianças chegaram da água, eles foram embora, com a certeza de que a noite nós estaríamos esperando. A tarde eu liguei para você, alimentei as crianças, nos arrumamos e as 7 horas fomos para o local do encontro. Chegamos lá e encontramos o Júlio e o Mário, que nos receberam com sincera alegria. Fomos até um barzinho perto da ponte pênsil, onde encontramos o Rogério, outro amigo deles, que era dono da casa onde eles estavam. O Rogério era uma rapaz bonito também, mas mais magro, menos atleta, e estava acompanhado de uma menina muito bonitinha, mas com cara de ser menor de idade. Comemos uns petiscos, bebemos umas cervejas e eu já estava louca pelo meu moreno. Que corpo quente! Que beijo gostoso! Olhando para a Vera vi que eles também estavam se entendendo muito bem. Quando por volta das 10 horas, eles nos convidaram para ir terminar o papo na casa deles. Eu topei na hora o que deixou a vera um pouco surpresa, mas ela também topou. A namoradinha do Rogério não queria ir, dizendo que já era tarde. Sei que fomos nós 4 enquanto o Rogério, dono da casa, tentava convencer a namoradinha. Chegando lá, fomos eu o Mário nos beijando para um quarto com ele me abraçando com braços fortes. Eu estava adorando Ter aquele corpo dourado para mim. A Vera e o Júlio foram para outro quarto. Eu fui logo abaixando a bermuda do meu macho, que tirou meu top e minha saia, a calcinha também foi tirada as pressas. Ficamos nus e eu pude admirar, um belo corpo. Um pau moreno, grosso, com um saco grande e preto. Cai de boca e provoquei suspiros do meu amante. Ele me pegou e passou a chupar minha bucetinha também que estava encharcada de tanto tesão. O clima era de puro tesão. Ele me puxou para cima dele e foi encaixando aquela tora grossa em minha boceta, que mesmo molhada, ofereceu uma enorme resistência. Mas aos poucos as dificuldades foram sendo superadas e o prazer, incontável prazer, foi tomando conta do meu corpo. Eu subia e descia como louca no pau dele. Ele me virou, colocou deitada de costas e num papai e mamãe maravilhoso ele me encheu de porra. Gozamos feitos dois doidos. Ele deitou e ficou mexendo em meus peitos. Conversamos bastante, ele perguntou de você, meu marido, eu disse que gostava do meu marido, mas que dar a boceta não tira pedaço. Que o que os olhos não vêem, o coração não sente. Rimos. E eu comecei a beijar o corpo dele novamente. Ele dizia estar cansado. Mas eu não me importei, fui descendo a boca, e peguei o pau mole, molhado e enfiei na boca. Com maestria fui chupando, lambendo até fazer crescer novamente a ferramenta linda, morena, com uma cabeça, totalmente exposta, e brilhante. Subi encima dele e encaixei a boceta. Pus na portinha e fui forçando. O pau entrou todo. Me deitei sobre ele. Fechei minhas pernas, como faço com você as vezes e fiquei apertando o pau dele. O pau dele é tão grosso que quase não consegui fechar as pernas. Ele imóvel e eu esfregando minhas pernas com o cacete dentro, tive vários orgasmos. De intensidade diferente. Sai de cima dele, e como ele não havia gozado na segunda vez, fiz uma chupeta até ele gozar na minha boca. O Mário simplesmente após essa Segunda vez, desmaiou. Saí do quarto para ir ao banheiro. Sai nua mesmo. Fui ao banheiro e depois fui na cozinha beber uma água pois estava com cede. Ao passar pela sala, vi o Rogério sentado em uma poltrona. Fiz menção de voltar ao quarto para colocar uma roupa, mas decidi ir pelada mesmo. Cumprimentei ele fui a cozinha, peguei o copo de água e perguntei pela namorada. Ele me disse que ela não quis vir. Tinha que chegar antes das 11 em casa. Ele perguntou pelo Mário, eu disse que estava dormindo Eu sentei do lado dele e disse. Tadinho sem mulherzinha. Eu nua, sentada do lado de um rapaz vestido. Como a situação já estava naquele pé, eu perguntei a ele se ele não se importar em Ter uma mulher de Segunda mão. Ele me abraçou, me dizendo ser muito gostosa me beijou tão gostoso, tão gostoso, que eu gozei com o beijo dele. Como beija bem o menino. Tirei a roupa dele e vi um pinto, de tamanho normal, branquinho, bonito, fino. Cai de boca no pauzinho dele. Ele adorou., começou a chupar os meus peitos. Você sabe como adoro quando me chupam o peito do jeito que gosto. Fechei os olhos e viajei. Como chupava bem! Começamos a meter ele estava nadando na minha bucetinha, quando tive uma idéia. Perguntei a ele se ele não queria comer meu cuzinho. Ele ficou louco, disse é lógico que quero. Eu me levantei entrei no quarto onde o Mário roncava, peguei na minha bolsa, um creme que trouxe para esse fim, se aparecesse a oportunidade. Viu como sua mulherzinha pensa em tudo? Dei o creme a ele. Ele passou no pau e no meu cu. Eu pedi a ele para ir com cuidado que eu era virgem ai. Ele foi muito cuidadoso. Eu estava de quatro. Senti uma dorzinha no começo. Ai ele falou para eu deitar de lado e ele se posicionou por trás e foi introduzindo devagarinho. Entrou tudo e eu não senti dor nenhuma. Senti logo um prazer diferente, intenso, e gozei de forma diferente, mas intensa. Foi muito bom. Mudamos de posição. Eu sentei literalmente no pau dele e foi ótimo. Gemi alto gritei fizemos tanto barulho na sala que quando me dei conta, tínhamos platéia. O Júlio e Vera estavam parados olhando para inauguração do meu rabinho. Minha primeira vez dando cu teve até platéia. Depois de gozarmos cai de lado cansada. A vera e o Júlio estavam boquiaberto. Perguntaram pelo Mário. Eu respondi que estava desmaiado no quarto. Em resumo, voltamos para casa e como eles vão subir no Domingo, deixamos em aberto se nós iremos ou não encontrar eles”
Escutei tudo boquiaberto e muito tesudo. Estava com o pau atolado na boceta dela. Perguntei se ela queria encontrar com ele de novo. Ela olhou para mim com cara de pidona e disse. Você deixa? Eu quero sim e a Vera coitada também quer. Eu disse tudo bem. Mas ela falou vamos ver se eles vão parecer na praia amanhã, ou hoje daqui apouco. Por volta do meio dia fomos todos a praia, e ela avistou os rapazes lá. Que as viram, mas como também me viram, não chegaram. Minha mulher disse para mim e para Vera. Eu tinha certeza do nosso charme, sabia que eles viriam e falando para mim, benzinho você pode ficar com as crianças. Eu disse pode deixar, vou leva-los para pescar em Mongagua. E fizemos isso, sai com as crianças a tarde. E voltamos ao apartamento só a noite. Levei-os pescar, depois fomos a um parquinho, lanchonete. Chegamos e elas ainda não haviam chegado. Pus as crianças para dormir e por volta das 2 da madrugada, elas chegaram. Vieram as duas para o meu quarto. Elas estava, vestidas com shortinhos e blusinhas e com cara de safadas as duas me beijaram e disseram que foi ótimo. Eu beijei minha mulher que tirou a roupa o shortinho e deitou ao meu lado. A Vera perguntou se podia deitar com a gente. Olhei para minha mulher que parecia estar muito feliz e realizada e disse pode. A vera também tirou a roupa e deitou. Vi a prima dela nua pela primeira vez. E constatei que ela era muito bonita mesmo. Minha mulher chegou a meu ouvido e disse que tinha dado o cú para o caralhudo Mário, e que foi ótimo. Que agora ela iria dar o cu para mim se quisesse e que iria deixar o Ricardo com muito tesão. Ela disse quem sabe ele desiste daquela lambisgóia? Dei um beijo nela, e ri. A vera me deu os parabéns pela bela puta que eu tinha como mulher. Todos rimos. No dia seguinte fomos a praia e logo após o almoço, os rapazes passaram por lá para se despedirem, Chegaram até nós, pois minha mulher disse que eu sabia de tudo que ela aprontava, me cumprimentaram. O Mário teve a cara de pau de dizer que eu tinha uma mulher muito deliciosa, que ele queria vê-la sempre. E que se eu podia dar uma força, e fazer ela ligar para ele quando voltasse a São Paulo. Rimos. Mas minha mulher nunca mais ligou e nem falou com eles. Nem a Vera, que voltou após duas semanas para o Paraná. Hoje a Vera esta casada, mas quando nos encontramos sem a presença do marido dela, ela ainda lembra com saudades aquela semana, que segundo ela foi a semana mais excitante da vida dela.
