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Conto erótico: o negão arregaçou o cuzinho de minha esposa
C. é meu conhecido há mto tempo. Na semana pré-carnavalesca ele passou no meu trabalho e entrou na minha sala na hora que eu tinha saído rapidamente pra ir ao banheiro. Acontece que por descuido deixei uma foto da minha esposa na tela, nua, de 4, com o bundão a mostra. Ele viu e qdo voltei comentou q era uma gata, tesuda, ficou entusiasmado. Não lhe disse nada, mas no outro ele me encontrou e me disse que bateu 3 punhetas pra ela. Disse-lhe q era minha esposa, ele ficou sem jeito, mas eu falei s/a nossa fantasia de foder a 3 e ele ficou interessado. Falei s/o episódio a Yamara e resolvemos marcar um encontro na praia, só pra conhecer e bater papo. Fomos no sábado de carnaval de manhã. Yamara de fio dental, dava um show na praia, todos os machos olhavam pra aquele corpo mulato, coxas grossas, bunda grande, cintura fina, corpo talhado. C. é um negão, altura média, musculoso e Yamara olhou logo para o volume gde na sunga. Depois da 3 caipirinha o papo rolou pra sacanagem e Yamara ficou desinibida. Mais uma caipirinha e fomos dar um mergulho, ela pegou meteu a mão na sunga do negão e pegou no cacete dele. Vi q a situação ia ficar sem controle e fomos pra um motel. Chegando lá ela abocanhou logo o mastro de C. q tinha uns 25 cm e era muito grosso. Não cabia na boca dela, mas ela mamava com sofreguidão. Ele puxou ela pelos cabelos deu-lhe um chupão de língua e depois uma chupada na buceta e no cu. Ela ficou louca e sentou no mastro dele. A buceta dela tava toda melada de um melzinho branco, espesso. Ela foi sentando devagar pra aguentar aquilo tudo e a buceta dela foi engolindo a vara de C. até chegar no talo. Qdo acabou de entrar ela deu uma gozada. Depois ficou rebolando na madeirona do negão por uns 15 minutos até gozar de novo. O mastro do negão continuava teso e ele anunciou q ia foder o cuzinho dela. Eu fui preparar o roskoff dela pra receber aquela pica descomunal. Enfiei 1 dedo, depois 2, depois 3 e em seguida fodi o cu dela com força. Ai ela mandou eu sair pra comer a pica do negão. Antes ele lubrificou bem o cuzinho dela com vaselina e mandou ela lubrificar o cacete dele. Ela lubrificou com carinho aquela pica negra, brilhosa, de cabeça roxa e ficou de 4 pra receber tudo aquilo. Ele passou 10 minutos pra enfiar so a cabeça, ela urrou de dor e chorou de prazer também e ele ficou socando por mais uns 10 minutos até que o cuzinho de minha esposa botou todo aquele cacete negro, grosso e descomunal pra dentro. Ele xingava ela de puta e chifreira e de tudo qto era palavrão e ela pedia mais pica. Perdi a conta das gozadas que ela deu e eu tb gozava olhando e batendo punheta. Depois de uma meia hora o negão inundou o cuzinho de Yamara de gala branca; a gala escorria do cu pela buceta, pela bunda, pela coxas e ela gozava feito louca. Depois ela fez uma faxina na pica do negão e engoliu toda a porra (ainda era muita). Fomos pra casa e ela passou 3 dias sem sentar. Ainda quer dar pra ele.
Conto erótico: O negão socava o cu da minha mulher
Essa é mais uma da longa carreira de chifres da minha mulher, Iamara. Fizemos uma excursão de Natal a Belo Horizonte e interior de Minas Gerais. Viagem de 5 dias. A viagem transcorria normal, fomos conhecendo as pessoas, até que no terceiro dia paramos num balneário e fomos nadar na piscina. A coisa começou a pegar aí. Um negrão alto, de 1,80m, forte, chamou a atenção de Yamara. Ele vestia uma sunga minúscula e mostrava um volume descomunal e minha mulher não conseguia esconder seu interesse. Yamara vestia um biquíni pequenininho, que mostrava sua bunda e as beirinhas da xoxota. Seus olhares atraíram a atenção de negão que ficou secando ela. Percebi o volume crescendo na sunga e ele ficou perturbada. Disse q estava com dor de cabeça e foi para o quarto. Eu a segui e comecei a bolina-la; ela já estava toda molhada e fodemos selvagemente. Ela vinha pra cima de mim com fúria e gozou como uma potranca. À tarde houve uma excursão pela mata das redondezas, o guia mostrou-nos um mapa, deu instruções e disse que cada um podia fazer o percurso que quizesse, que a mata era pequena e ninguém ia se perder. Os casais saíam acompanhados, alguns amigos também; eu fui com Yamara e percebi que o negão estava sozinho. Yamara começou a brincar comigo de se esconder, às vezes passava 5 minutos pra encontra-la. Não vimos mais ninguém da excursão, até que, com meia hora de caminhada, avistamos o negão encostado numa grande árvore, mijando. Ficamos surpresos e paramos pra olhar, meio escondidos. Ele parou de mijar e começou a punhetar Yamara arregalou os olhos. Era uma pica de mais de 20cm, grossa, negra, brilhando. Ela não conseguia tirar os olhos daquele pauzão. De repente ele parou, botou o cacete pra dentro da sunga e saiu tão rápido que nos pegou de surpresa e nos viu. Fiquei meio sem graça mas ele deve ter notado e Yamara trocou olhares significativos com ele. Nós tínhamos uma pequena bolsa, com cervejas e sanduíches e o convidamos para beber e comer num pequeno gramado. Ficamos ali, conversando, tomando cerveja, Iamara bebia muito e estava desinibida. O shortinho deixava ver um pedacinho de sua bucetinha raspadinha. O cara ficava olhando como se eu não estivesse ali e ela olhava pra sunga dele que tinha aumentado de volume. Começamos a contar anedotas de sacanagem e daí a pouco ela estava quase bêbada e eu e ele meio altos. Ela propôs voltar ao jogo de esconde-esconde e eu, não sei porque, aceitei. Cada um foi para um lado e aconteceu o que era de esperar: eu os perdi por uns 10 minutos e fui surpreendido por uns gemidos num matagalzinho fechado. Me aproximei devagar e olhei. Yamara chupava o cacete do negão. Ele segurava a cabeça dela, chamava ela de puta e enfiava a pica até ela engasgar. Com a boca cheia daquela pica descomunal ela perdia o fôlego, ele tirava pra fora e batia com o caralho na cara dela, xingando, chamando de chifreira, depois dava a pica pra ela chupar de novo; ela tava tarada, agarrava a bunda musculosa dele, apertava, apertava as coxas grossas e lambia a pica, cuspia nela, tinha a boca cheia de pica. Aí ele disse que queria foder o cuzinho dela. Eu me aproximei mais, via e ouvia tudo de perto, sentia até o cheiro de sexo. Ela ficou de quatro. Tremi de medo que ele arrombasse o cu dela. O negão ficou tarado quando viu aquela bunda tesuda, grande, dura, gostosa, empinada. Lambeu o cu de Yamara e o deixou todo úmido; deu a pica pra Yamara mamar e ela não deixou por menos. Depois apontou o cacetão pro cuzinho dela. Vou arregaçar teu cu, chifreira. Fode meu cu, macho. Ele enfiou um dedo, depois dois e três, deixou o cuzinho dela preparado. Começou a fuder aquele cuzinho que eu amo. O cuzinho de Yamara latejava, pulsava de tesão. Ele batia na cara dela, puxava-lhe os cabelos, mas enfiava o cacetão com cuidado, devagar; quando entrou a cabeçona ela deu um grito e tentou sair, mas ele a segurou com força e enfiou mais. Eu tremia de tesão, bem perto, vendo tudo. As lágrimas desciam dos olhos dela, mas ela pediu mais, me fode meu macho, amo essa pica. Ele enfiou tudo de uma vez, ela deu outro grito, chorou alto, mas ele continuou fudendo. O negão socava o cu de minha mulher sem piedade, com força; ela gemia, chorava, pedia mais; ele tirava o cacete todo pra fora e depois enfiava; eu ouvia a batida da pica dele no fundo do cu da minha mulher. Foderam assim uma meia hora até que ele gozou no cu dela, tirou a pica e ainda lambuzou a cara dela de porra. A porra escorria do cu , melava a buceta e escorria na cara da minha mulher. Eles caíram na grama, exaustos e suados. Me afastei um pouco, dei um tempo e então fiz barulho perto deles. Levantaram rápido, vestiram as roupas e me “encontraram”, rindo, suados. Voltamos para o hotel. Yamara dormiu a tarde inteira, tentei fodê-la, mas ela disse que estava cansada do passeio... Jantamos, encontramos o negão, conversamos um pouco, voltamos para o quarto. Tentei fodê-la de novo, ela não quis, alegou cansaço de novo. Dei um cochilo e ela tinha sumido. Pressentindo o que podia estar acontecendo, fui procura-la no mato perto. Ela estava chupando o cacete do negão, se despedindo, porque íamos voltar às 5 da manhã. Vi a porra branca saindo em jatos daquela pica negra e lambuzando a cara de minha mulher. Voltei para o quarto e daí a 10 minutos ela chegou. Dormimos a noite toda e acordamos cedo. Estava louco pra foder o cu dela, mas ela não deixou. Pra compensar me deu um boquete e me deixou lambuzar a cara dela de porra. Daí a 15 minutos estávamos voltando e só vimos o negão de longe.