Se gostaram me escreva.
Em um verão há muitos anos, minha mulher estava no nosso apartamento na praia, em São Vicente, com meus filhos e uma prima dela, a Vera que morava no Paraná e era divorciada. A Vera sabia que minha mulher tinha um amante na época, o Ricardo que para quem já leu meus relatos anteriores o conhece. A prima da minha mulher era um pouco mais nova que nós, tinha vinte e poucos anos, e havia ficado casada por 2 anos apenas. Ela é loira, bonitona e muito sapeca. Ela adorava a minha mulher, e após saber o tipo de casamento que tínhamos, o respeito e a admiração dela para com minha mulher aumentou muito. Na sexta feira eu telefonei para minha mulher perguntando como estava indo, se precisava de alguma coisa, pois eu iria descer no final da tarde. Ela me disse que não precisava de nada, mas que eu tentasse chegar cedo, pois ela queria sair com a Vera a noite e iria deixar as crianças sozinhas no apartamento. Eu disse para ela ir sossegada que eu chegaria cedo. Perguntei se o Ricardo tinha ligado, ela respondeu que o cara devia estar sem muita vontade de vê-la, pois não conseguia dar uma desculpa para a lambisgóia (a noiva dele). Pelo tom de voz percebi que ela estava muito puta com o namorado. Perguntei onde ela iria levar a Vera, ela disse, meia evasiva, que iria em a um barzinho, para a prima e ela também se distraírem. Desliguei mas fiquei com a pulga atras da orelha. Cheguei no apartamento às 20:30, e elas já não estavam. As crianças estavam de pijamas assistindo televisão. Eles foram dormir e eu fiquei esperando elas voltarem. As horas foram passando e eu fui vencido pelo sono, cansaço e dormi. Acordei com barulho de cochicho, quando elas chegaram, tentando fazer pouco barulho, falando e rindo baixinho. Quando minha mulher entrou no quarto e acendeu a luz, eu vi que já passavam das 5 horas da manhã. Ela estava vestida, com um topezinho branco e uma mine saia vermelha, com a barriguinha de fora. Muito sexo e descabelada. Rosto vermelho de quem tinha bebido e fudido muito. Ela se aproximou e me deu um beijo perguntando se estava tudo bem. No beijo, senti o gosto de chopes e pau, que eu já conhecia bem. Eu disse que sim que as crianças foram dormir lá pelas 11 horas. Perguntei e com você? Ela se despiu e com o maior cara de safada, pôs minha mão na boceta úmida e inchada dela e disse. Que tinha dado muito para uns surfistas mas que estava com saudades do cacete do corninho dela. Eu fiquei transtornado com tesão, e cai de boca na boceta dela, dizendo me conta mais. Ela disse, olha na porta de trás, também recebeu visitante. Incrédulo olhei para ela e perguntei? Você deu o cu? O seu cuzinho que ainda não consegui comer? Então enquanto eu a chupava, ela começou a contar o que havia acontecido. Segue agora nas palavras dela.
"Quando chegamos na segunda feira a noite, jantamos e colocamos as crianças para dormir, a Vera ficou comigo no nosso quarto enquanto você ficava em São Paulo. Ao desfazer a mala, a Vera me mostrou uns ‘brinquedinhos’ que ela tinha comprado. Ela disse que ao chegar em São Paulo, foi para a casa da minha irmã, a Vânia, que mora só, em Pinheiros. A minha irmã, é muito liberal, solteira, mas nada sabe da nossa vida. Continuando, a vera conversando com Vânia, perguntou se ela conhecia a Rua 24 de maio. A Vânia disse que sim, que ficava no centro velho, e perguntou por que. A Vera respondeu mostrando uma revista masculina que trouxera do Paraná, dizendo que queria compras uns brinquedos eróticos. A Vânia riu, abriu o armário e mostrou uns vibradores que ela tinha, Disse que era ótimo, coisa e tal. No sábado, minha irmã foi com a Vera na loja, que fica em uma galeria decadente no Centro de São Paulo. Em resumo, ela comprou um consolo com vibrador e um plug anal. Eu perguntei, como eu não conhecia, para que servia aquele consolo estranho. A Vera respondeu que era uma espécie de alargador de cu. Nós rimos, eu perguntei a ela , para que? Ela me respondeu que vários namorados que ela teve, pedia para comer o cuzinho, mas que por ser muito apertado, ela nunca conseguiu. Ela me falou, que uma amiga dela no Paraná recomendou ela usar o tal plug. Eu disse a ela que comigo acontecia o mesmo. Agora que eu estava liberada, sempre que conhecia um homem, ele sempre perguntava se eu fazia anal. Parece uma preferência nacional. Disse a ela que até você, no começo do casamento, e até quando namorávamos, me pedia o cuzinho. Lembra? Tentamos varias vezes, mas eu nunca consegui?. Pois então, ela me ofereceu o plug e disse não quer tentar? Eu sei que passamos a primeira e as noites seguintes brincando com os brinquedinhos e eu posso dizer que funcionou. Ela também me mostrou os biquínis, fio dental, que comprara. . Ela tirou a roupa e vestiu um dos biquínis Achei-os lindos e indecentes. Ela esta com um ótimo corpo, tirando o bronzeado que não havia, ela estava espetacular. Pedi para experimentar um também, e quando tirei minha roupa e coloquei o biquíni, me senti muito sexy. A Vera disse que eu estava com um corpo e um bronzeado espetaculares. Disse que nem parecia que eu era mãe de 3 pimpolhos. Eu disse que era o amor e muito sexo. Rimos e fomos dormir. No dia seguinte, estávamos na praia, as crianças brincando na água e nós duas tomando banho de sol, a apreciando a paisagem. Havia uns rapazes, de corpos perfeitos, cheios de saúde, jogando vôlei perto de onde estávamos. A vera descaradamente, flertava com um rapagão, alto, de bermuda clara, pernas peludas corpo lindo, ombros largos, cabelo curto e uma tatuagem no ombro. Meio que de propósito, a bola foi jogada perto de onde estávamos. O rapaz veio pegar a bola, se desculpou e puxou um papo com a gente. De maneira meio inexperiente o mesmo grosseira, ele perguntou o que duas beldades fazia sozinhas na praia e bla bla bla. Eu disse que não estávamos sozinhas, que meus filhos estavam na água. Os outros amigos dele, ficaram olhando para nós, talvez aguardando um sinal do amigo. Sei que no meio deles, havia um moreno, que eu achei um gato, meu número. Filhos? Ele disse, meio que surpreso Rimos, mas eu disse que a minha prima estava só. Ele riu e voltou as atenções para a Vera, que meio tímida entabulou uma conversa com o rapaz. Aos poucos eles se levantaram e foram caminhar pela praia. Quando voltamos para o apartamento, a Vera não parava de falar do Júlio, nome do rapaz. Dizendo que o achou lindo, que queria muito tirar uma casquinha dele. Mas ela não sabe porque, talvez por medo de se envolver, apesar que essa era a finalidade dela quando veio a São Paulo, ela não quis marcar nada com ele. Falei para ela, que ela era muito doidinha. Mas disse a ela que provavelmente iríamos encontra-los outros vezes. Não vimos os rapazes nem na quarta nem na quinta feira. Apesar de outros homens interessantes passarem por nós com ar de conquista, a Vera estava obcecada pelo rapaz, o Júlio, que não ligava e nem reparava nos outros homens.
Na Sexta feira pela manhã, fui a praia com um biquíni emprestado da Vera, um fio dental vermelho. Estava me sentindo muito sexy, carente, quase uma semana sem sexo, pois o filho da puta do Ricardo me deu bolo novamente. Pedimos uma caipirinha e tomamos uma cerveja quando vimos uma caminhonete, com pranchas de surfe no teto estacionar. Então vimos descer o Júlio e o meu ‘moreno’. Eles nos viram acenaram cumprimentando e foram se juntar a outros rapazes na areia. Começaram a jogar vôlei novamente, e apesar dos olhares de Vera, eles não se aproximaram. Como o tempo ia passando e nem ele nem a Vera davam o primeiro passo, eu me levantei e disse a Vera para ficar tomando conta das coisas que eu iria ao mar. Passei pelos rapazes, olhando fixamente para o moreno que também ficou me fitando. Dei um sorrisinho para ele, abaixei a cabeça e segui para o mar, sem olhar para trás, rebolando mais do que o normal, confiando no meu charme. Quando entrei na água, senti a presença do moreno e me virei. Ele estava logo atrás, com um sorriso meio sem graça, disse OI. Eu respondi, como vai. Me apresentei e disse a ele que estávamos esperando eles desde quarta feira. Ele deu uma risada e disse, Jura, pensei que vocês não queriam nada com nós. Eu disse que a minha prima estava louca para falar com o Júlio. Disse a ele, fala para o Júlio convidar a Vera para um encontro hoje a noite. Ele falou. Ah então eu sou só o pombo correio? Eu disse que nada bobo, se eles saírem eu irei junto. Ele ficou pensando, cheio de esperança e falou. Mas e as crianças? Você não é casada? Eu disse que não se preocupasse com as crianças. Que eu era casada sim, mas se ele não sabia que o sonho de consumo da maioria das donas de casa é um surfistas sarado? Ele riu, me abraçou, e chegando junto perguntou se eu não estava zombando dele. Eu disse , não meu lindo. Se seu amigo convidar minha prima, juro que nós sairemos juntos. Falando isso me livrei dos braços fortes e quentes do Mário, esse é o nome dele, Dei um beijo rápido e molhado em sua boca, e sai da água. Ele ficou um tempo parado. Como que processando as informações recebida, percebi que um volume considerável se formava em seu calção. Voltei e Vera me falou. Eu vi você conversando com aquele rapaz. Eu disse para ela ficar fria e deitei-me ao sol. Logo depois o Júlio e Mário chegaram. O Júlio foi logo cumprimentando a Vera e perguntou se nós não queríamos nos encontrar com eles a noite, para batermos um papo, tomarmos umas cervejinhas. A vera ia dizendo que ela poderia sim, mas que a prima não, quando eu disse, tudo bem., Vamos sin. Eles sentaram com a gente. As crianças chegaram da água, eles foram embora, com a certeza de que a noite nós estaríamos esperando. A tarde eu liguei para você, alimentei as crianças, nos arrumamos e as 7 horas fomos para o local do encontro. Chegamos lá e encontramos o Júlio e o Mário, que nos receberam com sincera alegria. Fomos até um barzinho perto da ponte pênsil, onde encontramos o Rogério, outro amigo deles, que era dono da casa onde eles estavam. O Rogério era uma rapaz bonito também, mas mais magro, menos atleta, e estava acompanhado de uma menina muito bonitinha, mas com cara de ser menor de idade. Comemos uns petiscos, bebemos umas cervejas e eu já estava louca pelo meu moreno. Que corpo quente! Que beijo gostoso! Olhando para a Vera vi que eles também estavam se entendendo muito bem. Quando por volta das 10 horas, eles nos convidaram para ir terminar o papo na casa deles. Eu topei na hora o que deixou a vera um pouco surpresa, mas ela também topou. A namoradinha do Rogério não queria ir, dizendo que já era tarde. Sei que fomos nós 4 enquanto o Rogério, dono da casa, tentava convencer a namoradinha. Chegando lá, fomos eu o Mário nos beijando para um quarto com ele me abraçando com braços fortes. Eu estava adorando Ter aquele corpo dourado para mim. A Vera e o Júlio foram para outro quarto. Eu fui logo abaixando a bermuda do meu macho, que tirou meu top e minha saia, a calcinha também foi tirada as pressas. Ficamos nus e eu pude admirar, um belo corpo. Um pau moreno, grosso, com um saco grande e preto. Cai de boca e provoquei suspiros do meu amante. Ele me pegou e passou a chupar minha bucetinha também que estava encharcada de tanto tesão. O clima era de puro tesão. Ele me puxou para cima dele e foi encaixando aquela tora grossa em minha boceta, que mesmo molhada, ofereceu uma enorme resistência. Mas aos poucos as dificuldades foram sendo superadas e o prazer, incontável prazer, foi tomando conta do meu corpo. Eu subia e descia como louca no pau dele. Ele me virou, colocou deitada de costas e num papai e mamãe maravilhoso ele me encheu de porra. Gozamos feitos dois doidos. Ele deitou e ficou mexendo em meus peitos. Conversamos bastante, ele perguntou de você, meu marido, eu disse que gostava do meu marido, mas que dar a boceta não tira pedaço. Que o que os olhos não vêem, o coração não sente. Rimos. E eu comecei a beijar o corpo dele novamente. Ele dizia estar cansado. Mas eu não me importei, fui descendo a boca, e peguei o pau mole, molhado e enfiei na boca. Com maestria fui chupando, lambendo até fazer crescer novamente a ferramenta linda, morena, com uma cabeça, totalmente exposta, e brilhante. Subi encima dele e encaixei a boceta. Pus na portinha e fui forçando. O pau entrou todo. Me deitei sobre ele. Fechei minhas pernas, como faço com você as vezes e fiquei apertando o pau dele. O pau dele é tão grosso que quase não consegui fechar as pernas. Ele imóvel e eu esfregando minhas pernas com o cacete dentro, tive vários orgasmos. De intensidade diferente. Sai de cima dele, e como ele não havia gozado na segunda vez, fiz uma chupeta até ele gozar na minha boca. O Mário simplesmente após essa Segunda vez, desmaiou. Saí do quarto para ir ao banheiro. Sai nua mesmo. Fui ao banheiro e depois fui na cozinha beber uma água pois estava com cede. Ao passar pela sala, vi o Rogério sentado em uma poltrona. Fiz menção de voltar ao quarto para colocar uma roupa, mas decidi ir pelada mesmo. Cumprimentei ele fui a cozinha, peguei o copo de água e perguntei pela namorada. Ele me disse que ela não quis vir. Tinha que chegar antes das 11 em casa. Ele perguntou pelo Mário, eu disse que estava dormindo Eu sentei do lado dele e disse. Tadinho sem mulherzinha. Eu nua, sentada do lado de um rapaz vestido. Como a situação já estava naquele pé, eu perguntei a ele se ele não se importar em Ter uma mulher de Segunda mão. Ele me abraçou, me dizendo ser muito gostosa me beijou tão gostoso, tão gostoso, que eu gozei com o beijo dele. Como beija bem o menino. Tirei a roupa dele e vi um pinto, de tamanho normal, branquinho, bonito, fino. Cai de boca no pauzinho dele. Ele adorou., começou a chupar os meus peitos. Você sabe como adoro quando me chupam o peito do jeito que gosto. Fechei os olhos e viajei. Como chupava bem! Começamos a meter ele estava nadando na minha bucetinha, quando tive uma idéia. Perguntei a ele se ele não queria comer meu cuzinho. Ele ficou louco, disse é lógico que quero. Eu me levantei entrei no quarto onde o Mário roncava, peguei na minha bolsa, um creme que trouxe para esse fim, se aparecesse a oportunidade. Viu como sua mulherzinha pensa em tudo? Dei o creme a ele. Ele passou no pau e no meu cu. Eu pedi a ele para ir com cuidado que eu era virgem ai. Ele foi muito cuidadoso. Eu estava de quatro. Senti uma dorzinha no começo. Ai ele falou para eu deitar de lado e ele se posicionou por trás e foi introduzindo devagarinho. Entrou tudo e eu não senti dor nenhuma. Senti logo um prazer diferente, intenso, e gozei de forma diferente, mas intensa. Foi muito bom. Mudamos de posição. Eu sentei literalmente no pau dele e foi ótimo. Gemi alto gritei fizemos tanto barulho na sala que quando me dei conta, tínhamos platéia. O Júlio e Vera estavam parados olhando para inauguração do meu rabinho. Minha primeira vez dando cu teve até platéia. Depois de gozarmos cai de lado cansada. A vera e o Júlio estavam boquiaberto. Perguntaram pelo Mário. Eu respondi que estava desmaiado no quarto. Em resumo, voltamos para casa e como eles vão subir no Domingo, deixamos em aberto se nós iremos ou não encontrar eles”
Escutei tudo boquiaberto e muito tesudo. Estava com o pau atolado na boceta dela. Perguntei se ela queria encontrar com ele de novo. Ela olhou para mim com cara de pidona e disse. Você deixa? Eu quero sim e a Vera coitada também quer. Eu disse tudo bem. Mas ela falou vamos ver se eles vão parecer na praia amanhã, ou hoje daqui apouco. Por volta do meio dia fomos todos a praia, e ela avistou os rapazes lá. Que as viram, mas como também me viram, não chegaram. Minha mulher disse para mim e para Vera. Eu tinha certeza do nosso charme, sabia que eles viriam e falando para mim, benzinho você pode ficar com as crianças. Eu disse pode deixar, vou leva-los para pescar em Mongagua. E fizemos isso, sai com as crianças a tarde. E voltamos ao apartamento só a noite. Levei-os pescar, depois fomos a um parquinho, lanchonete. Chegamos e elas ainda não haviam chegado. Pus as crianças para dormir e por volta das 2 da madrugada, elas chegaram. Vieram as duas para o meu quarto. Elas estava, vestidas com shortinhos e blusinhas e com cara de safadas as duas me beijaram e disseram que foi ótimo. Eu beijei minha mulher que tirou a roupa o shortinho e deitou ao meu lado. A Vera perguntou se podia deitar com a gente. Olhei para minha mulher que parecia estar muito feliz e realizada e disse pode. A vera também tirou a roupa e deitou. Vi a prima dela nua pela primeira vez. E constatei que ela era muito bonita mesmo. Minha mulher chegou a meu ouvido e disse que tinha dado o cú para o caralhudo Mário, e que foi ótimo. Que agora ela iria dar o cu para mim se quisesse e que iria deixar o Ricardo com muito tesão. Ela disse quem sabe ele desiste daquela lambisgóia? Dei um beijo nela, e ri. A vera me deu os parabéns pela bela puta que eu tinha como mulher. Todos rimos. No dia seguinte fomos a praia e logo após o almoço, os rapazes passaram por lá para se despedirem, Chegaram até nós, pois minha mulher disse que eu sabia de tudo que ela aprontava, me cumprimentaram. O Mário teve a cara de pau de dizer que eu tinha uma mulher muito deliciosa, que ele queria vê-la sempre. E que se eu podia dar uma força, e fazer ela ligar para ele quando voltasse a São Paulo. Rimos. Mas minha mulher nunca mais ligou e nem falou com eles. Nem a Vera, que voltou após duas semanas para o Paraná. Hoje a Vera esta casada, mas quando nos encontramos sem a presença do marido dela, ela ainda lembra com saudades aquela semana, que segundo ela foi a semana mais excitante da vida dela.