Conto erótico: Minha namorada e o Negão picudo.
Meu nome é J e minha namorada se chama H, ela é muito gostosa e fogosa, tem mais ou menos 1,70 de altura 65 kilos, seios tamanho normal e uma bundona bem gostosa,Antes de começar a namorar com ela eu já havia saido com casais sendo a terceira pessoa(o outro que comia a esposa), e a algum tempo passei a desejar ver minha loirinha sendo fodida por mim e por outro macho.Conversando e falando sobre nossas fantasias ela passou a gostar da idéia e fantasiar tambem, ela chegou até a sonhar e passou a se masturbar constantemente pensando em dar pra um negão junto comigo e passou a me cobrar que arrumasse um .Decidimos colocar em pratica, mas ela disse que o outro macho deveria ter entre 25 e 35 anos ter mais de 1.80 de altura forte sarado, safado na cama e com ela, e devia ser negro, isso ela não abria mão.Após diversos contatos e desencontros neste domingo 25/09/05 ligamos para um negão que ela havia gostado das fotos do anuncio e marcamos de nos encontrarmos, fomos até perto do seu serviço, marcamos em um posto de gasolina com uma loja de conveniencia, senti que havia despertado o lado Puta dela, pois conheço bem o seu olhar o jeito de falar e tive certeza a hora que ela mandou eu ir comprar umas cervejas pra gente, fui comprar e deixei os dois conversando e quando voltei fiquei de longe olhando, os dois estavam encostado na traseira do carro e ele falando sacanagens pra ela e ela se deixando levar e falando que estava louca pra ser fodida por um negrão e que adora mamar uma rola e dar de 4 com força, o negão ficou louco.Cheguei perto com as cervejas conversamos mais um pouco, quando ela perguntou pra ele se tinha algum motel por ali que pudessemos ir ele comentou sobre alguns mais neles não tinham estacionamento privativo , desta forma chamamos ele pra ir em um perto de nossa casa , ele topou é claro .
Ja na saida ele queria que ela fosse no banco de trás com ele, ela ficou meia assim queria ir mais ficou olhando pra mim pra ver se eu deixava ,mas pedi para os dois irem com calma e esperarem até chegar ao motel, no caminho ele foi alizando ela nos seios o caminho inteiro e ela foi apertando a minha pica, nossa estavamos com muito tesão.
Chegamos no motel ele deitou no banco de tras para entrar escondido, quando chegamos no quarto eu fechei a porta da garagem entrei no quarto e fui direto pro banheiro pra deixa-los a vontade, quando sai eles estavam em um longo beijo na boca(coisa que até então ela dizia que não iria fazer), deitei na cama e deixei os dois, ele disse que ia tomar uma ducha, mas ela acabou indo na frente ele tirou a roupa e perguntou a ela se podia entrar somente para usar o banheiro(que desculpinha) lá dentro ele acabou entrando com ela no box, fiquei escutando de fora ele dizendo que ela é muito gostosa e passou a aliza-la e ela tb começou a bater uma pra ele enquanto se beijavam novamente, ele passou a bater uma siririca pra ela e ela passou a gemer gostoso, a putinha da minha namorada ficou tão louca que esqueceu que não era eu e ficou de quatro e arrebitou a bunda pra ele enfiar esquecendo-se da camisinha, ele lembrou ela da camisinha e mandou ela ir pra cama e brincar um pouco comigo.
Ela chegou eu já estava de pica durassa, ela passou a me chupar como só ela sabe com a bundona pra cima, ele chegou viu ela naquela posição não aguentou e começou a chupar a boceta dela, ela começou a gemer abafado pois estava mamando igual uma louca minha rola, ele deitou e mandou ela colocar a buceta na cara dele, eu vendo que ela estava locona e ele tb , mandei ela fazer um 69 com ele, nosssaaa , que tesão ver minha namorada branquinha como ela é, segurando na rola preta do outro macho colocando a buceta na cara dele e começando a mamar a rola dele (com camisinha,pois por se 1º vez ela ainda não estava a vontade ), depois ela deitou e pediu pra ele chupar a boceta dela , nossa a cara de prazer dela me deixava louco,só que a safada gosta de provocar e ser provocada , então ela deitou de bruço e pediu pro negão subir em cima dela que ela queria sentir o peso dele e queria que ele beijasse seu pescoço e suas costas deixando-a bem louca e excitada, ela gemia muito , ele falava muita sacanagem no ouvido dela e a safada adorava e olhava para mim e dizia que estava adorando, ele deixou ela tão louca que ela não aguentou mais e pediu pra comer ela de quatro, o Rogério pegou ela pelas ancas levantou sua bundona e mirou a pica na bucetinha que até então só eu comia e começou a enfiar , ela gemia gostoso ai eu sentei na frente dela e coloquei minha pica na sua boca , ela quase não consegui chupar pois o Rogério enfiava e tirava com muita força e ela gemia e gritava que estava bom , ela falava : - Vai negão fodi a buceta da loirinha. - Me fode com força. - Vai negão me fode pro meu namorado ver , -Nossa negão como sua pica é grande e gostosa ... ela estava muito safada , ai eu falava pra ela , vai sua puta não era isso que vc queria, não era uma rola preta e um negão que vc queria , agora aproveita e ela gemia gostoso,ele pegava nos cabelos dela segurava como uma égua e socava com força a picona na bucetinha da minha loira safada, depois de dar bastante nesta posição ela pediu pro Rogério deitar que ela queria cavalgar na rola dele, ele deitou e foi lindo e muito gostoso ver ela descendo e encaixando a rola preta na bucetinha da minha loira , ela pulava em cima dele , rebolava e gemia como uma vagabunda , o Rogério estava adorando , dizia que ela era muito gostosa e era a puta dele , mandava ela olhar pra mim e dizer - Olha pro seu namorado e fala que esta gostando . e ela falava com a maior cara de putona falava o que ele mandava. Não estava aguentando , ai lambuzei minha rola com KY, fui pra traz dela e comecei a enfiar no seu cuzinho , pois esse era seu segundo maior desejo depois de dar pra um negrão , queria fazer uma DP, nossa que delicia colocar naquele buraquinho gostoso e sentir por dentro dela a outra rola entrando e saindo junto com a minha , ela gemia muito e dizia que estava adorando , nós chamamos ela de vadia, puta , vagabunda e ela adorava e gemia , até que eu não aguentei e enchi o cú dela com minha porra , o Rogério e ela continuaram fodendo e esqueceram que eu estava do lado , deixei os dois e fui pro banheiro e ficava escutando ele chingando ela e ela dizendo que estava muito gostoso , que a pica dele era uma delicia, ela as vezes rebolava e se esfregava na rola dele e as vezes agaixava e subia e descia na pica preta, depois de muito meterem ela começou a gozar gritando - AI NEGÃO TO GOZANDO , TO GOZANDO NEGÃO, QUE PICA GOSTOSA, .... ai ele vendo que ela havia gozado segurou na cintura dela levantou as ancas e passou a enfiar rapido e com força não aguentando muito tempo e dizendo que ia gozar pediu pra ela sair tirou a camisinha e despejou toda sua porra.
Estavamos os 3 realizados , ela por dar para um negão picudo , eu por assistir e fazer uma dp com ela e ele por comer a minha loira gostosa, como todos tinhamos que ir embora , deixamos para marcar uma proxima vez, eles dois se beijaram novamente demoradamente e fomos embora .
AGORA QUE REALIZAMOS NOSSA FANTASIA E ELA GOSTOU MUITO, PROCURAMOS UM NEGRO OU MORENO ESCURO ENTRE 23 E 35 ANOS COM MAIS DE 1.80 M DE ALTURA BEM DOTADO(MAIS DE 19 CM),SARADO, BONITO, CHARMOSO , EDUCADO E MUITO SAFADO PARA JUNTO COMIGO FODER MINHA LOIRA PUTINHA . AGUARDAMOS SEU EMAIL COM FOTOS, SUA DESCRIÇÃO E SE POSSIVEL DIZEM COMO PODERIA SER A SUA PRIMEIRA VEZ CONOSCO E O QUE QUER FAZER COM ELA
Ja na saida ele queria que ela fosse no banco de trás com ele, ela ficou meia assim queria ir mais ficou olhando pra mim pra ver se eu deixava ,mas pedi para os dois irem com calma e esperarem até chegar ao motel, no caminho ele foi alizando ela nos seios o caminho inteiro e ela foi apertando a minha pica, nossa estavamos com muito tesão.
Chegamos no motel ele deitou no banco de tras para entrar escondido, quando chegamos no quarto eu fechei a porta da garagem entrei no quarto e fui direto pro banheiro pra deixa-los a vontade, quando sai eles estavam em um longo beijo na boca(coisa que até então ela dizia que não iria fazer), deitei na cama e deixei os dois, ele disse que ia tomar uma ducha, mas ela acabou indo na frente ele tirou a roupa e perguntou a ela se podia entrar somente para usar o banheiro(que desculpinha) lá dentro ele acabou entrando com ela no box, fiquei escutando de fora ele dizendo que ela é muito gostosa e passou a aliza-la e ela tb começou a bater uma pra ele enquanto se beijavam novamente, ele passou a bater uma siririca pra ela e ela passou a gemer gostoso, a putinha da minha namorada ficou tão louca que esqueceu que não era eu e ficou de quatro e arrebitou a bunda pra ele enfiar esquecendo-se da camisinha, ele lembrou ela da camisinha e mandou ela ir pra cama e brincar um pouco comigo.