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Conto erótico: Entrando na igreja com o cusinho ardido
Éramos sócios na empresa. Meu sócio, Tadeu, não sabia que eu era sócio também da sua parte familiar feminina! É o que parece eu tinha os maiores dividendos! Não me culpem. Essas coisa acontecem sem que tenhamos qualquer controle sobre elas. Eu e Tadeu nos graduamos aos 26 anos,na mesma disciplina (comércio exterior), éramos muito amigos, porém em algumas coisas tinhamos opiniões diferentes. Eu professava a máxima de Ortega y Gasset, o homem é suas circunstancias. E religião nada significa prá mim. Tadeu sempre muito disciplinado, inteligentíssimo, bom coração, simpatícissimo, porém firme em suas acertadas e lucrativas decisões. Ele era o genio de nossa parceria e eu o carregador de piano. E nesse contexto nos entendíamos muito bem. Não foi surpresa quando ele de repente namorou, noivou e casou com uma moça lindíssima da alta sociedade de 19 aninhos. Tres anos depois nasceu o casal de gemeos, Talita e Junior, e nossa empresa ía muito bem, sendo ele o sócio majoritário. P´rá não alongar muito. Sua dedicação as metas estabelecidas o levaram a negligenciar a bela esposa Cintia e então nos tornamos amantes. Este fato é irrelevante nesta narração, mas posso dizer que Cintia se considerava minha escrava (palavras dela!!) e fizemos muitas loucuras!!Bom, quando os gemeos fizeram 14 anos e meio, ganharam uma viagem prá Disneylandia e eu fui incubido de levá-los, devido a falta de tempo de Tadeu, e Cintia queria um descanso de nossas orgias! Chegando lá fizemos aquela mirabolante e cansativa rotina. Tive a idéia de levá-los a Key West, já que eu notara que eles dois já não se entusiasmavam com aquelas tolices. Junior era o próprio "aborrecente", mas Talita era mais madura que ele e eu era o seu padrinho, ou coisa que valha. Para descrevê-la diria que seria a modelo Ellen Roche com quinze aninhos. Talita era lindíssima e desenvolvida para a idade!! Bastou que fossemos a praia para a natureza agir e sentirmos isso!!Em outra ocasião contarei como foi toda a sedução de Talita, em Key West! Posso resumir que secretamente arranjei uma escort-girl pró Junior e faturei a irmã dele. Ele se tornou totalmente dependente de mim, e eu conseguí uma deusa virgem. Antes de retornar ao Brasil, Talita já sabia sugar todo meu esperma, e capricho da natureza, seu tono muscular era tremendamente elástico e retrátil, e que logo logo seu anelzinho "cú-de-rosa" se acostumou com minha tora tamanho familia, já que a mãe dela sempre chorava sem sentir dor, quando eu fazia as dilatações prazeirosas em seus buraquinhos!! Talita permaneceu vaginal virgem até os dezessete anos quando eu a incentivei a dar pró noivo, um filhinho de papai, realmente rico, prepotente mas otário, que pensava que Talita era gamada nele, e não percebia que nós dois tramávamos a futura cornice dele!! O casamento foi marcado um ano depois. Nesse iterim, Talita judiava dele, só deixando ele comê-la uma vez ao mês, sempre de camisinha, e mais nada!! Ela me era fiel oral-analmente , mas já participava de algumas orgias ou menagens à trois, quando eu precisava fechar algum negócio mais cabuloso!! A própia Cintia já tinha sido voluntariamente usada deste jeito, e ainda é (principalmente quando são executivos jovens com dependencia édipoana!!). O noivo(já nascido corninho!!)João, mas que queria que o tratasse por Jimy (!!)se vangloriza das garotas que tinha "por fora" e deixava as coisas como tal. No dia do casamento, eu como padrinho de sei lá o quê, teria que levar Talita na limosine até a porta da igreja, onde Tadeu a estaria esperando, e dalí ele a entregaria no altar para o Jimmy. Cheguei a mansão deles com chofer e limosine para apanhar Talita. A mãe, Cintia estava excitadíssima e enquanto estava aquele zum-zum-zum de se aprontarem, Cíntia disse que queria ver como era a limusine que a Talita fez questão de alugar!! Pedí ao chofer que fosse beber alguma coisa e que eu o chamaria quando estivesse tudo pronto. Cintia pediu que eu a fizesse sentir-se depravada. Uma vez lá dentro, beijei-a com sofreguidão com nossas líguas já se conhecendo muito bem!! E ela pedia o máximo de saliva que eu podia despejar em sua boca!! De repente, sem ela esperar, a afastei um pouco e dei-lhe um tapa no rosto! E mais outro!! Suas faces ruborizaram e sua expressão facial era de quase orgasmo!! Cintia pediu por minha piroca, já enverzida pela presença animal daquela perfeita estátua de carne e volúpia!! Dei-lhe outro tapa e em seguida a beijei novamente e ordenei que se virasse e empinasse a bunda!! Que visão!!. Cintia estava com um robe de seda, mas paramentadamente vestida por baixo, ou seja, com meias e cinta-longa, ainda sem sutian, o que nunca lhe foi necessário!! Ela ansiosamente esperou por minha tora em seu anus, mas o que lhe dei foi minha língua grossa e pontuda!! Lubrifiquei o mais profundo que podia aquele cú meu bem conhecido e amigo!! Cíntia implorou que eu lhe dilatasse toda, da boquinha do anus ao reto tubular!! Antes de sodomizá-la, espanquei aquelas nádegas carnudas e separando ambas as partes, expondo o anelzinho rosado, a mandei guiar meu pau para aquele alojamento anal!! Me controlei e deixei ela fazer o que quizesse com a xaninha até ela gozar, rebolando em minha piroca, apertando-a com o esfínceter!! Me lembrei que ela desejava ser depravademente possuída, então antes de eu gozar, tirei a piroca do anus dela e a segurando pelos cabelos (ela já adivinhando o que estava por vir) virou-se com a boquinha aberta como se fosse um peixinho-beijador e enguliu toda minha tora até onde começava meu ventre e me deixei acabar convulsivamente!! Esplendidamente!Era incrível como uma mulher recatada em público pudesse ser um grand-prix em sexo!! Eu a amava! Nos recompomos. Eu fiquei vigiando enquanto ela adentrava o hall da mansão, e fiquei verificando o que tinha de diferente prá Talita fazer tanta questão daquela limosine!! Em alguns minutos aparecí no hall, onde Talita se despedia de alguns parentes e amigos que iriam logo seguir para a igreja. Ela me olhou interrogativamente, eu não sei se perguntando se podíamos ir, ou se querendo adivinhar o quê eu teria feito!!Talita estava maravilhosa naquele caríssimo vestido, que expunha um colo dourado-pessego e farto aonde muitas espanholas foram gozadas alí!!Eu era um felizardo!! 