Ela chegou eu já estava de pica durassa, ela passou a me chupar como só ela sabe com a bundona pra cima, ele chegou viu ela naquela posição não aguentou e começou a chupar a boceta dela, ela começou a gemer abafado pois estava mamando igual uma louca minha rola, ele deitou e mandou ela colocar a buceta na cara dele, eu vendo que ela estava locona e ele tb , mandei ela fazer um 69 com ele, nosssaaa , que tesão ver minha namorada branquinha como ela é, segurando na rola preta do outro macho colocando a buceta na cara dele e começando a mamar a rola dele (com camisinha,pois por se 1º vez ela ainda não estava a vontade ), depois ela deitou e pediu pra ele chupar a boceta dela , nossa a cara de prazer dela me deixava louco,só que a safada gosta de provocar e ser provocada , então ela deitou de bruço e pediu pro negão subir em cima dela que ela queria sentir o peso dele e queria que ele beijasse seu pescoço e suas costas deixando-a bem louca e excitada, ela gemia muito , ele falava muita sacanagem no ouvido dela e a safada adorava e olhava para mim e dizia que estava adorando, ele deixou ela tão louca que ela não aguentou mais e pediu pra comer ela de quatro, o Rogério pegou ela pelas ancas levantou sua bundona e mirou a pica na bucetinha que até então só eu comia e começou a enfiar , ela gemia gostoso ai eu sentei na frente dela e coloquei minha pica na sua boca , ela quase não consegui chupar pois o Rogério enfiava e tirava com muita força e ela gemia e gritava que estava bom , ela falava : - Vai negão fodi a buceta da loirinha. - Me fode com força. - Vai negão me fode pro meu namorado ver , -Nossa negão como sua pica é grande e gostosa ... ela estava muito safada , ai eu falava pra ela , vai sua puta não era isso que vc queria, não era uma rola preta e um negão que vc queria , agora aproveita e ela gemia gostoso,ele pegava nos cabelos dela segurava como uma égua e socava com força a picona na bucetinha da minha loira safada, depois de dar bastante nesta posição ela pediu pro Rogério deitar que ela queria cavalgar na rola dele, ele deitou e foi lindo e muito gostoso ver ela descendo e encaixando a rola preta na bucetinha da minha loira , ela pulava em cima dele , rebolava e gemia como uma vagabunda , o Rogério estava adorando , dizia que ela era muito gostosa e era a puta dele , mandava ela olhar pra mim e dizer - Olha pro seu namorado e fala que esta gostando . e ela falava com a maior cara de putona falava o que ele mandava. Não estava aguentando , ai lambuzei minha rola com KY, fui pra traz dela e comecei a enfiar no seu cuzinho , pois esse era seu segundo maior desejo depois de dar pra um negrão , queria fazer uma DP, nossa que delicia colocar naquele buraquinho gostoso e sentir por dentro dela a outra rola entrando e saindo junto com a minha , ela gemia muito e dizia que estava adorando , nós chamamos ela de vadia, puta , vagabunda e ela adorava e gemia , até que eu não aguentei e enchi o cú dela com minha porra , o Rogério e ela continuaram fodendo e esqueceram que eu estava do lado , deixei os dois e fui pro banheiro e ficava escutando ele chingando ela e ela dizendo que estava muito gostoso , que a pica dele era uma delicia, ela as vezes rebolava e se esfregava na rola dele e as vezes agaixava e subia e descia na pica preta, depois de muito meterem ela começou a gozar gritando - AI NEGÃO TO GOZANDO , TO GOZANDO NEGÃO, QUE PICA GOSTOSA, .... ai ele vendo que ela havia gozado segurou na cintura dela levantou as ancas e passou a enfiar rapido e com força não aguentando muito tempo e dizendo que ia gozar pediu pra ela sair tirou a camisinha e despejou toda sua porra.
Estavamos os 3 realizados , ela por dar para um negão picudo , eu por assistir e fazer uma dp com ela e ele por comer a minha loira gostosa, como todos tinhamos que ir embora , deixamos para marcar uma proxima vez, eles dois se beijaram novamente demoradamente e fomos embora .
AGORA QUE REALIZAMOS NOSSA FANTASIA E ELA GOSTOU MUITO, PROCURAMOS UM NEGRO OU MORENO ESCURO ENTRE 23 E 35 ANOS COM MAIS DE 1.80 M DE ALTURA BEM DOTADO(MAIS DE 19 CM),SARADO, BONITO, CHARMOSO , EDUCADO E MUITO SAFADO PARA JUNTO COMIGO FODER MINHA LOIRA PUTINHA . AGUARDAMOS SEU EMAIL COM FOTOS, SUA DESCRIÇÃO E SE POSSIVEL DIZEM COMO PODERIA SER A SUA PRIMEIRA VEZ CONOSCO E O QUE QUER FAZER COM ELA
Conto erótico: A crente novinha e o negro bem dotado
Me chamo Fernanda, tenho 18 anos e sou evangélica desde criança, fui introduzida na religião por meus pais, evangélicos sérios e abastados, que me criaram com uma rígida educação. Por isso sempre fui muito contida, comportada, nunca havia saído ou namorado, até quando fiz 18 anos e comecei a namorar um garoto, com a permissão dos meus pais e do pastor. Tudo aconteceu por algo que sempre preocupou os meus pais, meu corpo desde que eu era criança foi cheio de curvas e sempre chamou atenção independente das roupas grandes que eu usasse, principalmente meu bumbum que como dizia papai é “voluptuoso e propício ao pecado”. Tenho a pele branca e os cabelos negros e lisos, meus seios são grandes e bem redondinhos, minha cinturinha é fina, minhas coxas são grossas e o que mais me trazia vergonha era minha bunda, grande, carnuda, empinada, que deixava qualquer calça ou shorte que eu usava enfiados no meu bumbum, o que me matava de vergonha na igreja, me forçando a usar saias jeans para sair.
Curso terceiro ano e vou para o colégio todo dia de ônibus passando sempre em frente a uma borracharia. Foi nessa borracharia que conheci João, o borracheiro negro que me secava na cara de pau toda vez que eu passava por lá, até que um dia levada pela curiosidade fui conversar com ele e acabei sendo enganada e forçada a deixa-lo foder meu cuzinho virgem com seu pau grande e grosso. Quando cheguei em casa depois do sexo anal com o borracheiro vi que minha bundinha havia sido arrombada por aquele pau preto, pois estava ardida muito e estava sangrando. Tomei um banho e tentei dormir, mas não conseguia parar de pensar no pecado que eu havia acabado de cometer.
No outro dia evitei passar pela borracharia e tomei outro caminho para a parada de ônibus. Eu estava super envergonhada e confusa, então tratei de me manter longe de tudo aquilo o máximo que eu pudesse. Até que um dia quando estava chegando em casa vi o seu João conversando com o porteiro do meu condomínio, esperei ele sair, mas o desgraçado parecia que estava plantado lá! Joguei o cabelo pro lado e tentei passar despercebida, mas foi inútil. Assim que passei o negro me chamou:
- Dona Fernanda! Tava te esperando.
- Diga moço – Falei muito tímida e já corando com o olhar do borracheiro e do porteiro.
- Vim tratar daquele serviço que o seu pai me pediu, só vim lhe dar o preço da conta aí a senhorinha passa pra ele.
Acenei com a cabeça e fomos até um dos banquinhos do condomínio.
- Tava com saudade de você princesinha, nunca mais passou perto da borracharia.
- É que… – Eu estava super nervosa e envergonhada, mas decidi dizer logo tudo – É que acho melhor não fazermos de novo, eu tenho namorado e sou crente, não posso fazer essas coisas João.
- Não fazer é? Acho que não princesinha.
Nisso ele tirou um celular do bolso, pela vista era bem barato e velho, mas tinha câmera. Ele então abriu as fotos e entrei em estado de choque. Havia várias fotos minha do dia em que havia ido lá, tinha fotos da minha bunda de calcinha e depois de quatro com o mastro negro do João enterrado na bundona branquinha.
- O que acha dessas fotos? Ia ser uma pena se mais alguém visse não é mesmo?
Comecei a soluçar sem saber o que dizer, o que seria de mim se aquelas fotos viesse ma tona?! Eu tinha que me ver livre daquilo.
- O… O que você quer para apagar essas fotos?
- Você e esse seu rabão gostoso, as fotos são só garantia Fernandinha hehe.
O riso do borracheiro era safado e malicioso, eu apenas soluçava assustada enquanto ele me olhava.
- Vamo ali rapidinho pra você amansar minha vara de novo que eu já quero ir embora.
Vendo minha falta de reação seu João apenas se levantou e me levou pela mão até uma parte escura do estacionamento. Chegando lá ele virou pra mim e disse apertando o cacete por cima da calça.
- Anda vadia, dá uma mamada na minha vara.
Continuei sem reação, chocada com aquela situação, até que João se enfureceu e me deu um tapa firme no rosto.
- Anda logo sua puta! Não vim aqui pra ficar olhando essa tua cara de choro! Chupa logo meu pau porra!