46 anos, rico, dono de duas deusas e maquiavelmente o melhor amigo de quem me provia tudo isso!! Como a vida é bela! Talita precisou de ajuda para se acomodar no assento e fez notar a todos como estava desconfortável naquele monte de panos!!Languidamente dizia que mal podia se mover e nos agraciava com aquele sorriso de derreter o que quer que fosse!! Partimos. Talita me olhando sensualmente safada, levantou uma tampinha ao lado da porta, apertou um botão e logo uma divisória indevassável, nos isolou do chofer. Ah! Esta era então a surpresa!! Através do interfone, ela ordenou ao chofer que ele dirigisse a esmo pois era de bom tom fazer o noivinho esperar!! Talita se tornou tão maquiavélica quanto a mãe! Elas eram minhas discípulas!! E surpresa maior: todo o vestido era dividido em duas partes na parte de cima onde era mais justo,e invisivelmente unidas por velcro! Ela própria puxou as duas partes e dois seios iguais como os da modelo já citada se lançaram como dois balões ao ar!! Em seguida eu a ajudei a puxar o vestido pelas longas e cheias coxas e Talita surgiu nua em pelo, exceto pelas meias brancas virginas, sapatos e joias!! Chupei a xaninha ainda com um leve sabor do anus da mãe dela!! Talita disse que queria fazer um 69 p´rá ambos gozar na boca um do outro!! Não era praticável alí. Ela disse que queria mesmo assim em sua boquinha!! Eu já ía concordando, mas ciente que a Cintia já tinha me chupado e engulido toda minha porra (assim eu pensava!!) momentos atrás, eu disfarçadamente lhe disse que estava compulsivamente desejoso de seu cuzinho!! Talita entre uma bocada e outra me perguntava safadamente se a tarde anterior não tinha sido suficiente!! E se eu estava viciado em seu cuzinho... e se eu iria "visitá-lo" sempre...se eu ía chupá-la sempre... tudo sempre...sempre!! E mais uma vez, em menos de meia hora, outra deuza guiou meu enorme membro para o próprio anus, aparentemente impenetrável!! Gozamos os dois! E que gozada!! Incrivelmente expelí tanto esperma que espirrava p´rá fora do cuzinho da Talita quando ela apertava seu anus em volta do meu pirocão!! Notamos que já tinha passado o tempo suficiente do "bom tom"" de espera do noivo. Nos arrumamos e Talita não se importou quando lhe ofercí o lenço para estancar a saída de esperma do seu cuzinho. Ela disse que queria entrar na igrej, sentindo meu nectar escorregar entre suas coxas enquanto caminharia até o altar em estado de graça!! E assim aconteceu. Todos se viraram para ver aquela perfeição da natureza! Talita estava soberba. Ela tinha um leve sorrizo enigmático na face. De vez em quando seus olhos semi-cerravam e seu sorriso se expandia um pouco!! As mulheres percebiam que ela estava gozando, mas imaginavam que era todo o contexto da cerimonia que a fazia sorrir daquele jeito!! Os homens a admiravam como uma virgem, santa e pura, que gostariam de ter como filha, esposa ou mãe!! Eu me acariciava com a mão através do bolso da calça! Jimmy, com cara de apalermado, como todos nós, se aproximou de Talita e Tadeu, e este levantou a mão dela simbolicamente lhe entregando para ele. Um átimo antes de Jimmy tocar os finos dedos de Talita, ela desfaleceu... levemente!! Todos se comoveram. Havia choro de mulheres e homens! Jimmy, assustado, chorava, não sabia o que fazer, mas quando Talita reabriu os olhos e sorriu, ele chorou de felicidade!! A natureza me brindou com um milagre, me fazendo gozar abundantemente de novo!!
Conto erótico: Arrombei o cú da mulher do meu irmão
Fui o maior traíra, mas não resisti. Meu irmão casou com uma vadia que tem a bunda mais gostosa que eu conheço. Estatura baixa e muito bonita, mas com destaque especial para o cuzão. Pois a putinha vivia me olhando, uma vez até, de frescura, dei um abraço meio de lado (ela não me viu chegar) e o meu pau prensou a mão dela, que estava na cintura e a vadia não fez nada. Pior: até deu uma leve alisada com as costas da mão, já que o meu pau estava começando a endurecer. Fiquei congelado naquela posição por um bom tempo e ela lá aproveitando.
Mas consegui metê-la num dia em que estávamos na praia e o meu irmão teve que viajar a trabalho às pressas. Ficamos eu, ela e o meu sobrinho de apenas 2 anos. Senti que ia ser ali que eu ia enrabar a mulher mais gostosa que eu conheço. Na primeira noite tudo tranqüilo, sem nenhuma tentativa, mas no dia seguinte já me deparei logo ao acordar com uma visão do pecado: ela só de camisetinha (sem sutiã) e com metade da perfeita bunda para fora e o melhor: com uma calcinha minúscula enterrada no cú. Estava fazendo a mamadeira da criança. Quando vi aquilo não resisti e dei um abraço safado pelas costas, encaixando na cintura e dizendo um elementar “bom-dia”, com um beijinho em seu rosto. Fiquei cravadinho nela, que não fez nada. Meu pau ficou duro na hora, mas eu já tava a fim de ver no que ia dar e como eu esperava ela não me recriminou, continuou os afazeres e empinou ainda mais o rabo. Meu pau é grande (25cm) e como eu estava de samba-canção o cabeção saiu pra fora e entrou bem no meio da bundinha. Ela quietinha. Comecei a dar umas esfregadas e ela correspondeu, mas neste momento meu sobrinho chegou na cozinha choramingando de fome. Ela foi o atender e eu fiquei ali no prejuízo, mas só por alguns momentos. À tarde ela foi tomar banho de sol no pátio e eu fui conversar com ela. Estava deitada de bruços e havia soltado a parte de cima do biquini, para evitar a s marcas de sol, e na parte de baixo um pequeníssimo fio-dental evitava que ela ficasse completamente pelada. Pediu para que eu passasse protetor na suas costas dela e eu depressa atendi sua ordem. Comecei a elogiá-la, pois seu corpo era perfeito para uma mulher de quase 30 anos e com um filho. Disse que meu irmão teve uma grande felicidade por achar mulher tão bonita. Nisso já estava num trabalho forte de passar bronzeador na bunda dela. Ela não me recriminava, nem comentava a minha ousadia. Apenas disse que o casamento estava muito morno, que o meu irmão só pensava em trabalho e que desde que o meu sobrinho nasceu a vida sexual dos dois não foi a mesma. Eu não dizia nada, apenas lamentava, mas preparei bem bote, já que ela disse que havia dormido muito pouco na noite passada porque o colchão era ruim e que estava com muitas dores nas costas. Eu, muito prestativo, disse que sabia fazer uma massagem relaxante, só que tinha que ser antes de dormir. Ela agradeceu e ficou por isso. Não toquei mais no assunto.
Na hora de dormir eu bati na porta do quarto onde ela estava e me ofereci para a messagem. Ela veio tapando os seios com o braço e dizendo que achava que não ia dar, porque o meu sobrinho acabara de dormir. Então eu disse que ela poderia ir ao meu quarto. Ela “se fez” um pouquinho, mas acabou aceitando. Quando virou e fez menção em colocar uma camiseta eu avisei que o ideal era fazer a massagem com as costas nuas, pois iria passar um creme especial. Ela soltou um sorrisinho maroto, do tipo “vai me comer”, pois sabia que eu ia mesmo. E, assim, com uma minúscula calcinha e com o braço encondendo os seios que ela entrou. Eu pedi para que ela deitasse de bruços e ela obedeceu rapidamente. Era a visão mais linda que eu já tive. A bunda mais perfeita do mundo viradona pra mim. Comecei levemente nas costas e fui baixando mais e mais. Cheguei na bunda e sem piedade apertava muito, abrindo as nádegas e tendo a visão do idolatrado cuzinho. Comecei a tirar a calcinha e ela deu um pequeno murmúrio como que não querendo. Eu disse que era mais eficiente para a massagem, então a puta concordou. Neste instante aproveitei e me livrei da minha cueca. Disse que ia utilizar uma técnica corporal usando o meu corpo como peso. Então deitei por cima dela. O pau forçou o cuzinho, não agüentei puxei-a pelos cabelos e dei um tapa leve na cara. Chamei-a de Vadia e que agora ela ia chupar o meu pau. A cadela se virou e para minha surpresa pediu pra que eu a chamasse de puta, ordinária, cadela. Eu chamei e dei-lhe outro tapa. Nisto agarrei o seu cabelo e puxei sua cabeça. Ela caiu de boca no meu pauzão e chupou com fome. A mulher era uma fenômeno, tinha a garganta profunda e mesmo com o meu super-pau, ela conseguiu meter tudo na boca e lamber com a ponta da língua as minha bolas. Gozei na cara da safada e disse que agora ela ia ser enrabada. Ela protestou dizendo que o meu pau era muito grande e que ia rasgá-la. Eu disse que queria fazer isto mesmo. Ela ainda disse que desde que ficou grávida não havia mais dado a bundinha, o que ma excitou ainda mais. Primeiro, sem pudores, coloquei a minha puta de quatro e lambi seu rabo com vontade. A mulher vertia gozo. Então peguei o creme da massagem mesmo e coloquei no cú dela, enfiando o meu dedo com certa dificuldade, o que me excitou muito. Mirei a cabecinha do pau e entrei devagar. Ela gemia. Foi então que dei uma estocada que fez meu pau entrar pela metade naquele cu. Ela gritou e me deixou ainda mais louco quando implorou para que eu rasgasse o seu cu. Não agüentei e atolei tudo. Vi pelo espelho uma lágrima saindo de seus olhos, mas a puta, para minha surpresa começou a rebolar. Então eu tirava tudo e enfiava até que minhas bolas batessem na buceta dela. Uma loucura. O rabo da vadia já estava um “boco”, quando senti que iria gozar. Então puxei ela novamente e a fiz abrir a boca esporreando muito, fazendo ela se engasgar. Mas ela é tão puta que lambeu até a última gotinha, tomando todo o meu suquinho. Como é gostosa a minha cunhadinha........
Mas consegui metê-la num dia em que estávamos na praia e o meu irmão teve que viajar a trabalho às pressas. Ficamos eu, ela e o meu sobrinho de apenas 2 anos. Senti que ia ser ali que eu ia enrabar a mulher mais gostosa que eu conheço. Na primeira noite tudo tranqüilo, sem nenhuma tentativa, mas no dia seguinte já me deparei logo ao acordar com uma visão do pecado: ela só de camisetinha (sem sutiã) e com metade da perfeita bunda para fora e o melhor: com uma calcinha minúscula enterrada no cú. Estava fazendo a mamadeira da criança. Quando vi aquilo não resisti e dei um abraço safado pelas costas, encaixando na cintura e dizendo um elementar “bom-dia”, com um beijinho em seu rosto. Fiquei cravadinho nela, que não fez nada. Meu pau ficou duro na hora, mas eu já tava a fim de ver no que ia dar e como eu esperava ela não me recriminou, continuou os afazeres e empinou ainda mais o rabo. Meu pau é grande (25cm) e como eu estava de samba-canção o cabeção saiu pra fora e entrou bem no meio da bundinha. Ela quietinha. Comecei a dar umas esfregadas e ela correspondeu, mas neste momento meu sobrinho chegou na cozinha choramingando de fome. Ela foi o atender e eu fiquei ali no prejuízo, mas só por alguns momentos. À tarde ela foi tomar banho de sol no pátio e eu fui conversar com ela. Estava deitada de bruços e havia soltado a parte de cima do biquini, para evitar a s marcas de sol, e na parte de baixo um pequeníssimo fio-dental evitava que ela ficasse completamente pelada. Pediu para que eu passasse protetor na suas costas dela e eu depressa atendi sua ordem. Comecei a elogiá-la, pois seu corpo era perfeito para uma mulher de quase 30 anos e com um filho. Disse que meu irmão teve uma grande felicidade por achar mulher tão bonita. Nisso já estava num trabalho forte de passar bronzeador na bunda dela. Ela não me recriminava, nem comentava a minha ousadia. Apenas disse que o casamento estava muito morno, que o meu irmão só pensava em trabalho e que desde que o meu sobrinho nasceu a vida sexual dos dois não foi a mesma. Eu não dizia nada, apenas lamentava, mas preparei bem bote, já que ela disse que havia dormido muito pouco na noite passada porque o colchão era ruim e que estava com muitas dores nas costas. Eu, muito prestativo, disse que sabia fazer uma massagem relaxante, só que tinha que ser antes de dormir. Ela agradeceu e ficou por isso. Não toquei mais no assunto.
Na hora de dormir eu bati na porta do quarto onde ela estava e me ofereci para a messagem. Ela veio tapando os seios com o braço e dizendo que achava que não ia dar, porque o meu sobrinho acabara de dormir. Então eu disse que ela poderia ir ao meu quarto. Ela “se fez” um pouquinho, mas acabou aceitando. Quando virou e fez menção em colocar uma camiseta eu avisei que o ideal era fazer a massagem com as costas nuas, pois iria passar um creme especial. Ela soltou um sorrisinho maroto, do tipo “vai me comer”, pois sabia que eu ia mesmo. E, assim, com uma minúscula calcinha e com o braço encondendo os seios que ela entrou. Eu pedi para que ela deitasse de bruços e ela obedeceu rapidamente. Era a visão mais linda que eu já tive. A bunda mais perfeita do mundo viradona pra mim. Comecei levemente nas costas e fui baixando mais e mais. Cheguei na bunda e sem piedade apertava muito, abrindo as nádegas e tendo a visão do idolatrado cuzinho. Comecei a tirar a calcinha e ela deu um pequeno murmúrio como que não querendo. Eu disse que era mais eficiente para a massagem, então a puta concordou. Neste instante aproveitei e me livrei da minha cueca. Disse que ia utilizar uma técnica corporal usando o meu corpo como peso. Então deitei por cima dela. O pau forçou o cuzinho, não agüentei puxei-a pelos cabelos e dei um tapa leve na cara. Chamei-a de Vadia e que agora ela ia chupar o meu pau. A cadela se virou e para minha surpresa pediu pra que eu a chamasse de puta, ordinária, cadela. Eu chamei e dei-lhe outro tapa. Nisto agarrei o seu cabelo e puxei sua cabeça. Ela caiu de boca no meu pauzão e chupou com fome. A mulher era uma fenômeno, tinha a garganta profunda e mesmo com o meu super-pau, ela conseguiu meter tudo na boca e lamber com a ponta da língua as minha bolas. Gozei na cara da safada e disse que agora ela ia ser enrabada. Ela protestou dizendo que o meu pau era muito grande e que ia rasgá-la. Eu disse que queria fazer isto mesmo. Ela ainda disse que desde que ficou grávida não havia mais dado a bundinha, o que ma excitou ainda mais. Primeiro, sem pudores, coloquei a minha puta de quatro e lambi seu rabo com vontade. A mulher vertia gozo. Então peguei o creme da massagem mesmo e coloquei no cú dela, enfiando o meu dedo com certa dificuldade, o que me excitou muito. Mirei a cabecinha do pau e entrei devagar. Ela gemia. Foi então que dei uma estocada que fez meu pau entrar pela metade naquele cu. Ela gritou e me deixou ainda mais louco quando implorou para que eu rasgasse o seu cu. Não agüentei e atolei tudo. Vi pelo espelho uma lágrima saindo de seus olhos, mas a puta, para minha surpresa começou a rebolar. Então eu tirava tudo e enfiava até que minhas bolas batessem na buceta dela. Uma loucura. O rabo da vadia já estava um “boco”, quando senti que iria gozar. Então puxei ela novamente e a fiz abrir a boca esporreando muito, fazendo ela se engasgar. Mas ela é tão puta que lambeu até a última gotinha, tomando todo o meu suquinho. Como é gostosa a minha cunhadinha........
Conto erótico: PEGUEI MINHA MULHER DANDO O CU NA COZINHA,. . .GOS
Ola , tenho 35 anos, casado, com uma bela mulher,clara, falsa magra com uma bunda maravilhosa, sempre tivemos muito tesão um pelo outro e sempre houve as maiores sacanagens em nossas trepadas. Certo dia acordamos, eu me preparando para o trabalho, ela de camisolinha, escondendo a minúscula calcinha toda enfiada na bunda, me preparando o café. Tomei rápido meu café e ao me despedir, dei um delicioso beijo, agarrando sua bunda e puxando seu corpo de encontro ao meu. Ela ficava na ponta dos pés, esfregando a xota carnuda em mim.
_Assim eu não consigo sair para trabalhar.