Ajoelhei e abri a calça dele, fazendo saltar o cacete grande e preto pra fora. Em meio aos soluços do meu choro comecei a tentar engolir aquele pauzão. Eu não sabia como fazer aquilo direito, então tentei imitar o que faria com um picolé, mas um picolé bem grande que preenchia minha boca. Pelo visto pareceu estar bom já que seu João me segurou pela nunca e começou a forçar o cacete na minha boca. Eu estava quase engasgando com aquela rola gigante na boca até ele segurou minha cabeça e deu um urro enquanto derramava o leite na minha garganta. Estava saindo muita porra e eu comecei a engasgar, cuspindo o leite, que já havia até lambuzado o meu rosto também.
Seu João fechou a calça e olhou para mim com uma cara de satisfeito.
- Valeu a pena a visita hehe. Quando quiser mais venho atrás de você de novo.
Eu apenas concordei com um aceno enquanto limpava o sêmen e as lagrimas do meu rosto.
- Ah, mas antes deu ir quero que faça uma coisa.
- O que? – Eu disse timidamente.
- Vá lá na portaria e da um jeito de deixar o Manel dar uma sarada no teu rabão, descobri que ele também sempre foi tarado por essa tua bunda gostosa.
- De jeito nenhum!! Ele é meu porteiro esqueceu?! Eu não poss…
- Cala a boca putinha do caralho! – Seu João me interrompeu furioso – Eu não pedi porra nenhuma, eu to mandando! E anda logo senão teu papai vai ver agora mesmo a filhinha dele levando no cú.
Contra uma ordem daquelas não havia o que fazer, ou eu fazia ou o meu futuro iria por água a baixo. Fui até a portaria de cabeça baixa acompanhada por seu João. Chegando lá ele ficou conversando com o porteiro, devia esperar pra garantir que eu cumpriria o que ele pediu.
Entrei na guarita do porteiro sem saber o que fazer, ele olhou pra mim sem entender o que eu queria e logo perguntou:
- Quer alguma coisa Fernandinha?
- Quero interfonar pra uma amiga, posso fazer daqui logo?
- Claro patroa – E fez menção de se levantar para pegar o interfone.
Me meti na frente dele e peguei o interfone e o porteiro acabou encostando em mim por trás, notei que ele aliviou a pressão atrás de mim, então empurrei a bunda pra trás até tocar no corpo dele de novo, ficando empinada na bancada do interfone. Fingi ligar no interfone enquanto sentia o pau do porteiro endurecer na minha bunda, quando ele fazia menção de desencostar de mim eu empurrava a bunda mais pra trás até roçar no pau dele de novo. Acho que pelo tesão ele perdeu o pudor e me segurou pela lateral da coxa, vendo que eu consentia ele me puxou pra trás apertando o pau dele contra a minha bundona. Nessa hora não agüentei, disse um “tchau” no interfone e subi.
Chegando no meu quarto desabei e chorei sem saber o que fazer, aquela situação havia saído totalmente do controle, mas eu não podia negar o quanto aquilo tudo mexia comigo.
Curso terceiro ano e vou para o colégio todo dia de ônibus passando sempre em frente a uma borracharia. Foi nessa borracharia que conheci João, o borracheiro negro que me secava na cara de pau toda vez que eu passava por lá, até que um dia levada pela curiosidade fui conversar com ele e acabei sendo enganada e forçada a deixa-lo foder meu cuzinho virgem com seu pau grande e grosso. Quando cheguei em casa depois do sexo anal com o borracheiro vi que minha bundinha havia sido arrombada por aquele pau preto, pois estava ardida muito e estava sangrando. Tomei um banho e tentei dormir, mas não conseguia parar de pensar no pecado que eu havia acabado de cometer.
No outro dia evitei passar pela borracharia e tomei outro caminho para a parada de ônibus. Eu estava super envergonhada e confusa, então tratei de me manter longe de tudo aquilo o máximo que eu pudesse. Até que um dia quando estava chegando em casa vi o seu João conversando com o porteiro do meu condomínio, esperei ele sair, mas o desgraçado parecia que estava plantado lá! Joguei o cabelo pro lado e tentei passar despercebida, mas foi inútil. Assim que passei o negro me chamou:
- Dona Fernanda! Tava te esperando.
- Diga moço – Falei muito tímida e já corando com o olhar do borracheiro e do porteiro.
- Vim tratar daquele serviço que o seu pai me pediu, só vim lhe dar o preço da conta aí a senhorinha passa pra ele.
Acenei com a cabeça e fomos até um dos banquinhos do condomínio.
- Tava com saudade de você princesinha, nunca mais passou perto da borracharia.