_Vai que quando vc voltar meu cuzinho vai estar te esperando bem lubrificadinho, pronto para vc meter esta pica gostosa em sua mulher putinha.
Apesar do tesão, sai e quando cheguei a firma, para minha felicidade ou “infelicidade” descobrimos que uma árvore havia caído na rede elétrica e não haveria expediente. Retornei feliz da vida, iria apanhar minha deliciosa esposinha e iríamos para uma lagoa aqui próximo e quem sabe, dependendo do movimento, dá uma gostosa foda em um dos vários acessos em torno a lagoa. Desci do ônibus e fui correndo para casa , entrei pelos fundos para dar a boa notícia a minha gatinha e quando entro ouço sons vindo da cozinha. Parei e me aproximei sem imaginar nada.
Os sons eram gemidos e não eram da minha esposa pois ela estava com a boca muito ocupada. Havia um negro alto, muito forte, em pé , completamente nú e ela agachada mamando a pica dele, enorme, grossa, os gemidos eram dele. Me escondi atrás das plantas e não sabia o que fazer, ela engolia a cabeça e metade do corpo da pica do cara, a baba escorrendo, com uma das mãos ela segurava a pica e a outra mexia na xota molhada.
_Isto, mama minha gostosa, tava doida para ter esta piroca de novo na boquinha, não tava. . . _Quanto mais vc me dá pica mais eu gosto, que delicia... Ela já vinha fudendo com ele a algum tempo pelo que pude perceber.
_Vem cá minha putinha, senta aqui. Abre esta bucetinha para seu macho, deixa eu dar uma linguada no seu grelinho e no seu cuzinho
. _Vc sabe que eu adoro suas linguadas, ninguém me chupa como vc. . .
Fiquei maluco ouvindo isto, ao invés de revolta fiquei muito excitado, minha pica tava dura e estava gostando de ver minha esposinha sendo fudida por aquele macho. Eu, sem ela saber tenho uma vida dupla, sou o marido que adora uma trepada em casa e não sou ruim de cama e tenho uma pica de 17 cm grossa, mas adoro tb uma foda com outro macho, se for do tipo bi, melhor ainda, mas adoro tb dar e sentir meu cuzinho todo preenchido pela pica do meu macho e sentir o gosto quente da sua porra em minha boca. A cena de ver minha esposa ali, sendo fudida, estava me deixando louco de tesão, e além do fato de gostar de estar sendo corno estava tb, muito excitado pela forma do macho, pois era muito gostoso. Ele a colocou sentada em cima da mesa, a mesma mesa que tomamos café juntos, ainda não tinha arrumado, ele devia estar esperando por perto para assim que eu sai ele entrou. Tirou a calcinha dela, e ela deitou de com as costas na mesa, levantando as pernas, totalmente aberta, ele começou uma sessão de lingada na buceta dela, que a levou a loucura. De vez em quando esfregava a cabeça da pica negra na racha dela, ela estava delirando, agora sabia porque ela ficava doidinha qdo fantasiávamos em nossas fodas um outro pirocudo negro a fudendo. Depois de algum tempo chupando seu grelo, ele a tirou da mesa, tirou sua camisola, e a abraçava chupava seus peitinhos duros e pequenos, a mão entrando na bunda, ela louca de tesão.
_Me fode meu gostoso, fode sua putinha, fode, arregaça esta bucetinha com sua pica.. .
Ele a colocou de debruçada na mesa, era alto sua pica na posição exata da altura da sua xota e do seu cuzinho. Ele empinou a bunda abrindo toda a bucetinha para ele que apontou a cabeça e começou a meter aquela tora negra na bucetinha da minha esposinha.
_Aiiiiim mete, mete meu gostoso, assim que eu gosto. _Abre esta buceta minha putinha, vou colocar até os ovos em vc, safada. . .
Eu estava louco de tesão, quase gozando, que delicia ver minha esposinha sendo fudida por aquele garanhão, que pica linda. Logo dava pra ouvir o barulho, do seu saco batendo de encontro a buceta dela, ela tava com a pica toda dentro, gemia muito. Proft. . .proft. . .proft. . . .
_Puta gostosa, gosta de sentir uma pica de verdade te fudendo, toma delicia. . .
_Mete, soca gostoso, é assim que eu gosto meu macho. . .
A porta da cozinha é muito perto da mesa, eles estavam de costas para mim, eu podia me expor um pouco mais, dava para ver, de onde eu estava abaixado ao lado da entrada, a pica dele entrando e saindo da bucetinha dela, os lábios abertos, engolindo toda a vara negra.
Depois de socar um bom tempo, ele tirou e mantendo ela sobre a mesa abriu sua bundinha e metia a lingua no seu cu, imaginei o que ele iria fazer. Sabia porque em nossas fodas qdo comia o cu dela, minha pica estava entrando fácil, já não usava nem mais lubrificante, era a pica dele que estava arrombando o cuzinho dela
. _Hummm, delicia, de cu, adoro socar nele. Ta cada vez mais gostoso.
_Adoro dar meu cu para esta pica grossa mas meu marido está desconfiando, pois meu cuzinho ta ficando muito aberto. Semana passada mesmo ele comentou.
_Aquele corninho não vai desconfiar de nada minha putinha ou vc quer que eu pare de comer teu cu. . .
_Não, isso não, mete gostoso, arromba mais, eu adoro. . .
Não acreditava no que ouvia e via : um macho negro linguando o cuzinho da minha mulher e ela implorando para ele socar a pica na bunda, meu tesão quase explodiu em gozo, na verdade nunca me senti assim, sempre soube que gostava de pica, mas agora estava me descobrindo corno e gostando da experiência. Ele salivou bastante o cu dela e mandou ela babar bem a pica dele, ela então empinou o cuzinho a brindo as bandas da gostosa bunda com as mãos expondo seu anel rosadinho, que tantas vezes eu comi. Ele apontou a cabeça larga da pica e forçou a entrada, que no mesmo instante fez com que ela desse um gritinho. _Aiiiii, meu cu, vc ta rasgando ele, seu maldoso. . _Aguenta que eu sei que vc adora esta pica no rabo, minha putinha. . .
_Sim, adoro e sou sua puta, me fode o cu, mete tudo como só vc sabe fazer. ..
Eu já não aguentava mais de tesão, meu pau latejava dentro da calça e meu cuzinho piscava querendo ser invadido como o dela. Logo ele socava como se estivesse comendo uma buceta de puta de rua, só parava para salivar e lubrificar a pica e o cu dela.
_Toma minha puta, teu cu ta arrombado, gostoso demais. . ..vou te dar o que vc gosta. .
_Vai rebola vadia, vou encher teu cu de leite. . .
_Enche meu macho, vou gozar tb, só vc para me fazer gozar com um pau no cu. .
Enquanto ele socava no cuzinho dela, suas mãos dedilhavam sua bucetinha, que pingava de tesão, logo ela em um gemido longo anunciou o gozo e ele apertando o corpo de encontro ao dela, jorrou seu leite quente dentro do cuzinho da minha esposa. Eu não aguentei tb e gozei dentro da calça, melecando a cueca toda. Gozei vendo um negro encher o cu da minha mulher de leite, que delicia. _Haaaarr. . . toma putinha, sente minha porra. . . Quando ele tirou de dentro do cuzinho dela, deu para ver o buraco que estava seu cuzinho e a quantidade de leite escorrendo dele
. _Aiiii amor, vc está acabando comigo, esta semana chega ouviu, não vai comer mais meu cuzinho não .. .
_Rs rs rs . . até parece que é verdade que vc aguenta fuder sem dar este rabo delicioso. .
Os dois riram e se abraçaram e eu sai mansamente ( mansamente mesmo rs rs rs ) para não me denunciar, todo melado. Esta historia é verídica, foi assim que descobri que além de amar minha esposa adoro tb ser corno. Semanas depois, tive o prazer de ver esta mesma pica arrombando minha amada em um churrasco em que minha mulher me apresentou seu amante como um amigo do trabalho... .
Conto erótico: MINHA ESPOSA DEU PARA MEU AMIGO
Corpo do conto
Eu e Alina fomos convidados para ir casa de amigos em um domingo, como não tínhamos nada
programando então resolvemos passar o dia na casa dos amigos, Esses amigos não são do meio liberal,almoçamos,bebemos cerveja e conversamos bastante, tomamos banho de piscina e passamos o dia assim.
O nosso amigo não tirava o olho Alina que estava com um fio dental pegando aquele bronze,
ele não estava mais disfarçando e puxava conversa com ela e percebi que ela estava interessada, mais como a mulher dele estava lá e uma irmã dela também ,Alina não deu muita ousadia pra ele com medo da mulher dele e da cunhada dele .Ai Alina entrava na piscina e ele não parava de olhar ,então ele chamou Alina pra pergunta alguma coisa, sobre a câmera digital que ele estava tirando fotos e falou ao pé do ouvido dela, nessa hora a mulher e cunhada estava na cozinha, e ele falando ao ouvido que ela estava deixando ele louco de tensão e que queria ficar com ela e perguntou se ela estava afim, isso ele sem se importar comigo que estava dentro da piscina, mais estava só observando os dois e com baita tensão só de pensar em ela fudendo com amigo, e ela me deixando informado de tudo que estava se passando entre os dois.
Isso me deixava muito excitado.
E as horas se passando e agente bebendo e jogando conversa fora, ai perguntei pá Alina se ela queria ficar com ele, ela disse que sim com uma cara de safada que só ela tem quando quer um macho. Anoiteceu a esposa do amigo e cunhada resolveram entra na casa para tomar um banho e se recolherem, pois elas já estavam cansadas e com sono. E nós na expetativa de rola alguma coisa, a essa hora Alina resolveu ir na cozinha bebe agua ,então nosso amigo não perdeu tempo foi atrás e agarrou ela por trás já de pau duro e lascou um beijo de língua e ficou esfregando o pau na buceta dela, que ficou molhadinha de tensão e medo, de que alguém aparecesse na cozinha, estava vestido um vestidinho curtíssimo e com biquíni por baixo. Então eles voltaram da cozinha juntos, com cara de safados e desconfiados kkkk , eu fiquei com mais tensão ainda só de imagina o que eles estavam fazendo lá na cozinha.
Ai eu ,falei pra Alina amor já e tarde o pessoal quer dormir, então arrumamos as bolsas e, nosso amigo estava impaciente ai, quando estávamos de saída chamei Alina ,pra dentro da garagem e perdi pra ela tirar a calcinha do biquíni porque estava molhado então ela tirou na frente do nosso amigo, que o pau estava aponto de bala duríssimo eu estava de pau duro também e olhava e não acreditava ela nua na frente dele e na minha, ele disse ela e doida ,ai falei pra ele cara vai lá e aproveita, que ela esta sem calcinha, ele disse :eu posso ?eu disse deve.
Então ali mesmo na garagem da casa ela em pé ele chupou a buceta dela feito um louco ,a buceta estava lisinha, e molhadinha de tensão e Eu fiquei olhando se aparecia a mulher do nosso amigo.
O amigo chupava a buceta,peitos,beijava boca dela feito um louco, de tanto tensão.
Ela chupou pau dele com vontade isso ela faz muito bem.
Então ele já sem aguenta encostou ele na parede colocou ela de quatro e só levantou o vestido e colocou a camisinha e meteu na buceta dela com força, ela gemia muito, pedia pra ele meter mais e mais, e ele obedecia e metia e puxava o cabelo dela ,eu estava observando se aparecia alguém e ao mesmo tempo estava punhentando ,nossa eles fuderam muito, ela gozou ,gostoso e ele, pra fecha a foda gozou na boca dela. Ela então deu beijo nele com a boca cheia de porra e disse, quero mais. Outro dia, então ela baixou o vestido e fomos pra casa.
Chegando em casa ela, parecia uma loba no cio, tomou um banho e pediu pra fuder ela bem gostoso ,como sou obediente chupei a buceta dela toda fudida ,e ela chupou meu pau como só ela sabe, então fudi a buceta dela que já estava piscando e molhada de tanto tensão ,não demorei muito então fudi a buceta dela ,ai ela disse amor come meu cuzinho quero fica bem fudida ,então coloquei ela de quatro lubrifiquei bem o cuzinho e meti gostoso no cuzinho apertadinho dela ,e ela gemia com dor e prazer ,e eu metendo gostoso e ela gemia e pedia para meter ,ai disse pra ela que estava esperando por isso ,de mais. Uma metida e enxi o cu dela de porra nessa noite ela dormiu toda arrombadinha ela disse que foi o domingo, mais gostoso da vida dela.
programando então resolvemos passar o dia na casa dos amigos, Esses amigos não são do meio liberal,almoçamos,bebemos cerveja e conversamos bastante, tomamos banho de piscina e passamos o dia assim.
O nosso amigo não tirava o olho Alina que estava com um fio dental pegando aquele bronze,
ele não estava mais disfarçando e puxava conversa com ela e percebi que ela estava interessada, mais como a mulher dele estava lá e uma irmã dela também ,Alina não deu muita ousadia pra ele com medo da mulher dele e da cunhada dele .Ai Alina entrava na piscina e ele não parava de olhar ,então ele chamou Alina pra pergunta alguma coisa, sobre a câmera digital que ele estava tirando fotos e falou ao pé do ouvido dela, nessa hora a mulher e cunhada estava na cozinha, e ele falando ao ouvido que ela estava deixando ele louco de tensão e que queria ficar com ela e perguntou se ela estava afim, isso ele sem se importar comigo que estava dentro da piscina, mais estava só observando os dois e com baita tensão só de pensar em ela fudendo com amigo, e ela me deixando informado de tudo que estava se passando entre os dois.
Isso me deixava muito excitado.
E as horas se passando e agente bebendo e jogando conversa fora, ai perguntei pá Alina se ela queria ficar com ele, ela disse que sim com uma cara de safada que só ela tem quando quer um macho. Anoiteceu a esposa do amigo e cunhada resolveram entra na casa para tomar um banho e se recolherem, pois elas já estavam cansadas e com sono. E nós na expetativa de rola alguma coisa, a essa hora Alina resolveu ir na cozinha bebe agua ,então nosso amigo não perdeu tempo foi atrás e agarrou ela por trás já de pau duro e lascou um beijo de língua e ficou esfregando o pau na buceta dela, que ficou molhadinha de tensão e medo, de que alguém aparecesse na cozinha, estava vestido um vestidinho curtíssimo e com biquíni por baixo. Então eles voltaram da cozinha juntos, com cara de safados e desconfiados kkkk , eu fiquei com mais tensão ainda só de imagina o que eles estavam fazendo lá na cozinha.
Ai eu ,falei pra Alina amor já e tarde o pessoal quer dormir, então arrumamos as bolsas e, nosso amigo estava impaciente ai, quando estávamos de saída chamei Alina ,pra dentro da garagem e perdi pra ela tirar a calcinha do biquíni porque estava molhado então ela tirou na frente do nosso amigo, que o pau estava aponto de bala duríssimo eu estava de pau duro também e olhava e não acreditava ela nua na frente dele e na minha, ele disse ela e doida ,ai falei pra ele cara vai lá e aproveita, que ela esta sem calcinha, ele disse :eu posso ?eu disse deve.
Então ali mesmo na garagem da casa ela em pé ele chupou a buceta dela feito um louco ,a buceta estava lisinha, e molhadinha de tensão e Eu fiquei olhando se aparecia a mulher do nosso amigo.
O amigo chupava a buceta,peitos,beijava boca dela feito um louco, de tanto tensão.
Ela chupou pau dele com vontade isso ela faz muito bem.
Então ele já sem aguenta encostou ele na parede colocou ela de quatro e só levantou o vestido e colocou a camisinha e meteu na buceta dela com força, ela gemia muito, pedia pra ele meter mais e mais, e ele obedecia e metia e puxava o cabelo dela ,eu estava observando se aparecia alguém e ao mesmo tempo estava punhentando ,nossa eles fuderam muito, ela gozou ,gostoso e ele, pra fecha a foda gozou na boca dela. Ela então deu beijo nele com a boca cheia de porra e disse, quero mais. Outro dia, então ela baixou o vestido e fomos pra casa.
Chegando em casa ela, parecia uma loba no cio, tomou um banho e pediu pra fuder ela bem gostoso ,como sou obediente chupei a buceta dela toda fudida ,e ela chupou meu pau como só ela sabe, então fudi a buceta dela que já estava piscando e molhada de tanto tensão ,não demorei muito então fudi a buceta dela ,ai ela disse amor come meu cuzinho quero fica bem fudida ,então coloquei ela de quatro lubrifiquei bem o cuzinho e meti gostoso no cuzinho apertadinho dela ,e ela gemia com dor e prazer ,e eu metendo gostoso e ela gemia e pedia para meter ,ai disse pra ela que estava esperando por isso ,de mais. Uma metida e enxi o cu dela de porra nessa noite ela dormiu toda arrombadinha ela disse que foi o domingo, mais gostoso da vida dela.
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