- É que… – Eu estava super nervosa e envergonhada, mas decidi dizer logo tudo – É que acho melhor não fazermos de novo, eu tenho namorado e sou crente, não posso fazer essas coisas João.
- Não fazer é? Acho que não princesinha.
Nisso ele tirou um celular do bolso, pela vista era bem barato e velho, mas tinha câmera. Ele então abriu as fotos e entrei em estado de choque. Havia várias fotos minha do dia em que havia ido lá, tinha fotos da minha bunda de calcinha e depois de quatro com o mastro negro do João enterrado na bundona branquinha.
- O que acha dessas fotos? Ia ser uma pena se mais alguém visse não é mesmo?
Comecei a soluçar sem saber o que dizer, o que seria de mim se aquelas fotos viesse ma tona?! Eu tinha que me ver livre daquilo.
- O… O que você quer para apagar essas fotos?
- Você e esse seu rabão gostoso, as fotos são só garantia Fernandinha hehe.
O riso do borracheiro era safado e malicioso, eu apenas soluçava assustada enquanto ele me olhava.
- Vamo ali rapidinho pra você amansar minha vara de novo que eu já quero ir embora.
Vendo minha falta de reação seu João apenas se levantou e me levou pela mão até uma parte escura do estacionamento. Chegando lá ele virou pra mim e disse apertando o cacete por cima da calça.
- Anda vadia, dá uma mamada na minha vara.
Continuei sem reação, chocada com aquela situação, até que João se enfureceu e me deu um tapa firme no rosto.
- Anda logo sua puta! Não vim aqui pra ficar olhando essa tua cara de choro! Chupa logo meu pau porra!
Ajoelhei e abri a calça dele, fazendo saltar o cacete grande e preto pra fora. Em meio aos soluços do meu choro comecei a tentar engolir aquele pauzão. Eu não sabia como fazer aquilo direito, então tentei imitar o que faria com um picolé, mas um picolé bem grande que preenchia minha boca. Pelo visto pareceu estar bom já que seu João me segurou pela nunca e começou a forçar o cacete na minha boca. Eu estava quase engasgando com aquela rola gigante na boca até ele segurou minha cabeça e deu um urro enquanto derramava o leite na minha garganta. Estava saindo muita porra e eu comecei a engasgar, cuspindo o leite, que já havia até lambuzado o meu rosto também.
Seu João fechou a calça e olhou para mim com uma cara de satisfeito.
- Valeu a pena a visita hehe. Quando quiser mais venho atrás de você de novo.
Eu apenas concordei com um aceno enquanto limpava o sêmen e as lagrimas do meu rosto.
- Ah, mas antes deu ir quero que faça uma coisa.
- O que? – Eu disse timidamente.
- Vá lá na portaria e da um jeito de deixar o Manel dar uma sarada no teu rabão, descobri que ele também sempre foi tarado por essa tua bunda gostosa.
- De jeito nenhum!! Ele é meu porteiro esqueceu?! Eu não poss…
- Cala a boca putinha do caralho! – Seu João me interrompeu furioso – Eu não pedi porra nenhuma, eu to mandando! E anda logo senão teu papai vai ver agora mesmo a filhinha dele levando no cú.
Contra uma ordem daquelas não havia o que fazer, ou eu fazia ou o meu futuro iria por água a baixo. Fui até a portaria de cabeça baixa acompanhada por seu João. Chegando lá ele ficou conversando com o porteiro, devia esperar pra garantir que eu cumpriria o que ele pediu.
Entrei na guarita do porteiro sem saber o que fazer, ele olhou pra mim sem entender o que eu queria e logo perguntou:
- Quer alguma coisa Fernandinha?
- Quero interfonar pra uma amiga, posso fazer daqui logo?
- Claro patroa – E fez menção de se levantar para pegar o interfone.
Me meti na frente dele e peguei o interfone e o porteiro acabou encostando em mim por trás, notei que ele aliviou a pressão atrás de mim, então empurrei a bunda pra trás até tocar no corpo dele de novo, ficando empinada na bancada do interfone. Fingi ligar no interfone enquanto sentia o pau do porteiro endurecer na minha bunda, quando ele fazia menção de desencostar de mim eu empurrava a bunda mais pra trás até roçar no pau dele de novo. Acho que pelo tesão ele perdeu o pudor e me segurou pela lateral da coxa, vendo que eu consentia ele me puxou pra trás apertando o pau dele contra a minha bundona. Nessa hora não agüentei, disse um “tchau” no interfone e subi.
Chegando no meu quarto desabei e chorei sem saber o que fazer, aquela situação havia saído totalmente do controle, mas eu não podia negar o quanto aquilo tudo mexia comigo.
















































